Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Oito mil cartazes anunciam visita do Papa

Os cartazes serão colocados nas paróquias de todo o país. Cinco mil já estão prontas, com mais três mil a caminho.

As paróquias portuguesas estão a começar a receber os cartazes da visita da Portugal de Bento XVI, juntamente com um pedido do coordenador da Comissão Organizadora, D. Carlos Azevedo, para inclusão nas eucaristias de uma oração pela “fecundidade espiritual” da viagem que o Papa realiza ao nosso país entre 11 e 14 de Maio.

O site oficial da visita, www.bentoxviportugal.pt, revela o conteúdo da carta que acompanha a distribuição do cartaz e de informações sobre o material que está a ser produzido com a imagem oficial da visita.

D. Carlos Azevedo pede a colaboração dos responsáveis das 4386 paróquias portuguesas na divulgação aos fiéis da Nota Pastoral distribuída pela Conferência Episcopal Portuguesa, no passado dia 1 de Março, onde são apresentados os objectivos desta visita do Papa.

O processo de envio dos cartazes às paróquias deverá estar concluído até 19 de Março.

Ao fazer o balanço dos preparativos a menos de dois meses da chegada de Bento XVI, o coordenador da comissão organizadora da visita do Papa a Portugal referiu que a colocação dos cartazes nas entradas das igrejas será “uma maneira muito visual de chamar a atenção para a visita” e de se começar a preparar iniciativas relacionadas com a visita.

Do cartaz oficial, de distribuição gratuita, foi feita uma primeira edição de 5000 exemplares e está já prevista uma segunda edição de 3000 exemplares.

Ao apresentar a imagem oficial da visita, no passado dia 26 de Fevereiro, D. Carlos Azevedo afirmou que a fotografia do cartaz “captou a timidez e a amabilidade de Bento XVI”, bem como a “forma sublime como mostra a mão que nos acena, abençoa e saúda”. O prelado sublinhou igualmente a referência à cruz, que está presente como sinal gráfico e na disposição das letras.

(Fonte: site Rádio Renascença)

Na audiência geral o Papa confronta São Boaventura e São Tomás de Aquino


Mais de 11 mil fiéis congregaram-se na manhã desta quarta feira na Praça de São Pedro onde graças a um radioso dia de sol, Bento XVI voltou a presidir a audiência geral .

Existe uma maneira arrogante de fazer teologia, uma soberba da razão que se coloca acima da Palavra de Deus: afirmou o Papa, falando ainda da figura de São Boaventura.

Porém para Bento XVI existe uma maneira diferente de fazer teologia, movidos pelo amor de Deus, como faz aquele que procura conhecer melhor o Amado.

O amor - explicou citando o grande teólogo franciscano, alarga-se para além da razão, vê muito mais. Onde a razão já não vê, vê o amor.

Esta reflexão, para o Papa Ratzinger, não é testemunho de uma devoção sem conteúdo, mas uma expressão límpida e realista da espiritualidade franciscana.

Estas as palavras do Papa falando em português:

São Boaventura, ao lado de Santo Tomás de Aquino, seu contemporâneo, foi responsável por um grande desenvolvimento no diálogo entre a fé e a razão que caracteriza a Idade Média. Partindo de pressupostos comuns, ressaltaram aspectos diversos na sua reflexão teológica; Santo Tomás, por exemplo, insiste na primazia da verdade, enquanto que para Boaventura a categoria mais importante é o Bem. No fundo, trata-se de acentos diversos de uma visão fundamentalmente comum que mostram a fecundidade da fé na diversidade das suas expressões. Na teologia de Boaventura o primado do Amor se explica, por um lado, pelo próprio carisma franciscano e, por outro, pela influência das obras do chamado Pseudo-Dionísio Areopagita, um autor siríaco que afirmava que diante de Deus, quando a razão chega ao seu limite, o amor consegue penetrar mais profundamente no Mistério divino. Por fim, Boaventura afirma que toda criação fala de Deus, do Deus bom, belo; do seu amor, por isso, toda a nossa vida é uma peregrinação rumo a Deus.

-Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, desejando que esta visita aos lugares santificados pela pregação e martírio dos Apóstolos Pedro e Paulo vos ajude a reafirmar sempre mais a fé que opera pela caridade. Que Deus abençoe a vós e às vossas famílias.


O exemplo de São Bento deve inspirar a formação de uma consciência atenta á solidariedade e á cultura da paz. Foi o que afirmou o Papa no final da audiência geral, saudando uma delegação da chama beneditina para a paz, guiada pelo arcebispo de Norcia–Espoleto, D. Renato Boccardo.

Joseph Ratzinger que eleito Papa assumiu o nome do fundador da Ordem dos Beneditinos, recordou que a delegação vem da diocese americana de Trenton, onde a chama foi acesa.

Possa tal empresa – sublinhou o Papa – contribuir para a formação de uma consciência atenta á solidariedade e á cultura da paz, seguindo o exemplo de São Bento, apostolo incansável entre os povos da Europa.

Depois da Bênção de Bento XVI a chama de São Bento, neste seu percurso europeu, proveniente de Colónia, chegará a Cassino, onde no próximo fim-de-semana terão lugar as celebrações em honra do santo padroeiro da Europa.

(Fonte: site Radio Vaticana)

Cardeal Primaz da Irlanda pede desculpa

Na Missa celebrada esta Quarta-feira na Catedral de Armagh, Irlanda, o Cardeal Primaz do país recordou que esta semana foi confrontado com um “episódio doloroso” do seu passado.

“Escutei a reacção de pessoas acerca da minha actuação em acontecimentos ocorridos há 35 anos. Quero dizer a todos aqueles que foram prejudicados por alguma falha da minha parte que lhes peço desculpa de todo o meu coração”, afirmou D. Seán Brady na homilia.

“Olhando para trás, estou envergonhado por nem sempre ter conservado os valores que professo e em que acredito”, acrescentou o prelado.

O Primaz prevê que os próximos dois anos “estarão entre os mais críticos para nós desde o tempo de São Patrício”.

“Acredito profundamente que Deus nos chama a um novo começo”, declarou D. Seán Brady, para quem a “Carta Pastoral do Papa Bento XVI aos Fiéis da Irlanda” será uma importante fonte de renovação.

Para o prelado, a transformação da Igreja local passa por uma escuta “sincera” e “orante” da Palavra de Deus, pela atenção aos sinais do Espírito e por continuar “humildemente” a encarar a “enorme dor causada pelo abuso de crianças por parte de alguns padres e religiosos e a resposta irremediavelmente inadequada a esse abuso no passado”.

Até 2012, ano em que Dublin, capital da República da Irlanda, recebe o 50.º Congresso Eucarístico Internacional, deve haver um “reconhecimento sincero e verdadeiro do nosso pecado”.

Na análise do Cardeal Primaz, a “integridade” do testemunho do Evangelho desafia o episcopado a “assumir a responsabilidade” pelo “encobrimento” dos abusos em crianças.

O bem das vítimas da pedofilia, leigos, religiosos e padres exige que a Igreja detenha a revelação sucessiva destes casos, referiu D. Seán Brady.

Depois de assinalar que ninguém sabe até onde levará o “novo princípio” da Igreja irlandesa, o prelado assegurou que vai “reflectir cuidadosamente” sobre a situação durante a Semana Santa, Páscoa e Pentecostes.

O Cardeal Primaz concluiu a homilia dizendo que aproveitará esse tempo “para rezar, para reflectir na Palavra de Deus e para discernir a vontade do Espírito Santo. Reflectirei no que ouvi daqueles que foram feridos pelos abusos. Vou também falar com pessoas, padres, religiosos e com aqueles que conheço e amo”.

(Fonte: excerto notícia retirada do site da Agência Ecclesia)

Bento XVI assinará sexta-feira, dia de S. José, a sua carta aos católicos da Irlanda sobre a questão dos abusos sobre menores


A esperança do Papa é que a Carta aos católicos da Irlanda sobre os abusos sexuais efectuados por padres possa ajudar um processo de arrependimento, cura e renovação.

Falando em inglês durante a audiência geral desta quarta feira Bento XVI disse:

“Hoje é a festa de São Patrício e de maneira especial saúdo todos os fiéis e os peregrinos irlandeses aqui presentes.

Como sabeis, nos meses passados a Igreja na Irlanda foi profundamente abalada por causa da crise dos abusos sobre menores.

Como sinal da minha profunda preocupação escrevi uma carta pastoral que enfrenta esta situação dolorosa. Assinarei esta carta na próxima sexta-feira, solenidade de São José, guardião da Sagrada Família e patrono da Igreja universal e enviá-la-ei logo depois. Peço a todos que a leiam com coração aberto e em espírito de fé. A minha esperança é que ela possa ajudar um processo de arrependimento, cura e renovação".

(Fonte: site Radio Vaticana)

S. Patrício, patrono da Irlanda


Vídeo em espanhol

"Felizes os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lc 11,28).

Todos já ouvimos falar da Catedral de São Patrício (Saint Patrick), de Nova York. Mas poucos se lembram que ele está profundamente ligado à Irlanda. E a Irlanda toda fala deste Santo.

São Patrício viveu no começo do século V. Tornou-se apóstolo, como padre e bispo, de toda a Irlanda. Além de converter os chefes dos diversos clãs, ele ainda criou os mosteiros, como centros de irradiação do cristianismo e da cultura. Até hoje, não se conhece país no mundo inteiro, que tenha tanta irradiação missionária, como a Irlanda. É uma bela tradição, atribuída a São Patrício, o Santo de hoje.

Ninguém é tão feliz quanto o missionário, que espalha a Palavra de Cristo e toca os corações dos homens.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

Nota: o trevo de três folhas, símbolo nacional da Irlanda representa a Santíssima Trindade