Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Polémica em lume "Vivo"

Ao proibir a Portugal Telecom de vender a sua participação na empresa de telecomunicações brasileira Vivo, o governo errou.

Desde logo, porque se a Telefonica espanhola oferece 7 mil milhões de euros por um activo de 5 mil milhões, o governo, ao impedir o negócio, está a prejudicar os accionistas da PT, que iriam realizar mais valias significativas, tão importantes em tempo de crise, quer para os grandes accionistas, quer para os pequenos investidores.

Depois, porque a entrada em Portugal de tanto dinheiro, de tão significativo volume de recursos financeiros, viria estimular a actividade económica nacional, permitiria novos investimentos e melhoraria as tão faladas condições de obtenção de crédito do país nos mercados financeiros internacionais.

Por último porque a alternativa que se perfila no horizonte é a ameaça de uma possível Operação Pública de Aquisição da Telefonica sobre a PT e, nesse caso, o dinheiro já não virá para Portugal para a PT, mas sim directamente para os detentores das acções, parte significativa dos quais são estrangeiros.

Ao vetar o negócio, o governo evita que os investidores ganhem dinheiro, que entrem capitais no país, em nome de um suposto interesse nacional.

Mas não é disso que se trata. É antes o interesse em manter um sector empresarial do Estado colossal, opaco, onde o poder dos partidos é absoluto e permite todo o tipo de negócios.

Paulo Morais

(Fonte: site Rádio Renascença)

Crise económica e recursos do planeta


Estes tempos de crise económica são um apelo à conversão e a viver em plenitude a solidariedade e o cuidado com a natureza. Esta é uma recomendação do Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluís Martínez Sistach.

Passados dois anos da publicação da última Encíclica do Papa, Caritas in Veritate, torna-se ainda mais actual o apelo da Igreja ao respeitar dos recursos naturais, realça o Cardeal.

“Se a prática do jejum nos convida à sobriedade, a prática da esmola é um chamamento a viver a solidariedade. Esta virtude humana e cristã é sempre necessária, porém é especialmente urgente nestes tempos de grande crise económica”.

“A crise actual não somente nos pede uma conversão pessoal, mas também é preciso garantir mudanças institucionais para favorecer relações mais justas e equitativas para com os mais necessitados de nossa sociedade e do nosso mundo”.

“A Doutrina Social da Igreja oferece critérios que convém tê-los presentes e segui-los para valorizar como devido o nosso universo. A programação do desenvolvimento económico tem que considerar muito seriamente a necessidade de respeitar a integridade e os ritmos da natureza, porque os recursos são limitados e alguns não são renováveis”.

“É certo que para lutar contra fome é preciso defender a terra. Hoje podemos afirmar que existe unanimidade na consciência de que estamos fazendo um mau uso dos recursos do planeta, o que afecta gravemente o equilíbrio e a estabilidade do ecossistema global e do clima, se continuar assim estamos minando os fundamentos de nossa própria casa com todos nós dentro dela”.

(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

O "pregador" Dominical

Não há dúvida nenhuma que Marcelo Rebelo de Sousa com a insistência que coloca no seu catolicismo, principalmente quando toma posições contrárias às da Igreja, é, por muitos, considerado o “pregador” Dominical de maior audiência e de entre todos o que faz “sermões” mais longos.

No Domingo passado, ao que me garantem, deu a entender que o artigo do L’ Ossevartore Romano sobre Saramago era da autoria do director desse jornal e afirmou com todas as letras que o mesmo era violentíssimo. Concluiu, justificando a sua discordância, enquanto católico, em relação ao mesmo, asseverando que Deus era muito mais misericordioso que o director do referido órgão de comunicação.

Ora convirá esclarecer algumas coisas não vão os fiéis do professor ser induzidos em erro. Em primeiro lugar o artigo não é do director, Giovanni Maria Vian, mas sim de Claudio Toscani; em segundo lugar trata-se de uma crítica literária, equilibrada e fundamentada, e não de um texto violento e muito menos violentíssimo – quando, por exemplo, o crítico chama irreverências (ainda para mais com as conotações positivas que esta expressão adquiriu nos dias de hoje) às blasfémias sacrílegas de Saramago só podemos concluir que a sua “moderação” de tão excessiva peca por defeito. Violentíssimos são muitos dos textos do escritor falecido. Enfim, o “pregador” que adora lisonjear as audiências violenta o texto do crítico para ficar de bem com a esquerda ateia e marxista; Em terceiro lugar, pode não se concordar com a análise crítica de C. Toscani, mas então argumente-se e não se invoque a Misericórdia de Deus. É claro que Deus é muito mais Misericordioso do que o director do jornal da Santa Sé, infinitamente mais Misericordioso do que qualquer um de nós e, sobretudo, mais Misericordioso do que José Saramago. Acontece, porém, que também é infinitamente Justo e, sobretudo, infinitamente mais justo que o irmão Marcelo.

Como católicos sempre rezámos pela conversão de Saramago agora que ele partiu continuemos a rezar por sua alma e deixemos que os mortos sepultem os seus mortos (cf. Mateus 8, 21).

Nuno Serras Pereira
01. 07. 2010
http://jesus-logos.blogspot.com/2010/07/o-pregador-dominical.html

Nota de JPR: subscrevo na integra este texto que corresponde exactamente ao que senti, percepcionei e valorei ao ouvir o referido 'pregador', duvido mesmo que este tenha lido o artigo do 'L'Osservatore Romano'. Obrigado!

Dia Europeu da Ópera em Pamplona. CORO "PREMIER ENSEMBLE" de AGAO (a não perder)

Papa nomeia novo Presidente para a Pontifícia Academia da Vida

Hoje (30 de Junho) foi tornado público que o Santo Padre nomeou como Presidente para a Pontifícia Academia para a Vida o Mons. Ignacio Carrasco de Paula.

Nasceu em Barcelona a 25 de Outubro de 1937. Doutorou-se em Medicina, na especialidade de Cirurgia, em 1962. Nesse mesmo ano, obteve o Doutoramento em Filosofia.

Em 1966, foi ordenado sacerdote para a Prelatura da Santa Cruz e Opus Dei, e exerceu vários cargos apostólicos.

Foi reitor do então Centro Académico Romano da Santa Cruz durante dez anos (1984-1994), que, mais tarde seria elevado a Pontifícia Universidade da Santa Cruz. Nessa Universidade foi Director do Departamento de Teologia Moral (1994-2002).

Até agora, era Chanceler da Pontifícia Academia para a Vida. Com a nomeação de Mons. Rino Fisichella como novo responsável máximo do novo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, o Mons. Carrasco de Paula sucede-lhe como Presidente na Academia para a Vida.

Publicada por JP em 6/30/2010 em ‘Ubi Caritas’ AQUI