Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Comentário ao Evangelho do dia feito por:
Sermão para a festa dos Santos Anjos da Guarda (in Sermons, Beauchesne 1925, t. 4)
«Os seus anjos, no Céu, vêem constantemente a face de Meu Pai»
Meus irmãos: os anjos da guarda são os nossos amigos mais fiéis, porque estão connosco de dia, de noite, em todos os momentos e em todos os lugares; a fé ensina-nos que os temos sempre ao nosso lado. É isso que leva David a dizer: «Nenhum mal te acontecerá. [...] Ele deu ordens aos Seus anjos, para que te guardem em todos os teus caminhos» [Sl 91 (90), 10-11]. E, para demonstrar como são grandes os desvelos que têm connosco, o profeta diz que eles nos trazem nos braços, como uma mãe leva o seu filho. Ah! É que o bom Deus previu os perigos sem número aos quais seríamos expostos na terra, entre tantos inimigos que não procuram senão a nossa perdição. Sim, são os nossos anjos bons que nos consolam das nossas penas, que nos alertam quando o demónio nos vem tentar, que apresentam a Deus as nossas orações e todas as nossas boas acções, que nos assistem na hora da morte e apresentam as nossas almas ao juiz soberano. [...]
O trato dos anjos com os homens é tão frequente desde o princípio do mundo que a Sagrada Escritura se lhes refere a cada passo. [...] Quase todos os patriarcas e profetas foram por eles instruídos acerca da vontade do Senhor. Muitas vezes até vemos que Deus Se faz representar pelos anjos. Mas, dir-me-eis, se os víssemos teríamos muito mais confiança neles? Se isso fosse necessário para a salvação da nossa alma, o bom Deus tê-los-ia tornado visíveis. No entanto, isso não nos interessa, porque na nossa religião tudo conhecemos através da fé, para que as nossas acções sejam mais meritórias. [...]
Se quereis saber o número dos anjos, as suas funções, dir-vos-ei que são inúmeros: uns foram criados para honra de Jesus Cristo durante a Sua vida oculta, sofredora e gloriosa, ou para serem guardiães dos homens sem que, por isso, deixem de fruir da divina presença; outros dedicam-se à contemplação das perfeições de Deus, ou então velam pela nossa segurança e providenciam todos os meios necessários à nossa santificação. Embora o bom Deus seja auto-suficiente utiliza o ministério dos Seus anjos para governar o mundo.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
O Evangelho do dia 2 de Outubro de 2009
São Mateus 18,1-5.10Naquele momento, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: «Quem é o maior no Reino do Céu?»
Ele chamou um menino, colocou-o no meio deles
e disse: «Em verdade vos digo: Se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no Reino do Céu.
Quem, pois, se fizer humilde como este menino será o maior no Reino do Céu.
Quem receber um menino como este, em meu nome, é a mim que recebe.»
«Livrai-vos de desprezar um só destes pequeninos, pois digo-vos que os seus anjos, no Céu, vêem constantemente a face de meu Pai que está no Céu.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Bispos portugueses pedem ajuda urgente para o Darfur

O representante da Igreja Católica portuguesa no Sínodo dos Bispos Africanos pede ajuda urgente para o Darfur e auxílio na promoção do desenvolvimento de África.
D. Jorge Ortiga afirma que "a dignidade humana não pode esperar e a ajuda material deve tornar-se concreta de modo a ultrapassar o escândalo da fome e da miséria em tantos lugares, como no Darfur".
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) está de partida para o II Sínodo dos Bispos sobre África.
O arcebispo de Braga é dos 36 membros nomeados por Bento XVI para participar, de 4 a 25 de Outubro, em Roma, no acontecimento que promete causar mudanças na Igreja africana e na forma como o resto do mundo vê aquele continente.
"África deve sentir-se estimulada a desenvolver as suas potencialidades e riquezas para benefício de todos. Será um trabalho a longo prazo mas, sem dúvida, pertinente", afirmou D. Jorge Ortiga.
A curto prazo, o presidente da CEP defende uma ajuda concreta e urgente: "Importa intensificar a ajuda material (que verdadeiramente chegue às pessoas) e promover capacidade de trabalho para um desenvolvimento a partir do povo africano", afirmou em declarações à agência Lusa.
Sob o tema "A Igreja em África ao serviço da reconciliação, da justiça e da paz", o Sínodo realiza-se pela segunda vez, depois de João Paulo II ter convocado um encontro em Abril de 1994.
Da reflexão saída do sínodo, o Papa irá redigir uma Encíclica ou uma Carta Pastoral dirigida a todos os cristãos e falando, exclusivamente, de África.
(Fonte: site Rádio Renascença)
Nas vésperas do segundo Sínodo africano
O tema “Igreja-Família de Deus” no centro do primeiro Sínodo para a África, convocado pelo Papa João Paulo II em 1994, abre a Igreja do Continente negro a novos itinerários de justiça, paz e reconciliação que são as palavras-chave que guiarão o segundo Sínodo dos Bispos neste mês de Outubro.
Jean-Baptiste Sourou, jornalista da Rádio Vaticano, faz um balanço dos 15 anos dessa Igreja-família, testemunhando como a Igreja africana se deixou transformar pelo tema do primeiro Sínodo identificando-se com os valores da família na África.
A orientação do segundo Sínodo apresenta-se como uma resposta da Igreja africana às preocupações de hoje dos seus filhos e filhas. A paz, a reconciliação e a justiça definem, por sua vez, o novo processo de desenvolvimento económico e de crescimento espiritual do Continente.
No coração desta realidade muito ligada aos valores culturais africanos da família que, hoje em dia, tendem sempre mais a desaparecer por causa da secularização e da globalização, inscreve-se o verdadeiro valor do Evangelho.
“O Sínodo de 1994 está produzindo frutos concretos que todos podem observar. Além do mais é possível perceber esse desejo que as Igrejas locais têm de se tornar realmente famílias de Deus, uma família de Deus que está no coração da sociedade, que está no coração das realidades sociais e que verdadeiramente deseja tornar-se sólida, e quer levar essa Boa Nova de Jesus a todos os componentes da sociedade”.
“A Igreja em África não pode deixar de trabalhar pela reconciliação na sociedade, pela paz na sociedade e pela justiça. E é claro que o trabalho pela justiça, pela paz e reconciliação promove o desenvolvimento”.
“As nossas culturas são verdadeiramente dotadas de grandes valores como a paz, a justiça e a solidariedade, que corremos o perigo de perder por causa da globalização. Então que podemos fazer? Antes de tudo é necessário colocar-se na escola do Evangelho, a fim de que o Evangelho possa iluminar as nossas culturas, para que possamos colocar tudo o que tem de bom nas nossas culturas a serviço da comunidade, e diria também ao serviço da Igreja”.
(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)
A confiança total em Deus, vivida e proposta por Teresa de Lisieux, recomendada pelo Papa ao despedir-se de Castelgandolfo
No dia em que a Igreja recorda Santa Teresa do Menino Jesus, Bento XVI apontou como acessível a todos o caminho por ela seguido – “a estrada da confiança total em Deus, que é Amor e que nunca nos abandona”. Esta intervenção do Papa teve lugar num encontro com a comunidade religiosa e civil de Castelgandolfo, em vésperas do regresso do Papa ao Vaticano, após a permanência, ao longo do verão, naquela residência papal.O testemunho de Teresa do Menino Jesus, carmelita do mosteiro de Lisieux – sublinhou o Papa – “mostra que só a palavra de Deus, acolhida e compreendida nas suas exigências concretas, se torna manancial de vida renovada”.
“Na nossa sociedade, muitas vezes permeada de uma cultura racionalista e de um difuso materialismo prático, a pequena Teresa de Lisieux indica, como resposta às grandes interrogações da existência, a pequena via, que na verdade visa o essencial das coisas.É o caminho do amor, capaz de envolver e dar sentido e valor a cada realidade e acontecimento humano. Caros amigos, segui o exemplo desta Santa: a estrada que ela percorreu está ao alcance de todos, porque é o caminho da confiança total em Deus, que é Amor e nunca nos abandona”.
(Fonte: site Radio Vaticana)