Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

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20 Nov 18h30 " Papa Francisco e a Fé " Aura Miguel, Henrique Mota e João César das Neves - Fundação Maria Ulrich


Papa assiste às exéquias do Cardeal Bartolucci que foram acompanhadas pelo Coro da Capela Sisitina (só vídeo)

O Batismo é a “porta” da fé e da vida cristã.

Devemos combater a batalha pela vida, jamais pela morte! O Papa Francisco em apelo durante a Audiência Geral desta manhã, na Praça S. Pedro, diante de mais de 70 mil pessoas.

O Pontífice mencionou duas notícias dos últimos dias: uma na Síria e outra nas Filipinas.

Fui informado com grande dor que dois dias atrás, em Damasco, tiros de morteiro mataram algumas crianças que voltavam da escola e o motorista do autocarro. Outras crianças ficaram feridas. Rezemos para que essas tragédias não aconteçam! Nestes dias, estamos rezando e unindo as forças para ajudar os nossos irmãos e irmãs das Filipinas, atingidos pelo tufão. Essas são as verdadeiras batalhas a combater. Pela Vida! Jamais pela morte!

O Papa chegou à Praça às 9h50, no papamóvel branco. Por cerca de meia-hora, Francisco recebeu e retribuiu o carinho dos fiéis, abençoando a multidão, beijando as crianças e conversando com os inúmeros grupos.

Prosseguindo sua reflexão sobre o Credo, hoje Francisco aprofundou o tema do Batismo, o único Sacramento referido na profissão de fé.

O Batismo, explicou o Pontífice, é a “porta” da fé e da vida cristã. Quando dizemos que “professo um só Batismo para a remissão dos pecados”, afirmamos que este sacramento é, em certo sentido, a carteira de identidade do cristão: um novo nascimento, o ponto de partida de um caminho de conversão, que se estende por toda a vida.

O Papa convidou-nos a refletir: “o Batismo é para mim um facto do passado, ao qual jamais penso, ou uma realidade viva, que diz respeito ao meu presente, em cada momento? O dia do nosso aniversário é o nosso dia à vida; e o dia do nosso Batismo é o dia que nascemos para a Igreja”, disse o Papa, dando a “lição de casa” aos fiéis de se informarem a data em que foram batizados.

Este novo nascimento dá-se através de uma verdadeira imersão espiritual na morte de Cristo –batismo significa imersão –, para que possamos ressuscitar com Ele para uma vida nova.

Assim, o Batismo representa uma poderosa intervenção da misericórdia divina na nossa vida, que nos garante o perdão de todos os pecados: do pecado original e de todos os pecados pessoais. “Todavia, esta intervenção divina não nos exime da responsabilidade de pedir perdão toda vez que erramos!”

A fragilidade da nossa natureza humana permanece, prosseguiu o Papa, por isso é preciso humildemente renovar e consolidar este perdão, por meio do sacramento da Penitência.

Eu não posso me batizar duas, três, quatro vezes, mas posso me confessar; e quando me confesso, renovo a graça do Batismo. É como se fizesse um segundo Batismo. O Senhor Jesus é tão bom que jamais me cansa de perdoar. O Batismo abre-nos a porta à Igreja e quando esta porta se fecha devido às nossas fraquezas, pecados, a Confissão a reabre, porque nos ilumina para prosseguir com a luz do Senhor. Prossigamos com alegria, porque a vida deve ser vivida com a alegria de Jesus Cristo e esta é uma graça do Senhor.

(Fonte: 'new.va' com adaptação)

Vídeo da ocasião em italiano

Deus não nos recusa a Sua graça

Numa das suas catequeses sobre o Credo, o Papa Francisco exorta a que nunca tenhamos medo de olhar para o Juízo final. Pelo contrário, que ele nos leve a viver melhor o presente. Deus oferece-nos este tempo com misericórdia e paciência, a fim de aprendermos todos os dias a reconhecê-Lo nos pobres e nos pequeninos, a trabalharmos para o bem e a sermos vigilantes na oração e no amor [15]. A meditação das verdades eternas torna-se em nós mais sobrenatural pelo santo temor de Deus, dom do Espírito Santo que nos impulsiona – como S. Josemaria comentava – a aborrecer o pecado em todas as suas formas, que é a única coisa que nos pode afastar dos planos misericordiosos do nosso Pai Deus.

(…) consideremos bem a fundo estas verdades últimas. Aumentará assim a nossa esperança, encher-nos-emos de otimismo diante das dificuldades, levantar­‑nos-emos uma vez e outra das nossas pequenas, ou não tão pequenas, quedas, perante o pensamento da Bem-aventurança eterna que Cristo nos prometeu se Lhe somos fiéis, porque Deus não nos recusa a Sua graça. «Esta vida perfeita com a Santíssima Trindade, esta comunhão de vida e de amor com Ela, com a Virgem Maria, com os anjos e todos os bem­‑aventurados chama-se «céu». O céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva» [16].

[15]. Papa Francisco, Discurso na Audiência geral, 24-IV-2013.
[16]. Catecismo da Igreja Católica, n. 1024.

(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de novembro de 2013)
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