Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 25 de março de 2012

Bento XVI expressa a sua proximidade com as crianças vítimas da violência no México num vibrante encontro na Praça da Paz em León (vídeos em espanhol e inglês)

'AO MEU IRMÃO ZÉZINHO' por Joaquim Mexia Alves (lindíssimo preito a um irmão que foi para o Pai)


Agora,
meu irmão Zézinho,
começa o tempo do amor perfeito.


Tu que tanto amaste,
e tanto te deste,
conheces agora o amor,
o verdadeiro,
o sem limites,
aquele que não deixa dor,
porque é só em tudo amor.


Fica a saudade,
que não é nada,
por sabermos que Deus ama,
os que amam,
e que junto d’Ele,
lhes concede a felicidade.


Vai,
meu irmão Zézinho,
e junto a Ele,
vai preparando caminho,
para nós,
que te havemos de seguir,
quando Deus quiser,
amanhã,
ou no porvir.


Descansa agora,
nos braços do Criador,
adormece em paz 
e na serenidade,
(que a tua cara espelha), 
agora que afastada a dor, 
já liberto da humanidade,
vives o completo amor.


Adeus,
meu mano querido!


Lembras-te,
meu mano querido
que é moda em Monte Real,
quando nos encontramos à chegada,
dizer o adeus,
que os outros dizem 
á despedida?


Por isso adeus,
Zézinho 
porque agora aqui chegaste,
ao fundo do meu coração,
de onde nunca partirás.


A Deus,
o que é de Deus, 
e tu amor doado, 
deixas agora os teus,
para os levares em recado,
aos braços,
do nosso Deus.


Marinha Grande, 24 de Março de 2012


Joaquim Mexia Alves


Bom Domingo do Senhor!

Aspiremos também nós como os gregos que se dirigiram Filipe de que nos fala o Evangelho de hoje (Jo 12, 20-33) e ambicionemos «ver Jesus» e para tal, lutemos, luta diária e permanente, por ser bons cristãos, pois só assim Jesus Cristo nos poderá atrair a si.

Senhor dá-nos a força, ambição e a humildade de Te querermos ver quando voltares para julgar os vivos e os mortos!

Hora de Verão (Europa) - esta madrugada adiante o seu relógio de 1 hora

sábado, 24 de março de 2012

Um grande gesto de amor - O cardeal Bertone falou sobre a visita pastoral


Um grande gesto de amor. Foi assim que o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, definiu a escolha de Bento XVI de visitar o México de 23 a 26 de Março. Na entrevista concedida a Valentina Alazraki, jornalista da emissora mexicana Televisa, e ao diário "El Sol de México", divulgada integralmente pela Rádio Vaticano, o secretário de Estado afirmou que o Papa nestes dias provavelmente vai relançar apelos contra a violência, a favor da vida, para a promoção da família. Bento XVI, explica o cardeal, conhece bem a situação do México, "um país atravessado por problemas e desafios enormes, sobretudo pelos desafios da violência, da corrupção, do narcotráfico, que exigem o compromisso de todos, o empenho de todas as instâncias religiosas, civis e sociais para superar esta fase e refundar o México com base nos valores cristãos, que estão no ADN do povo mexicano: os valores da convivência pacífica, da fraternidade, da solidariedade e da honestidade".


Por esta razão, o Papa leva consigo "uma mensagem de encorajamento" e, acrescentou, transmite-a "sobretudo aos jovens a fim de que não se deixem desanimar, capturar por objectivos fáceis, por horizontes talvez de lucro e de arrivismo fáceis, mas que possam sentir-se empenhados na construção de uma sociedade solidária, honesta, onde cada pessoa encontre o próprio lugar e obtenha o seu reconhecimento. Uma mensagem de amor e de grande encorajamento, por conseguinte de optimismo. 


Nas pegadas da experiência amadurecida nos vários encontros com a realidade mexicana, o cardeal Bertone definiu a fé do povo desta grande Nação "sólida, não superficial. E sob este ponto de vista acho que, até agora, a fé não se enfraqueceu, aliás precisamente perante os problemas e os desafios, é necessário um enraizamento ainda maior na fé e é preciso a ajuda do Alto e, portanto, mais oração, mas também um compromisso pessoal maior. Penso que a Igreja, com a sua estrutura organizacional, os seus pastores e as suas organizações sociais difundidas em todo o mundo, trabalha nesta direcção".


Além disso, o cardeal sublinhou que as relações entre o México e a Santa Sé estão a evoluir positivamente, sobretudo considerando as tensões que caracterizaram o século passado. "O povo - recordou o secretário de Estado - sentia a Igreja como "sua", como alma do povo, contudo sob um ponto de vista político, civil e estrutural havia uma contraposição, uma tensão. Há vinte anos foram restabelecidas as relações diplomáticas: este é um sinal de relevância pública da Igreja como tal. É um reconhecimento da função universal desempenhada pela Igreja e pela Santa Sé. Pensemos também no desenvolvimento que o México teve na comunidade internacional, não só no Caribe e na América Latina, mas na comunidade internacional, por assim dizer, entre os Vinte. Por conseguinte, é significativo que estas relações sejam sólidas e frutuosas".


No que diz respeito ao futuro imediato o purpurado recordou que actualmente no México se está a debater e a votar uma lei sobre a liberdade religiosa. E relativamente a este ponto o secretário de Estado concluiu: "Se o direito à liberdade religiosa resistir, também os outros direitos serão tutelados e salvaguardados. Se faltar o direito à liberdade religiosa - direito basilar, fundamental - inclusive os outros direitos vacilarão". No respeitante à visita a Cuba, numa entrevista ao jornalista Andrea Tornielli do diário italiano "La Stampa", o cardeal Bertone deteve-se sobre as aspirações do povo cubano. Referindo-se à histórica visita do Papa Wojtyla, indicou-a como ponto de partida para um diálogo renovado entre Estado e Igreja graças ao qual foram dados "passos em frente rumo à liberdade religiosa", e se reforçou "a cooperação". Está convencido também de que a visita de Bento XVI "contribuirá para o processo de desenvolvimento rumo à democracia e abrirá novos espaços de presença" para a Igreja. 


(© L'Osservatore Romano - 24 de Março de 2012)