Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Bento XVI nomeia D. Manuel Monteiro de Castro consultor da Congregação para a Doutrina da Fé

O prelado junta o novo cargo aos de secretário da Congregação para os Bispos e do Colégio dos Cardeais

Bento XVI nomeou o arcebispo D. Manuel Monteiro de Castro consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, segundo informou ontem a Sala de Imprensa da Santa Sé.

D. Manuel Monteiro assumiu o cargo de secretário da Congregação para os Bispos em 3 de Julho de 2009. Em Outubro foi designado pelo Papa como secretário do Colégio dos Cardeais.

Nascido em Guimarães no ano de 1938, é licenciado em Direito Canónico. Entrou para o serviço diplomático do Vaticano em 1967.

D. Manuel Monteiro de Castro tem uma longa experiência diplomática ao serviço da Santa Sé, que o fez passar pelo Panamá, Guatemala, Vietname, Austrália, México, Bélgica, Trinidad e Tobago, África do Sul e Espanha, onde permaneceu entre 2000 e 2009. Foi também observador permanente do Vaticano na Organização Mundial do Turismo.

Outras nomeações de Bento XVI

O grupo de consultores da Congregação para a Doutrina da Fé passará igualmente a contar com D. Jean-Louis Bruguès, nascido em 1943, na França.

Após estudar Economia e Direito, entrou na Ordem dos Pregadores, em 1968. João Paulo II nomeou-o bispo de Angers em 2000 e Bento XVI chamou-o há pouco mais de dois anos para colaborar com a Santa Sé.

Os consultores da Congregação para a Doutrina da Fé participam nas reuniões semanais deste Dicastério, que tem como objectivo promover e tutelar a doutrina da fé e a moral no mundo católico.

Bento XVI também nomeou o professor de Teologia da universidade americana de Notre Dame, Bend John C. Cavadini, membro da Comissão Teológica Internacional.

Cavadini é especialista em Patrística e Teologia do começo da Idade Média. Também estudou com especial interesse a teologia de Santo Agostinho e a história da exegese bíblica do Oriente e do Ocidente.

Com Zenit

(Fonte: site Agência Ecclesia)

Totalitarismo subtil

Se formos ao dicionário procurar o significado da palavra “democracia”, podemos ler que se trata de “um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas pertence aos cidadãos, directa ou indirectamente, através de representantes eleitos”.

Devia ser óbvio, mas não é. Sobretudo, quando esses representantes eleitos, sem sondar a vontade dos que lhes deram votos, pretendem tomar iniciativas que afectam uma estrutura milenar da sociedade.

Estou a falar do projecto que visa mudar o conceito de casamento para poder aplicá-lo aos homossexuais.

Fazer isto sem ter em consideração o que os portugueses acham é inverter o sentido da própria democracia. Podemos até perguntar se não será esta uma nova forma de totalitarismo – muito mais subtil, é claro – porque disfarçada sob a aparência de democracia.

Aura Miguel
(Fonte: site Rádio Renascença)

Bento XVI – “Assegurar às pessoas surdas pleno respeito e apoio”


Bento XVI solicitou hoje às autoridades políticas e civis, assim como os organismos internacionais, a assegurarem o devido empenho para que se promova o respeito pela dignidade e pelos direitos das pessoas surdas. Recebendo nesta sexta-feira os participantes da Conferência Internacional promovida pelo Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, o Papa assegurou que a Igreja prosseguirá com amor e solidariedade, o seu serviço neste campo. “De grande relevo eclesial e social” o tema desta Conferência: “Effatà! A pessoa surda na vida da Igreja”.

Bento XVI reconheceu que são “numerosas e delicadas as problemáticas” neste sector: “trata-se de uma realidade complexa, que vai do horizonte sociológico ao pedagógico, do aspecto medido e psicológico àquele ético - espiritual e pastoral”.

Explicando o uso da palavra “effatà” no título do Congresso, o Santo Padre evocou a passagem evangélica em que Jesus abre os ouvidos a um surdo-mudo, convidando-o depois a dirigir consigo o olhar interior, do coração, ao Pai celeste.
“Com o seu modo de agir, que revela o amor de Deus Pai, Jesus não sara apenas a surdez física, mas indica que existe uma outra forma de surdez de que a humanidade precisa de ser curada, ou melhor ser salva: a surdez do espírito, que levanta barreiras sempre cada vez mais elevadas à voz de Deus e do próximo, especialmente ao grito de ajuda dos últimos e dos sofredores, e encerra o homem num egoísmo profundo e destruidor”.

Para Bento XVI, a cura do surdo-mudo revela o desejo que Jesus tem de criar uma nova humanidade – da escuta, da comunicação, da comunhão com Deus.

“Podemos ver neste sinal o ardente desejo de Jesus de vencer no homem a solidão e a incomunicabilidade criadas pelo egoísmo, para dar rosto a uma nova humanidade, a humanidade da escuta e da palavra, da comunicação com Deus. Uma humanidade boa, como boa é toda a criação de Deus: uma humanidade sem discriminações, sem exclusões, de tal modo que o mundo seja mesmo verdadeiramente, para todos, campo de genuína fraternidade”.

Infelizmente – alertou o Papa – ao lado de tantos gestos de acolhimento, solidariedade e comunhão com as pessoas surdas, subsistem ainda preconceitos e discriminações, contrários ao respeito pela pessoa e à sua integração social. Sobretudo nos países em vias de desenvolvimento, a surdez é ainda, por vezes, consequência de doenças que se podem tratar, e isso devido à falta de assistência sanitária e de políticas e legislações apropriadas.

“Faço pois apelo às autoridades políticas e civis, assim como aos organismos internacionais, para que ofereçam o necessário apoio para promover, também nesses países, o devido respeito pela dignidade e pelos direitos das pessoas surdas, favorecendo, com ajudas adequadas, a sua plena integração social”.

(Fonte: site Radio Vaticana)

S. Josemaría Escrivá nesta data em 1972

“No vosso coração sois como um sacrário em que o Senhor quis refugiar-se. O Senhor ama-nos com o seu amor infinito, e da nossa parte espera amor, desagravo, pelas nossas faltas pessoais de correspondência e pelas de todos os homens”, diz àqueles que estão com ele.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/20-11-1972)

Tempos de risco

O pior resultado dos últimos 26 anos. Ao dizer isto dos números do desemprego, ontem conhecidos, está tudo dito? Não está.

O disparo do desemprego para 9,7% no terceiro trimestre é mais grave do que isso. Não só porque representa um ritmo de subida surpreendente numa fase que se crê de abrandamento da crise, mas porque se traduz numa destruição de emprego de mais de 210 mil postos de trabalho em escassos quinze meses.

Mas há pior. Nas estatísticas do INE, não se reflectem os que já desistiram de procurar emprego (a que o INE chama “inactivos disponíveis”). Somemos esses aos 548 mil desempregados registados e o exército dos sem emprego sobe para 670 mil, enquanto a taxa de desemprego “real” salta para 11,7%, muito acima dos dois dígitos.

Claro que ainda estamos longe dos 19% de Espanha, mas não nos podemos iludir. Portugal nunca conseguiria suportar, sem convulsões sociais gravíssimas, o desemprego a esses níveis. E eis-nos chegados ao ponto: é muito difícil saber qual o limite de desemprego suportável sem esse tipo de convulsões. E é bom não esquecer que são sobretudo elas que abrem caminho a todo o tipo de soluções populistas e totalitárias, contra as quais a nossa frágil democracia não está vacinada.

Neste quadro, a revisão em alta das previsões económicas do Banco de Portugal dão-nos algum alento? Pelo contrário. Longe do terramoto das quedas de 5% e de 6% que afectam outros parceiros, Portugal cairá este ano abaixo dos 3%. Mas, a anemia económica, em que há uma década nos encontramos, deixou-nos num estado de exaustão absoluta. Basta um abanão e o nosso tecido produtivo cai como castelo de cartas.

Graça Franco


(Fonte: site Rádio Renascença)