São Lucas 6,43-49
«Não há árvore boa que dê mau fruto, nem árvore má que dê bom fruto.
Cada árvore conhece-se pelo seu fruto; não se colhem figos dos espinhos, nem uvas dos abrolhos.
O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o que é bom; e o mau, do mau tesouro tira o que é mau; pois a boca fala da abundância do coração.»
«Porque me chamais 'Senhor, Senhor', e não fazeis o que Eu digo?
Vou mostrar-vos a quem é semelhante todo aquele que vem ter comigo, escuta as minhas palavras e as põe em prática.
É semelhante a um homem que edificou uma casa: cavou, aprofundou e assentou os alicerces sobre a rocha. Sobreveio uma inundação, a torrente arremessou-se com violência contra aquela casa mas não a abalou, por ter sido bem edificada.
Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra, sem alicerces. A torrente arremessou-se contra ela, e a casa imediatamente se desmoronou. E foi grande a sua ruína!»
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Bento XVI: o homem saiba respeitar a criação
Um uso respeitoso dos bens da Criação está de acordo com o desígnio de Deus e leva o homem a descobrir a dimensão espiritual e religiosa mais profunda dos bens confiados à humanidade. Foi o que sublinhou Bento XVI, na audiência aos promotores do Pavilhão da Santa Sé na Expo de Saragoza no ano passado.
O Pavilhão foi dedicado à importância e ao valor da água na vida da humanidade. No breve discurso, o papa reafirmou que a humanidade deve redescobrir o profundo valor da natureza e abster-se de uma exploração indiscriminada dos recursos. O ambiente é parte do projeto do Criador que ama a humanidade e a guia rumo a plenitude do encontro final com Cristo.
(Fonte: H2O News)
Organização sindical
O contexto global em que se realiza o trabalho requer igualmente que as organizações sindicais nacionais, fechadas prevalecentemente na defesa dos interesses dos próprios inscritos, volvam o olhar também para os não-inscritos, particularmente para os trabalhadores dos países em vias de desenvolvimento, onde frequentemente os direitos sociais são violados. A defesa destes trabalhadores, promovida com oportunas iniciativas também nos países de origem, permitirá às organizações sindicais porem em evidência as autênticas razões éticas e culturais que lhes consentiram, em contextos sociais e laborais diferentes, ser um factor decisivo para o desenvolvimento. Continua sempre válido o ensinamento da Igreja que propõe a distinção de papéis e funções entre sindicato e política. Esta distinção possibilitará às organizações sindicais individualizarem na sociedade civil o âmbito mais ajustado para a sua acção necessária de defesa e promoção do mundo do trabalho, sobretudo a favor dos trabalhadores explorados e não representados, cuja amarga condição resulta frequentemente ignorada pelo olhar distraído da sociedade.
Caritas in veritate [64] – Bento XVI
Caritas in veritate [64] – Bento XVI
Missa na cabana de S. Rafael
Desde que S. Josemaria tinha celebrado missa durante a travessia dos Pirinéus, em fins de Novembro de 1937, mais ninguém tinha celebrado neste lugar, perto de Pallerols (Lérida). Neste sentido, a Eucaristia concelebrada por cinco sacerdotes no passado dia 19 de Agosto constitui um marco histórico digno de menção.Assistiram seis grupos procedentes de diversos lugares do mundo; Itália, Austrália, Hungria, Irlanda, Andaluzia, Aragão, Navarra, País Basco e de diferentes lugares da Catalunha. Muitos deles visitaram também a Igreja e a residência paroquial de Pallerols, bem como a Casa de Corb.
Cabana de S. Rafael foi o nome dado por S. Josemaria Escrivá, e as sete pessoas que o acompanhavam, ao lugar em que viveram de 22 a 27 de Novembro de 1937, durante a expedição que saiu de Barcelona e terminou em Andorra a 2 de Dezembro de 1937, em tempos da guerra civil espanhola. Era uma pequena choupana, feita de troncos e o solo ligeiramente escavado na terra. A cobertura era de ramos de pinheiro. A cabana estava abaixo de uma lomba, ficando escondida à vista desde o vale. De cima, pelo contrário, dominava-se um extenso panorama até ao monte Aubens, para Norte.
Um dos acompanhantes de S. Josemaria, Tomás Alvira, recordava: “A Missa era dialogada. Nunca esquecerei aqueles Santos Sacrifícios: pelo templo, o bosque; via-se que o celebrante, com o máximo recolhimento, muito devagar; punha toda a sua alma e todo o seu amor naquilo que fazia e, sobretudo, no momento da Consagração. Centenas de pássaros, a despertar com os primeiros raios de sol, cantavam sem cessar e ajudavam a dar encanto às Missas do Padre no bosque de Rialp (em catalão escreve-se Rialb). Sempre deixava uma hóstia consagrada, que era guardada com grande veneração por um membro do grupo”.
A notícia que deu conta da reconstrução da Cabana de S. Rafael animou muita gente a visitá-la.
Fontes:
Associació d’Amics del Camí de Pallerols de Rialb a Andorra: www.pallerols-andorra.org
Site S. Josemaría Escrivá : http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/missa-na-cabana-de-s-rafael
Centro católico é ponte de diálogo entre georgianos e russos
Um centro católico na Geórgia está a contribuir para superar as tensões com os russos, que ainda persistem após os combates ocorridos em Agosto do ano passado.
“O Cáucaso meridional precisa de paz; na guerra, do princípio ao fim, todos acabámos por perder”, explicou o reitor do Instituto Orbeliani de Teologia, Filosofia, Cultura e História, Vaja Vardidze.
“Mesmo na própria Geórgia, deveríamos superar os nossos conflitos internos. A Igreja Católica no meu país vê-se a si mesma como uma ponte entre a tradição cristã do Oriente e a do Ocidente, entre cristãos católicos e ortodoxos”, referiu aquele leigo de 38 anos.
Com cerca de 4,6 milhões de habitantes, a Geórgia tem perto de 84 por cento de cristãos ortodoxos e 10 por cento de muçulmanos. O país conta com aproximadamente 0,8 por cento de católicos.
O Instituto Orbeliani quer oferecer a sua contribuição para o entendimento, afirmou o reitor aquando da sua visita à sede central da Ajuda à Igreja que Sofre, situada na Alemanha. “Queremos que o nosso trabalho seja de alto nível científico e académico”, precisou.
O centro, sediado em Tiblissi, capital do país, tem o nome do príncipe Suljan Saba Orbeliani (séc. XVII), considerado um dos escritores mais importantes da Geórgia. Além de diplomata e tutor, promoveu a unidade das Igrejas.
Vaja Vardidze estudou Teologia em Lublin (Polónia) e doutorou-se em Münster (Alemanha). Dirige o instituto desde há um ano. É casado e tem um filho de quatro anos.
(Fonte: site Agência Ecclesia)
“O Cáucaso meridional precisa de paz; na guerra, do princípio ao fim, todos acabámos por perder”, explicou o reitor do Instituto Orbeliani de Teologia, Filosofia, Cultura e História, Vaja Vardidze.
“Mesmo na própria Geórgia, deveríamos superar os nossos conflitos internos. A Igreja Católica no meu país vê-se a si mesma como uma ponte entre a tradição cristã do Oriente e a do Ocidente, entre cristãos católicos e ortodoxos”, referiu aquele leigo de 38 anos.
Com cerca de 4,6 milhões de habitantes, a Geórgia tem perto de 84 por cento de cristãos ortodoxos e 10 por cento de muçulmanos. O país conta com aproximadamente 0,8 por cento de católicos.
O Instituto Orbeliani quer oferecer a sua contribuição para o entendimento, afirmou o reitor aquando da sua visita à sede central da Ajuda à Igreja que Sofre, situada na Alemanha. “Queremos que o nosso trabalho seja de alto nível científico e académico”, precisou.
O centro, sediado em Tiblissi, capital do país, tem o nome do príncipe Suljan Saba Orbeliani (séc. XVII), considerado um dos escritores mais importantes da Geórgia. Além de diplomata e tutor, promoveu a unidade das Igrejas.
Vaja Vardidze estudou Teologia em Lublin (Polónia) e doutorou-se em Münster (Alemanha). Dirige o instituto desde há um ano. É casado e tem um filho de quatro anos.
(Fonte: site Agência Ecclesia)
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