Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 31 de março de 2009
Reviver a emoção do dia 2 de abril de 2005
Celebra-se dentro de alguns dias os quatro anos da morte de João Paulo II.
No dia 2 de Abril terão transcorridos 4 anos da morte de João Paulo II, cuja recordação é sempre viva na memória coletiva. João Paulo II, por sua vez, “deixou um sinal profundo na história da Igreja e da humanidade”, sublinhou Bento XVI falando no primeiro aniversário da morte.
No ano passado, durante a missa pelos 3 anos de falecimento, Bento XVI, disse que o pontificado do seu predecessor foi um pontificado que testemunhou ao mundo a misericórdia de Cristo Ressuscitado, vivido por um Papa que soube ser fiel ao Cristo Crucificado.
É ainda intensa a recordação da multidão que atravessou a via da Conciliação, de noite e de dia, para render homenagem aos restos mortais do falecido pontífice e da multidão que tomou conta da Praça São Pedro para os funerais. Uma emoção intensa, a partir do anúncio da morte, às 21h37 do dia 2 de abril de 2005.
VOZ D. SANDRI: Caríssimos irmãos e irmãs às 21h37 o nosso amadíssimo Papa João Paulo II retornou à casa do Pai. Rezemos por ele.
(Fonte: H2O News)
1. Reconciliação: as experiências da sociedade
50. A dimensão sociopolítica da reconciliação. Certas sociedades africanas foram levadas à ruína pelos seus dirigentes políticos. Alguns países foram o teatro de cenas trágicas de xenofobia, onde o estrangeiro simbolizava todos os males da sociedade e servia de bode expiatório: seres humanos foram queimados vivos, feitos em pedaços, famílias foram dispersadas, aldeias destruídas. Noutros países, confirmam algumas Igrejas particulares, certos partidos políticos utilizaram a fibra étnica, tribal ou regional para atrair populações à sua causa na conquista do poder, em vez de favorecer o viver em conjunto.
51. A dimensão socioeconómica da reconciliação. Notámos que a má gestão e a miséria que ela engendrou provocaram o tráfico de seres humanos, a exploração comercial da prostituição e o trabalho de menores; contribuiu em grande parte a destruir os laços de família, desestabilizar comunidades humanas inteiras e mandar para a estrada milhares de refugiados. Ao nível das nações, as zonas ricas em recursos petrolíferos ou mineiros tornaram-se rapidamente focos de conflitos, até mesmo de guerras entre povos vizinhos e nações.
52. A dimensão sociocultural da reconciliação. Alguns meios de comunicação (rádio, imprensa escrita, televisão) difundiram informações e imagens que incitaram as populações à violência e ao ódio, causando sérios danos aos valores que cimentavam o tecido familiar e social: o respeito pelos anciãos, as mulheres como mães e protectoras da vida, etc. As populações estão preocupadas com a perda crescente de identidade cultural, sobretudo por parte da juventude. E o olhar condescendente sobre a Religião Tradicional Africana acentua a desvalorização dos valores que deveriam constituir o património africano. Nota-se que esta relação com a religião do outro transforma-se, em certas partes do continente, em verdadeira rivalidade entre cristãos e muçulmanos.
INSTRUMENTUM LABORIS Cap. II, I, 1. 50-52
(Fonte: site da Santa Sé)
51. A dimensão socioeconómica da reconciliação. Notámos que a má gestão e a miséria que ela engendrou provocaram o tráfico de seres humanos, a exploração comercial da prostituição e o trabalho de menores; contribuiu em grande parte a destruir os laços de família, desestabilizar comunidades humanas inteiras e mandar para a estrada milhares de refugiados. Ao nível das nações, as zonas ricas em recursos petrolíferos ou mineiros tornaram-se rapidamente focos de conflitos, até mesmo de guerras entre povos vizinhos e nações.
52. A dimensão sociocultural da reconciliação. Alguns meios de comunicação (rádio, imprensa escrita, televisão) difundiram informações e imagens que incitaram as populações à violência e ao ódio, causando sérios danos aos valores que cimentavam o tecido familiar e social: o respeito pelos anciãos, as mulheres como mães e protectoras da vida, etc. As populações estão preocupadas com a perda crescente de identidade cultural, sobretudo por parte da juventude. E o olhar condescendente sobre a Religião Tradicional Africana acentua a desvalorização dos valores que deveriam constituir o património africano. Nota-se que esta relação com a religião do outro transforma-se, em certas partes do continente, em verdadeira rivalidade entre cristãos e muçulmanos.
INSTRUMENTUM LABORIS Cap. II, I, 1. 50-52
(Fonte: site da Santa Sé)
Comentário ao Evangelho de Domingo feito por:
Santa Teresa Benedita da Cruz [Edith Stein] (1891-1942), carmelita, mártir e co-padroeira da Europa
«Quando tiverdes erguido ao alto o Filho do Homem, então ficareis a saber que Eu sou o que sou»
O Salvador pende da cruz diante de Ti porque se tornou obediente até à morte e morte de cruz (Fl 2,8). [...] O Salvador pende da cruz diante de Ti, nu e despojado, porque escolheu a pobreza. [...] O Salvador pende da cruz diante de Ti, com o coração aberto. Derramou o sangue do Seu coração para ganhar o teu. Se o quiseres seguir na santa castidade, o teu coração deverá ser purificado de todo o desejo terreno. [...] Os braços do Crucificado estão estendidos para te atrair ao Seu coração. Quer a tua vida para te dar a Sua. Ave Crux, spes unica! Salvé, cruz santa, nossa única esperança!
O mundo está em chamas. [...] Mas acima de todas as labaredas ergue-se a cruz, que nada pode consumir. É ela o caminho da terra ao céu e leva ao seio da Trindade aquele que a abraça com fé, com amor e na esperança. O mundo está em chamas. Sentes a urgência de as apagar? Eleva o teu olhar para a cruz. Do coração aberto jorra o sangue do Redentor, o sangue que apaga as chamas do inferno. Liberta o teu coração [...] e a torrente do amor divino o encherá até o fazer transbordar e o fará dar fruto até aos confins da terra.
Ouves os gemidos dos feridos de todos os campos de batalha? Não és médica, nem enfermeira, nem podes tratar as suas chagas. Estás fechada na tua cela, e não podes chegar ao pé deles. Ouves o grito de angústia dos moribundos? Desejarias ser sacerdote para lhes dar assistência. Estás emocionada com o sofrimento das viúvas e dos órfãos? Desejarias ser um anjo consolador e ir em socorro deles. Eleva os olhos para o Crucificado. [...] Se és Sua esposa, na fiel observância dos teus votos, o Seu precioso sangue será também teu. Ligada a Ele, estarás presente em todo o lado, como Ele também está. Não estarás aqui nem ali, como o médico, o enfermeiro ou o sacerdote, mas em todas as frentes, em cada lugar de desolação – presente pela força da Cruz. [...]
Os olhos do Crucificado estão postos em ti: interrogam-te, sondam-te. Estás pronta e renovar a tua aliança com Ele? Que Lhe vais tu responder? «A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna» (Jo 6,68). Ave Crux, spes unica!
«Quando tiverdes erguido ao alto o Filho do Homem, então ficareis a saber que Eu sou o que sou»
O Salvador pende da cruz diante de Ti porque se tornou obediente até à morte e morte de cruz (Fl 2,8). [...] O Salvador pende da cruz diante de Ti, nu e despojado, porque escolheu a pobreza. [...] O Salvador pende da cruz diante de Ti, com o coração aberto. Derramou o sangue do Seu coração para ganhar o teu. Se o quiseres seguir na santa castidade, o teu coração deverá ser purificado de todo o desejo terreno. [...] Os braços do Crucificado estão estendidos para te atrair ao Seu coração. Quer a tua vida para te dar a Sua. Ave Crux, spes unica! Salvé, cruz santa, nossa única esperança!
O mundo está em chamas. [...] Mas acima de todas as labaredas ergue-se a cruz, que nada pode consumir. É ela o caminho da terra ao céu e leva ao seio da Trindade aquele que a abraça com fé, com amor e na esperança. O mundo está em chamas. Sentes a urgência de as apagar? Eleva o teu olhar para a cruz. Do coração aberto jorra o sangue do Redentor, o sangue que apaga as chamas do inferno. Liberta o teu coração [...] e a torrente do amor divino o encherá até o fazer transbordar e o fará dar fruto até aos confins da terra.
Ouves os gemidos dos feridos de todos os campos de batalha? Não és médica, nem enfermeira, nem podes tratar as suas chagas. Estás fechada na tua cela, e não podes chegar ao pé deles. Ouves o grito de angústia dos moribundos? Desejarias ser sacerdote para lhes dar assistência. Estás emocionada com o sofrimento das viúvas e dos órfãos? Desejarias ser um anjo consolador e ir em socorro deles. Eleva os olhos para o Crucificado. [...] Se és Sua esposa, na fiel observância dos teus votos, o Seu precioso sangue será também teu. Ligada a Ele, estarás presente em todo o lado, como Ele também está. Não estarás aqui nem ali, como o médico, o enfermeiro ou o sacerdote, mas em todas as frentes, em cada lugar de desolação – presente pela força da Cruz. [...]
Os olhos do Crucificado estão postos em ti: interrogam-te, sondam-te. Estás pronta e renovar a tua aliança com Ele? Que Lhe vais tu responder? «A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna» (Jo 6,68). Ave Crux, spes unica!
O Evangelho do dia 31 de Março de 2009
São João 8, 21-30
Naquele tempo,
disse Jesus aos fariseus:
«Eu vou partir.
Haveis de procurar-Me e morrereis no vosso pecado.
Vós não podeis ir para onde Eu vou».
Diziam então os judeus: «Irá Ele matar-Se?
Será por isso que Ele afirma:
‘Vós não podeis ir para onde Eu vou’?»
Mas Jesus continuou, dizendo:
«Vós sois cá de baixo, Eu sou lá de cima;
vós sois deste mundo, Eu não sou deste mundo.
Ora Eu disse-vos que morrereis nos vossos pecados,
porque senão acreditardes que ‘Eu sou’,
morrereis nos vossos pecados».
Então perguntaram-Lhe: «Quem és Tu?»
Respondeu-lhes Jesus:
«Absolutamente aquilo que vos digo.
Tenho muito que dizer e julgar a respeito de vós.
Mas Aquele que Me enviou é verdadeiro
e Eu comunico ao mundo o que Lhe ouvi».
Eles não compreenderam que lhes falava do Pai.
Disse-lhes então Jesus:
«Quando levantardes o Filho do homem,
então sabereis que ‘Eu sou’
e que por Mim nada faço,
mas falo como o Pai Me ensinou.
Aquele que Me enviou está comigo:
não Me deixou só,
porque Eu faço sempre o que é do seu agrado».
Enquanto Jesus dizia estas palavras,
muitos acreditaram n’Ele.
Naquele tempo,
disse Jesus aos fariseus:
«Eu vou partir.
Haveis de procurar-Me e morrereis no vosso pecado.
Vós não podeis ir para onde Eu vou».
Diziam então os judeus: «Irá Ele matar-Se?
Será por isso que Ele afirma:
‘Vós não podeis ir para onde Eu vou’?»
Mas Jesus continuou, dizendo:
«Vós sois cá de baixo, Eu sou lá de cima;
vós sois deste mundo, Eu não sou deste mundo.
Ora Eu disse-vos que morrereis nos vossos pecados,
porque senão acreditardes que ‘Eu sou’,
morrereis nos vossos pecados».
Então perguntaram-Lhe: «Quem és Tu?»
Respondeu-lhes Jesus:
«Absolutamente aquilo que vos digo.
Tenho muito que dizer e julgar a respeito de vós.
Mas Aquele que Me enviou é verdadeiro
e Eu comunico ao mundo o que Lhe ouvi».
Eles não compreenderam que lhes falava do Pai.
Disse-lhes então Jesus:
«Quando levantardes o Filho do homem,
então sabereis que ‘Eu sou’
e que por Mim nada faço,
mas falo como o Pai Me ensinou.
Aquele que Me enviou está comigo:
não Me deixou só,
porque Eu faço sempre o que é do seu agrado».
Enquanto Jesus dizia estas palavras,
muitos acreditaram n’Ele.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Preservativos em África: Artigo no "Washington Post" diz que Papa pode ter razão
A distribuição de preservativos não está a ajudar a combater a Sida em África e pode, inclusive, estar a ter o efeito contrário. Quem o defende é Edward C. Green, um cronista do "Washington Post", citando estudos científicos.
Edward C. Green, um cronista do "Washington Post", sai em defesa da posição do Papa Bento XVI contra as campanhas para a utilização de preservativos como forma de combater a propagação do HIV/SIDA em África. Num artigo de opinião intitulado "O Papa pode ter razão", cita vários estudos científicos que indicam que os preservativos não estão a ter sucesso como forma primária de prevenção e que as campanhas podem mesmo agravar a propagação do vírus naquele continente.
Edward C. Green diz que as Nações Unidas ignoraram as conclusões de um estudo que encomendaram a Norman Hearst e Sanny Chen, da Universidade da Califórnia, após em 2003 os investigadores terem concluído a não existência de evidências que os preservativos estivessem a resultar como forma primária de prevenção do HIV em África. O colunista diz que este dado tem sido refutado em diversos grandes artigos de revistas científicas como a Lancet, Science e BMJ, referindo um artigo publicado no ano passado na Science onde 10 especialistas consideram que "o uso consistente de preservativos não atingiu um nível suficientemente alto, mesmo após anos de campanhas alargadas e agressivas para a sua promoção, de modo a fazerem descer o número de novas infecções e das epidemias generalizadas na África Sub-Sahariana".
Edward C. Green diz que ao contrário de países como a Tailândia e o Cambodja, onde a propagação acontecia sobretudo através da prostituição e foi possível instituir políticas eficazes de distribuição de preservativos nos bordéis, em África a situação é diferente.
Defende que isto acontece porque por um lado o vírus não está aí tão concentrado em grupos de risco, como prostitutas, homossexuais ou utilizadores de drogas injectáveis, por outro porque uma parte significativa da população tem diversos parceiros sexuais em curtos períodos de tempo. No Botswana, que tem uma das mais altas taxas de infectados do mundo, 43% dos homens e 17% das mulheres indicaram ter tido relações sexuais regulares como dois ou mais parceiros no ano anterior.
O cronista vai contudo mais longe nas suas conclusões, diz que não só as campanhas não resultam porque não estão a levar ao uso generalizado do preservativo, ao mesmo tempo que as pessoas que os passam a usar normalmente podem por isso ficar mais confiantes para correr riscos em algumas ocasiões. Defende que a solução deveria antes passar por campanhas pela fidelidade, mesmo no caso de relações poligâmicas.
(Fonte: site Expresso em http://clix.expresso.pt/preservativos-em-africa-artigo-no-washington-post-diz-que-papa-pode-ter-razao=f506069 )
NOTA: ver notícia original na inserção anterior
Edward C. Green, um cronista do "Washington Post", sai em defesa da posição do Papa Bento XVI contra as campanhas para a utilização de preservativos como forma de combater a propagação do HIV/SIDA em África. Num artigo de opinião intitulado "O Papa pode ter razão", cita vários estudos científicos que indicam que os preservativos não estão a ter sucesso como forma primária de prevenção e que as campanhas podem mesmo agravar a propagação do vírus naquele continente.
Edward C. Green diz que as Nações Unidas ignoraram as conclusões de um estudo que encomendaram a Norman Hearst e Sanny Chen, da Universidade da Califórnia, após em 2003 os investigadores terem concluído a não existência de evidências que os preservativos estivessem a resultar como forma primária de prevenção do HIV em África. O colunista diz que este dado tem sido refutado em diversos grandes artigos de revistas científicas como a Lancet, Science e BMJ, referindo um artigo publicado no ano passado na Science onde 10 especialistas consideram que "o uso consistente de preservativos não atingiu um nível suficientemente alto, mesmo após anos de campanhas alargadas e agressivas para a sua promoção, de modo a fazerem descer o número de novas infecções e das epidemias generalizadas na África Sub-Sahariana".
Edward C. Green diz que ao contrário de países como a Tailândia e o Cambodja, onde a propagação acontecia sobretudo através da prostituição e foi possível instituir políticas eficazes de distribuição de preservativos nos bordéis, em África a situação é diferente.
Defende que isto acontece porque por um lado o vírus não está aí tão concentrado em grupos de risco, como prostitutas, homossexuais ou utilizadores de drogas injectáveis, por outro porque uma parte significativa da população tem diversos parceiros sexuais em curtos períodos de tempo. No Botswana, que tem uma das mais altas taxas de infectados do mundo, 43% dos homens e 17% das mulheres indicaram ter tido relações sexuais regulares como dois ou mais parceiros no ano anterior.
O cronista vai contudo mais longe nas suas conclusões, diz que não só as campanhas não resultam porque não estão a levar ao uso generalizado do preservativo, ao mesmo tempo que as pessoas que os passam a usar normalmente podem por isso ficar mais confiantes para correr riscos em algumas ocasiões. Defende que a solução deveria antes passar por campanhas pela fidelidade, mesmo no caso de relações poligâmicas.
(Fonte: site Expresso em http://clix.expresso.pt/preservativos-em-africa-artigo-no-washington-post-diz-que-papa-pode-ter-razao=f506069 )
NOTA: ver notícia original na inserção anterior
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