Senhor Jesus, há momentos e circunstâncias na nossa vida, não fora a Oração mental, seriam muitos os dias e as horas sem com quem pudesse dialogar e exteriorizar o nosso estado de alma e pedir orientação e simultaneamente louvar-Te e manifestar-Te a nossa gratidão.
Bem-haja e louvado sejais agora e para sempre!
JPR
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Iniciativa na internet recolhe assinaturas para exigir que o Facebook não censure fanpage Memes Católicos
A plataforma espanhola HazteOír apresentou uma campanha de coleta de assinaturas (à hora deste post no ‘Spe Deus’ já ultrapassava as 8.400 sendo objetivo as 10.000), para exigir à rede social Facebook que “reveja a denúncia” que motivou a censura da página Memes Católicos e devolva esta ao seu administrador, o peruano Yhonatan Luque Reyes, de 24 anos.
A destinatária das assinaturas recolhidas por HazteOír é Natalia Basterrechea, responsável de assuntos públicos do Facebook em Espanha.
Tal como denunciou a ACI Prensa, a agência do grupo ACI de notícias em espanhol, na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicação alguma, o Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou os seus mais de 115 mil seguidores sem poder aceder os “memes” (quadrinhos com mensagens curtas).
Conforme informou Yhonatan à ACI Prensa, em dezembro de 2012 o Facebook notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o artigo 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.
Nessa ocasião, a rede social deu ao jovem a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polémico] devido ao nome "Memes Católicos".
Yhonatan explicou que “o artigo 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido inserir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente perigosos para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos. Isto não é justo".
"A minha página resume-se a publicar vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem a dizer, para mostrar nossa doutrina tal como ela é", assegurou.
HazteOír sublinhou que, no momento de sua censura por parte do Facebook, a página “Memes Católicos” contava “com mais seguidores que órgão de informação de destaque, como os espanhóis ABC, El Mundo ou a Cadeia SER”.
A plataforma espanhola salientou que esta censura à página católica no Facebook “foi interpretada como um ataque à liberdade de expressão e de religião por muitos meios de comunicação”.
“A indignação está percorrendo as redes sociais, as demosntrações de apoio existem por milhares, todos são testemunhas oculares de que os factos denunciados são falsos”, indicou.
O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais do Vaticano também ecoou, através de sua conta na rede social Twitter a denúncia publicada pela ACI Prensa.
Para os membros da HazteOír, “Facebook pode reanalisar os factos e restituir a página a seu administrador”, pois “já no passado a empresa deu mostras de boa atitude no respeito à liberdade religiosa e de expressão”.
“Podemos ajudar o Facebook a descobrir o engano e mostrar que pode ser também um espaço amável para o desenvolvimento da atividade dos cristãos”, assegurou a plataforma espanhola.
HazteOír advertiu que “hoje a injustiça foi cometida contra Yhonatan, amanhã é você quem pode sofrê-la”.
Na carta destinada a Natalia Basterrechea, informa-se que a página “Memes Católicos” foi “denunciada falsamente por incitação ao ódio simplesmente pelo facto de mostrar conteúdo cristão”.
“Por favor, reveja a denúncia, devolva a página a seu administrador e permita que o Facebook, como demonstrou em muitas ocasiões, seja também um espaço amável para o desenvolvimento da liberdade de religião dos cristãos”, solicita a nota do grupo espanhol.
Para assinar a carta exigindo que Facebook não censure aos cristãos, aceda a: http://hazteoir.org/alerta/50692-firma-vas-permitir-que-facebook-censure-cristianos
A destinatária das assinaturas recolhidas por HazteOír é Natalia Basterrechea, responsável de assuntos públicos do Facebook em Espanha.
Tal como denunciou a ACI Prensa, a agência do grupo ACI de notícias em espanhol, na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicação alguma, o Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou os seus mais de 115 mil seguidores sem poder aceder os “memes” (quadrinhos com mensagens curtas).
Conforme informou Yhonatan à ACI Prensa, em dezembro de 2012 o Facebook notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o artigo 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.
Nessa ocasião, a rede social deu ao jovem a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polémico] devido ao nome "Memes Católicos".
Yhonatan explicou que “o artigo 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido inserir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente perigosos para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos. Isto não é justo".
"A minha página resume-se a publicar vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem a dizer, para mostrar nossa doutrina tal como ela é", assegurou.
HazteOír sublinhou que, no momento de sua censura por parte do Facebook, a página “Memes Católicos” contava “com mais seguidores que órgão de informação de destaque, como os espanhóis ABC, El Mundo ou a Cadeia SER”.
A plataforma espanhola salientou que esta censura à página católica no Facebook “foi interpretada como um ataque à liberdade de expressão e de religião por muitos meios de comunicação”.
“A indignação está percorrendo as redes sociais, as demosntrações de apoio existem por milhares, todos são testemunhas oculares de que os factos denunciados são falsos”, indicou.
O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais do Vaticano também ecoou, através de sua conta na rede social Twitter a denúncia publicada pela ACI Prensa.
Para os membros da HazteOír, “Facebook pode reanalisar os factos e restituir a página a seu administrador”, pois “já no passado a empresa deu mostras de boa atitude no respeito à liberdade religiosa e de expressão”.
“Podemos ajudar o Facebook a descobrir o engano e mostrar que pode ser também um espaço amável para o desenvolvimento da atividade dos cristãos”, assegurou a plataforma espanhola.
HazteOír advertiu que “hoje a injustiça foi cometida contra Yhonatan, amanhã é você quem pode sofrê-la”.
Na carta destinada a Natalia Basterrechea, informa-se que a página “Memes Católicos” foi “denunciada falsamente por incitação ao ódio simplesmente pelo facto de mostrar conteúdo cristão”.
“Por favor, reveja a denúncia, devolva a página a seu administrador e permita que o Facebook, como demonstrou em muitas ocasiões, seja também um espaço amável para o desenvolvimento da liberdade de religião dos cristãos”, solicita a nota do grupo espanhol.
Para assinar a carta exigindo que Facebook não censure aos cristãos, aceda a: http://hazteoir.org/alerta/50692-firma-vas-permitir-que-facebook-censure-cristianos
(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
Amor e verdade são dois nomes de Deus
“Jesus não veio procurar o consenso dos homens”. “O verdadeiro profeta é a Deus que obedece, pondo-se ao serviço da verdade, pronto a pagar em primeira pessoa”. Palavras do Papa, neste domingo ao meio-dia, na Praça de São Pedro, comentando o Evangelho do dia, com o episódio vivido por Jesus em Nazaré, rejeitado pelos seus conterrâneos.
Sabendo bem que “nenhum profeta é bem aceite na sua pátria”, Jesus – observou o Papa – dirige às pessoas palavras que soam como uma provocação: cita dois milagres realizados pelos grandes profetas Elias e Eliseu a favor de pessoas não israelitas, para mostrar que às vezes há mais fé fora de Israel. E é por isso que todos reagem, expulsando-o da sinagoga e tentando mesmo deitá-lo abaixo de um precipício.
É caso para nos perguntarmos por que é que Jesus quis provocar esta rotura? – prosseguiu Bento XVI. Ao princípio as pessoas estavam admiradas com ele, teria porventura conseguido um certo consenso…
“Mas é precisamente essa a questão: Jesus não veio para procurar o consenso dos homens, mas – como dirá no fim a Pilatos – para dar testemunho da verdade.
O verdadeiro profeta não obedece senão a Deus e coloca-se ao serviço da verdade, pronto a pagar na sua própria pele”.
É verdade que Jesus é o profeta do amor (reconheceu o Papa), mas também o amor tem a sua própria verdade.
“Ou melhor: amor e verdade são dois nomes da mesma realidade, dois nomes de Deus”.
Citando a segunda leitura deste domingo, Bento XVI recordou que “a caridade… não falta de respeito, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não tem conta do mal recebido, não se regozija com a injustiça, mas alegra-se com a verdade”.
“Crer em Deus, significa renunciar aos próprios preconceitos e acolher o rosto concreto no qual Ele se revelou: o homem Jesus de Nazaré. E esta via leva a reconhecê-lo e servi-lo também nos outros”.
Depois da oração mariana, Bento XVI recordou que em Itália a Igreja celebra neste domingo a “Jornada pela vida”.
“Associo-me aos bispos italianos que na sua mensagem convidam a investir na vida e na família, como resposta eficaz à atual crise”.
O Papa saudou também o Movimento pela Vida, fazendo votos de bom sucesso para a iniciativa denominada “um de nós”, “para que a Europa seja sempre lugar onde cada ser humano seja tutelado na sua dignidade”
Rádio Vaticano
Vídeo da ocasião em espanhol
Sabendo bem que “nenhum profeta é bem aceite na sua pátria”, Jesus – observou o Papa – dirige às pessoas palavras que soam como uma provocação: cita dois milagres realizados pelos grandes profetas Elias e Eliseu a favor de pessoas não israelitas, para mostrar que às vezes há mais fé fora de Israel. E é por isso que todos reagem, expulsando-o da sinagoga e tentando mesmo deitá-lo abaixo de um precipício.
É caso para nos perguntarmos por que é que Jesus quis provocar esta rotura? – prosseguiu Bento XVI. Ao princípio as pessoas estavam admiradas com ele, teria porventura conseguido um certo consenso…
“Mas é precisamente essa a questão: Jesus não veio para procurar o consenso dos homens, mas – como dirá no fim a Pilatos – para dar testemunho da verdade.
O verdadeiro profeta não obedece senão a Deus e coloca-se ao serviço da verdade, pronto a pagar na sua própria pele”.
É verdade que Jesus é o profeta do amor (reconheceu o Papa), mas também o amor tem a sua própria verdade.
“Ou melhor: amor e verdade são dois nomes da mesma realidade, dois nomes de Deus”.
Citando a segunda leitura deste domingo, Bento XVI recordou que “a caridade… não falta de respeito, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não tem conta do mal recebido, não se regozija com a injustiça, mas alegra-se com a verdade”.
“Crer em Deus, significa renunciar aos próprios preconceitos e acolher o rosto concreto no qual Ele se revelou: o homem Jesus de Nazaré. E esta via leva a reconhecê-lo e servi-lo também nos outros”.
Depois da oração mariana, Bento XVI recordou que em Itália a Igreja celebra neste domingo a “Jornada pela vida”.
“Associo-me aos bispos italianos que na sua mensagem convidam a investir na vida e na família, como resposta eficaz à atual crise”.
O Papa saudou também o Movimento pela Vida, fazendo votos de bom sucesso para a iniciativa denominada “um de nós”, “para que a Europa seja sempre lugar onde cada ser humano seja tutelado na sua dignidade”
Rádio Vaticano
Vídeo da ocasião em espanhol
Imitação de Cristo, 3, 50, 1-1 - Como o homem angustiado se deve entregar nas mãos de Deus
Desejo a alegria da paz, suplico a paz de vossos filhos, a que apascentais na luz da consolação. Se vós me derdes a paz, se vós me infundirdes santa alegria, será a alma de vosso servo cheia de júbilo, entoando devotamente vossos louvores. Mas se vos afastardes, como muitas vezes fazeis, não poderá ele trilhar o caminho dos vossos mandamentos, mas antes se prostará de joelhos, para bater no peito, porque não lhe vai como nos dias passados, "quando resplandecia vossa luz sobre sua cabeça" (Gén 31,2), e encontrava refúgio contra as tentações violentas debaixo da sombra de vossas asas.
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