Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Amar a Cristo ...

Vinde Menino Jesus, por estas horas damos início ao Advento que nos conduzirá à grande festa do nosso coração e da nossa fé que é o Teu nascimento. Na Sua infinita misericórdia Deus Pai ofereceu-nos o Seu Filho para nos anunciar a Boa Nova, nos redimir e nos permitir viver em plena comunhão com Ele, conTigo e com o Espírito Santo.

É nosso desejo ardente darmos continuidade ao belíssimo exemplo de Francisco de Assis cobrindo-Te de carinho na manjedoura dos nossos Presépios, que embelezam as nossas casas, locais de culto e alguns locais públicos e que são a memória viva no Teu nascimento no esplendor de toda a sua humildade e humanidade, excepto que foste gerado e não criado conforme foi anunciada à Tua e nossa Imaculada Mãe.

Amado Menino Jesus, amamos-Te com todo o nosso coração!

JPR

7 Dez 21h "Educar na Saúde" Dra. Maria João Lage - BeFamily

Pais que queremos...

Educar HOJE - Sofia Quintana
31 de Outubro às 21.00h
            
Educar nas VIRTUDES - Inês Ascensão e Graça Varão
23 de Novembro às 21.00h
                  
Educar na SAÚDE - pediatra (a designar)
7 de Dezembro às 21.00h
                
Educar na FAMÍLIA - Inês Ascensão e Graça Varão
18 de Janeiro às 21.00h

Educar nas TECNOLOGIAS - Rosário Carmona
8 de Fevereiro às 21.00h

Educar na ADOLESCÊNCIA - Inês Ascensão e Graça Varão
8 de Março às 21.00h

Educar na FÉ - sacerdote (a designar)
12 de Abril às 21.00h

Educar para o AMOR - Inês Ascensão e Graça Varão
3 de Maio às 21.00h
Queremos ser PAIS NA LINHA





__________________________________
Informações
Preço individual por sessão: 10€
Preço casal por sessão: 15€
Local das conferências
Rua D. Lourenço de Almeida, nº 13 - Restelo
1400-116 Lisboa
Tel. 21 304 04 84

Na véspera do Advento, tempo de preparação para o Natal – excertos de textos de São Josemaría Escrivá

“Chegou o Advento. Que bom tempo para remoçar o desejo, o anelo, as ânsias sinceras pela vinda de Cristo!, pela sua vinda quotidiana à tua alma na Eucaristia! "Ecce veniet!", está a chegar!, anima-nos a Igreja”

Forja, 548

Procura a união com Deus e enche-te de esperança - virtude segura! -, porque Jesus te iluminará, mesmo na noite mais escura, com a luz da sua misericórdia.

Forja, 293

Começa hoje o tempo do Advento e é bom que tenhamos considerado as insídias destes inimigos da alma: a desordem da sensualidade e a leviandade; o desatino da razão que se opõe ao Senhor; a presunção altaneira, esterilizadora do amor a Deus e às criaturas. Todas estas disposições de ânimo são obstáculos certos e o seu poder perturbador é grande. Por isso a liturgia faz-nos implorar a misericórdia divina: a ti elevo a minha alma, Senhor, meu Deus. E em ti confio; não seja eu confundido! Não riam de mim os meus inimigos (Sl 24, 1-3), rezamos no intróito. E na antífona do ofertório iremos repetir: “espero em ti,; que eu não seja confundido!”. Agora que se aproxima o tempo da salvação, dá gosto ouvir dos lábios de S. Paulo: “depois de Deus, Nosso Salvador, ter manifestado a sua benignidade e o seu amor para com os homens, libertou-nos, não pelas obras de justiça que tivéssemos feito, mas por sua misericórdia” (Tit 3, 5).

Cristo que passa, 7

Olhai e levantai as vossas cabeças porque está próxima a vossa redenção, lemos no Evangelho. O tempo do Advento é o tempo da esperança. Todo o panorama da nossa vocação cristã, a unidade de vida que tem como nervo a presença de Deus, Nosso Pai, pode e deve ser uma realidade diária.
Nada mais queria dizer-vos neste primeiro domingo do Advento, quando já começamos a contar os dias que nos aproximam do Natal do Salvador. Vimos a realidade da vocação cristã, ou seja, como o Senhor confiou em nós para levar as almas à santidade, para as aproximar d'Ele, para as unir à Igreja e estender o reino de Deus a todos os corações. O Senhor quer-nos entregues, fiéis, dedicados, com amor. Quer-nos santos, muito seus.

Cristo que passa, 11

Jesus Christus, Deus Homo, Jesus Cristo, Deus-Homem! Eis uma magnalia Dei, uma das maravilhas de Deus em que temos de meditar e que temos de agradecer a este Senhor que veio trazer a paz na terra aos homens de boa vontade, a todos os homens que querem unir a sua vontade à Vontade boa de Deus. Não só aos ricos, nem só aos pobres! A todos os homens, a todos os irmãos! Pois irmãos somos todos em Jesus; filhos de Deus, irmãos de Cristo. Sua Mãe é nossa Mãe.

É preciso ver o Menino, nosso Amor, no seu berço. Olhar para Ele, sabendo que estamos perante um mistério. Precisamos de aceitar o mistério pela fé, aprofundar o seu conteúdo. Para isso necessitamos das disposições humildes da alma cristã: não pretender reduzir a grandeza de Deus aos nossos pobres conceitos, às nossas explicações humanas, mas compreender que esse mistério, na sua obscuridade, é uma luz que guia a vida dos homens.

Cristo que passa, 13

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/index.php?id_cat=1782&id_scat=789 )

"Intima Ecclesiae natura"

Foi hoje tornada pública a carta do Santo Padre, Motu Próprio, “Intima Ecclesiae natura”. Como é sabido desde o início do seu pontificado, Bento XVI indicou à Igreja a via da caridade como caminho principal para exprimir ao mundo a natureza da Igreja. Aliás, a sua primeira encíclica “Deus Caritas Est” debruça-se de modo particular sobre o tema da caridade. Nela o Papa chama a atenção para o facto de a legislação canónica sobre a responsabilidade dos bispos em relação ao serviço da caridade da Igreja necessite ser completada. Esta lacuna é agora colmatada com a publicação do Motu Próprio “Intima Ecclesiae natura”.

O novo documento pontifício põe em relevo alguns requisitos a que devem responder as organizações de serviço de caridade instituídas pelas autoridades eclesiásticas, como a Caritas e outras; as promovidas pelos Institutos de Vida Consagrada e pelas Sociedades de Vida Apostólica e ainda as que brotam de iniciativas espontâneas de outros fiéis.

Do ponto de vista teológico sublinha-se que, pertencendo o serviço da caridade à natureza íntima da Igreja, assim como a proclamação da palavra de Deus, e a Celebração dos Sacramentos, mesmo neste âmbito, primária deve ser a responsabilidade do bispo. O Motu Próprio detém-se, por isso, de modo particular, sobre os deveres do bispo diocesano, neste campo. De entre esses deveres: o da vigilância sobre os organismos de caridade que lhe são canonicamente submetidos e mesmo daqueles que, de facto, agem no seio da própria Igreja; o empenho de coordenar, no respeito da própria identidade, as actividades das várias organizações; o dever de vigiar cuidadosamente sobre a escolha e a formação do pessoal inserido no serviço da caridade; a vigilância a fim de que as iniciativas de caridade reconduzíveis à Igreja católica sejam empreendidas no quadro da legalidade civil e canónica e a fim de que não sejam aceites contributos económicos que possam impor actividades não compatíveis com a Doutrina Social da Igreja.

Rádio Vaticano

Em missão a favor da identidade dos povos

Concluiu-se no Brasil o congresso do Conselho indigenista missionário

Identificar novas estratégias para a tutela e a defesa dos direitos humanos das populações indígenas. Eis, em síntese, o objectivo que há anos a Igreja no Brasil persegue e que foi reafirmado durante o congresso "Raízes, identidade e missão", que teve lugar em Luziânia, organizado pelo Conselho indigenista missionário (CIMI), organismo da Conferência nacional dos bispos do Brasil (CNBB). Participaram no encontro mais de duzentos e cinquenta pessoas provenientes de todo o país.

"A identidade do CIMI - declarou o presidente do Conselho indigenista missionário, bispo da prelazia do Xingu, D. Erwin Kräutler, durante a missa de inauguração do congresso que celebra quarenta anos da organização - é a aliança com os povos indígenas, a fim de que eles não percam a própria identidade". Na opinião de D. Kräutler, "a pior coisa que pode acontecer com um povo é perder a sua identidade", precisamente por este motivo ao longo dos seus quarenta anos de existência o Conselho indigenista missionário ajudou as populações indígenas do Brasil a preservar a própria identidade. "Neste período - frisou o presidente do CIMI - o nosso organismo aprendeu muitos dos indígenas. Com efeito, terminaram os tempos em que trabalhávamos a favor das populações indígenas sem as incluir no nosso percurso. Elas não são objecto da nossa caridade, mas verdadeiras protagonistas da própria história, e nós somos seus aliados".

Durante a sua intervenção, D. Kräutler realçou que o CIMI nunca se quis associar a qualquer facção ou partido político. "A nossa bandeira - disse - é a vida das populações indígenas. Deste modo temos a coragem de enfrentar uma política anti indígena, que ainda permanece em vigor no país.

Um dos problemas que diz respeito em particular às populações indígenas no Brasil são os grandes projectos que, além de ter um impacto enorme sobre o meio ambiente, geram lucros para alguns e causam numerosas desigualdades sociais nas cidades onde se realizam. Com efeito, segundo quanto sobressaiu do último relatório do CIMI, a corrida ao monopólio ilegal das terras indígenas tuteladas pela constituição não conheceu trégua nos últimos anos, registando um aumento dos conflitos perante uma maior resistência dos povos nativos, cada vez mais decididos em defender os próprios direitos. Só no ano passado se registraram 99 disputas num país no qual 1% de 191 milhões de habitantes controla 46% das terras cultiváveis. Focos de tensão persistem principalmente no norte da Amazónia em torno do controverso projecto de Belo Monte, a super usina hidroeléctrica no rio Xingu, concebida para se tornar a terceira do mundo. "A Amazónia - reafirmou em diversas ocasiões o bispo da prelazia de Cametá, D. Jesús María Cizaurre Berdonces - é considerada ainda hoje uma colónia, onde as pessoas chegam, recolhem as matérias-primas, enriquecem-se e depois vão embora. Este é um modelo capitalista, adoptado pelo Governo na região da Amazónia, que não considera o povo daquela região. Para eles, as pessoas são apenas um pormenor que impede o desenvolvimento. Mas existe - concluiu o bispo - também outro modelo recomendado pela Igreja, cuja finalidade é a tutela das populações indígenas. A Igreja apoia a promoção da agricultura familiar e pensa que os lucros da riqueza devem permanecer na Amazónia, envolvendo todas as populações locais".

(© L'Osservatore Romano - 1 de Dezembro de 2012)