Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
segunda-feira, 15 de agosto de 2022
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora
quarta-feira, 10 de agosto de 2022
A Igreja Templo do Espírito Santo onde Deus age
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Lutar por alcançar a santidade com os olhos em Maria
sexta-feira, 22 de julho de 2022
Quantas lágrimas se derramam em cada instante no mundo, cada uma diferente das outras…
[10]. Papa Francisco, Vigília de oração para "enxugar" as lágrimas, 5-V-2016.
[11]. Cfr. Lc 7: 11-13;. Jo 11, 17 ss; Lc 19, 41 -44.
[12]. S. Josemaria, Carta 29-IX-1957, n. 34.
[13]. Oração atribuída a S. Francisco de Assis.
(D. Javier Echevarría excerto da carta do mês de julho de 2016)
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei
Maria Madalena: a apóstola dos apóstolos
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Palavras que nos ajudam a viver melhor
No entanto, não parece que isso nos tenha feito mais felizes.
Há uma sensação de vazio em muitas pessoas, e não é por falta de entretenimento: parece que é por excesso.
Penso que um caminho (não o único, nem o mais importante) para pôr remédio a esta situação está relacionado com a revalorização da literatura e da poesia.
A literatura, se o é de verdade, é sempre um convite a parar e a contemplar a vida com olhos novos. Neste ambiente que nos circunda, penso que não é exagerado dizer que a palavra escrita, a poesia simples, possui maravilhosas propriedades terapêuticas.
É um verdadeiro remédio sem data de caducidade.
As palavras ajudam-nos a viver melhor, de um modo mais sereno, a procurar entender a condição humana e as suas diversas contradições existenciais. A literatura transforma a partir de dentro o ser do leitor.
Como alguém dizia, muitas vezes “é a palavra que nos faz ver, não os olhos”. Quando alguém nos explica o sentido de uma obra de arte, conseguimos vê-la com olhos novos. Antes era possível olhar para a obra de arte, agora conseguimos contemplá-la.
A contemplação da beleza faz-nos melhores. Se não, não é beleza.
A nossa vida é semelhante a uma obra de arte, e a boa literatura ajuda-nos a contemplá-la de um modo novo. A descobrir facetas que nos estavam ocultas pelo trabalho rotineiro do dia a dia e pela procura de entretenimento fácil no mundo digital.
Pe. Rodrigo Lynce de Faria
quarta-feira, 13 de julho de 2022
Transmitir a fé aos filhos
«Que atitudes da parte dos pais
ajudam a transmitir a fé aos filhos?». Eis uma pergunta frequente sobre a qual
vale a pena reflectir.
Cristian Smith sugere num artigo
publicado em First Things algumas ideias muito interessantes sobre este
assunto. Smith é sociólogo e professor na Universidade de Notre Dame e
há vários anos que se dedica a estudar a transmissão da fé nas famílias
norte-americanas.
A grande notícia, explica Smith, é
que entre todos os factores que exercem alguma influência na vida religiosa dos
filhos o maior de todos são sem dúvida nenhuma os próprios pais.
Não é que ir à catequese à paróquia
ou estudar num colégio católico não ajude e tenha grande importância. No
entanto, essa importância só pode reforçar a dos pais e nunca a pode
substituir.
Isso não significa que praticar a fé
na família garanta totalmente uma transmissão com êxito. Viver a fé é sempre
uma decisão pessoal que ninguém pode tomar por nós.
No entanto, fora os casos
excepcionais, o que é seguro é que se os pais estão comprometidos com a fé é
muitíssimo mais provável que o mesmo aconteça com os seus filhos.
Em qualquer caso, o melhor modo de
conseguir que no dia de amanhã os filhos não se afastem da religião é, segundo
Smith, que os pais «sejam sinceros, que acreditem e pratiquem a fé de modo
comprometido e fiel».
As crianças não se deixam enganar
pelas aparências: veem a realidade! E quando a realidade é autêntica e
vivificante sentem-se atraídas por ela.
Ser um bom cristão pode ser
exigente, mas nunca é opressivo; é sempre libertador. E é, além disso,
profundamente atraente!
quinta-feira, 7 de julho de 2022
Consolar os cristãos nas suas mágoas
[1]. Mt 5, 4.
(D. Javier Echevarría excerto da carta do mês de julho de 2016)
domingo, 26 de junho de 2022
A passagem de São Josemaria para o Céu, a 26 de junho de 1975
Ao celebrar a festa litúrgica de S. Josemaria, supliquemos, por sua intercessão, um grande aumento dos desejos de santidade e de apostolado em todos os fiéis da Obra – sacerdotes e leigos –, e também nos amigos e Cooperadores que beneficiam do seu espírito. Peçamos pela expansão do trabalho apostólico em tantos sítios que nos esperam. Para isso, roguemos ao Senhor que conceda a muitos homens e a muitas mulheres a graça de responder com generosidade ao chamamento que Ele lhes faz para O seguirem de perto, abrindo os caminhos divinos da Terra.
(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta de mês de junho de 2012)
quinta-feira, 2 de junho de 2022
O vazio existencial
Porquê?
Porque os vícios, sejam eles quais forem, são sempre uma certa fuga da realidade, que se experimenta como demasiado dura ou difícil de enfrentar. O problema é que, quanto mais a pessoa se afasta da realidade, menos forças tem para a enfrentar. Isso gera um verdadeiro círculo vicioso.
As condutas viciadas são como um analgésico para uma certa fadiga de viver. Procurar o prazer pelo prazer (isto costuma estar presente em toda a conduta viciada) demonstra uma falta de horizonte vital, de um projecto de vida que vá mais além do imediato.
A pessoa sente que se perdeu a si mesma, e isso é o que caracteriza o vazio existencial. Por isso, o vício é muitas vezes um sintoma de um problema mais profundo, mas não é o problema em si, como no caso da febre.
Sem combater o vazio existencial torna-se muito difícil superar condutas viciadas.
Um cristão sabe que a sua vida tem um sentido. Sabe de onde vem, para onde vai e porque é que está por aqui. Através da oração (encontro pessoal com Jesus Cristo) está chamado a manter vivo esse sentido e, assim, ajudar aqueles que convivem com ele a descobrir na prática que “vale a pena viver”.
«Não vos entristeçais como os outros, que não têm Esperança» (1 Tes 4, 13), diz São Paulo aos tessalonicenses.
Quem tem Esperança, vive de um modo diverso, porque lhe foi dada uma vida nova, que é o contrário do vazio existencial.
Pe. Rodrigo Lynce de Faria
domingo, 29 de maio de 2022
Ascenção
sexta-feira, 13 de maio de 2022
Visitar um Santuário Mariano
quinta-feira, 12 de maio de 2022
A festa de Nossa Senhora de Fátima
(D. Javier Echevarría na carta de mês de Maio de 2012)
Bem-aventurado Alvaro del Portillo, bispo, †1994
terça-feira, 3 de maio de 2022
A maturidade intelectual
Se a resposta for negativa, a conclusão é que não são úteis e, por isso, podem ser deixados de lado pela maioria das pessoas. Tornam-se matérias que facilmente desaparecem dos currículos para dar lugar a outras mais práticas e vantajosas.
Mas, atenção: não há riqueza interior sem saberes humanísticos, sem a leitura pausada de bons livros acompanhada de uma reflexão pessoal sobre as grandes questões que a nossa existência obrigatoriamente nos coloca.
O conhecimento que adquirimos não pode ser somente técnico (saber fazer): tem de ser também sapiencial (que sentido tem a minha vida e aquilo que faço). Caso contrário, o ser humano fica desequilibrado: pode saber muito de como fabricar algo, mas a sua humanidade fica embrutecida, e isso dificulta o relacionamento consigo mesmo, com os outros e com a realidade que o circula.
Sinceridade consigo mesmo, metas e fins claros na vida, valores “inegociáveis”, saber ético, reflexão, criatividade e um “são” realismo: tudo isto faz parte da maturidade intelectual que, sem saberes humanísticos, não é possível alcançar.
Tanto aquele que só lê textos superficiais como aquele que lê pouco se tornam especialmente vulneráveis diante do erro e, por isso, facilmente manipuláveis.
Como alguém dizia, os livros são os objectos mais estranhos deste mundo porque são matéria abarrotada de espírito. Se calculamos quantos livros leremos na vida, veremos a necessidade absoluta da selecção. É preciso ler o melhor daquilo que recomendam os melhores.
domingo, 1 de maio de 2022
Sejamos bons imitadores de São José
domingo, 17 de abril de 2022
A NOSSA RESSURREIÇÃO
(Celebração Litúrgica 2 / 2018)
Alegria suprema
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| Via Lucis - Fátima |
sábado, 16 de abril de 2022
Ser cristão é ser feliz. Quem não é feliz não é cristão






















