Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 13 de abril de 2013

Amar a Cristo...

Querido Jesus, quão bom és Tu, quão misericordioso és, quão, quão tudo o de bom que há na terra e no Céu, que só Tu com o Pai e o Espírito Santo, que sois um só, podeis de facto ser.

Amas-nos ao ponto de Te entregares na cruz por nós, perdoas-nos diariamente os nossos pecados e falhas, e estás sempre disponível para nos agraciares, protegendo os que nos são caros e a nós pecadores.

Não há salmo ou hino que Te possa cantar, pois mesmo que Te os cantemos todos e componhamos alguns, jamais conseguiremos encher a medida da gratidão que Te é devida.

Louvor e glória a Vós para todo o sempre, Jesus Cristo Nosso Senhor!

JPR

20 Abr 17h30 Pedro Gil "J.R.R.Tolkien" - Oratório de São Josemaria em Lisboa


O povo e o bispo juntos (Editorial)

A relação entre o bispo e o povo esteve no centro da simples e solene tomada de posse da cátedra romana do Latrão pelo sucessor de Pedro. Um rito importante e mantido ao longo dos séculos que, mesmo com o mudar dos tempos e não obstante fases de eclipses, desde sempre quis expressar a dimensão mais autêntica do papado: aquela pastoral, indissoluvelmente ligada à diocese de Roma e radicada na tríplice palavra de Cristo dirigida ao primeiro dos apóstolos.

Uma dimensão que o Papa Francisco, em continuidade com os predecessores, com gestos e palavras simples soube expressar e comunicar com eficácia imediata e nova desde os primeiros momentos do seu pontificado, suscitando interesse e simpatia entre crentes e não-crentes. Gestos e palavras que são na história pessoal do jesuíta Jorge Mario Bergoglio e no seu episcopado, como ele mesmo mencionou várias vezes e como sobressai do mote, não habitual, miserando et eligendo.

Tiradas do comentário de Beda ao episódio da escolha e da chamada do publicano Mateus, depois apóstolo e evangelista, as palavras latinas pretendem expressar a atitude de Jesus: a sua misericórdia e o convite a segui-lo. Por outras palavras, a essência da fé cristã, como explicou o bispo ao seu povo de Roma falando da paciência de Deus. Em coerência e em continuidade com uma pregação diária que o Papa Francisco faz durante as missas matutinas.

O olhar de ternura misericordiosa (miserando) que é próprio de Jesus mostra esta paciência de Deus que - segundo uma intuição antiga expressa em tempos modernos por Romano Guardini e recordada pelo Pontífice - responde à debilidade humana. Assim como faz o pai misericordioso que espera o filho, também Cristo ressuscitado dá uma semana de tempo ao apóstolo Tomé para mudar de opinião em relação à sua incredulidade, precisamente como tinha esperado as lágrimas de Pedro e a sua tríplice resposta que equilibra a tríplice negação.

Trata-se por conseguinte de uma expectativa, mas ao mesmo tempo de uma chamada (et eligendo), a paciência do Pai que espera o regresso do filho. "Quantas propostas mundanas ouvimos à nossa volta" constatou o Papa Francisco, convidando com doçura a deixar-se agarrar pela proposta de Deus porque "a sua é uma carícia de amor". Amor expresso com a vida e com o sacrifício de Jesus, e por conseguinte com as suas chagas, invocadas no ritmo medieval Anima Christi que se repete várias vezes nos Exercícios espirituais de Inácio de Loyola e que foi difundido de novo graças a uma lindíssima melodia de Taizé.

Vividamente, a experiência pessoal foi evocada pelo bispo de Roma para recordar ao seu povo "a coragem de entrar nas chagas de Cristo". Assim, encontrando a sua misericórdia nos sacramentos "sentiremos o seu abraço e seremos também nós mais capazes de misericórdia".

GIOVANNI MARIA VIAN - Diretor

(© L'Osservatore Romano - 14 de Abril de 2013)

Enfrentar os problemas da vida confiando sempre em Deus

"Diante dos problemas da vida, os cristãos não devem procurar atalhos, mas confiar sempre em Deus, o Senhor da vida."

Estas palavras foram proferidas pelo Papa Francisco na homilia da missa celebrada na manhã deste sábado na Casa Santa Marta, no Vaticano, da qual participaram os membros da Polícia do Vaticano, do Corpo de Bombeiros do Vaticano e as religiosas Filhas da Caridade.

"Um cristão sabe como aceitar os factos", disse o Papa Francisco. É uma profunda lição de vida que o Santo Padre extraiu da leitura dos Atos dos Apóstolos oferecida pela liturgia nesses dias depois da Páscoa.

O Papa convidou a não ter medo dos problemas, pois o próprio Jesus disse a seus discípulos: "Sou eu, não tenham medo. Sou eu, sempre. Com as dificuldades da vida, com os problemas, com as coisas novas que temos de lidar. O Senhor está presente. Podemos errar, realmente, mas Ele está sempre perto de nós e nos diz: você errou, retome o caminho certo", destacou Francisco.

O Papa sublinhou que o enganar a vida, o maquilhar a vida não é um comportamento bom. "A vida é como é. É a realidade. É como Deus quer que seja ou como Deus permite que seja. Devemos aceitá-la e o Espírito do Senhor nos dará a solução para os problemas", concluiu o pontífice.

Rádio Vaticano com adaptação de JPR

Visita virtual à Basílica de São Paulo Fora de Muros aonde o Papa celebrará amanhã (vídeo em espanhol)