São Mateus 23,27-32
Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque sois semelhantes a sepulcros caiados: formosos por fora, mas, por
dentro, cheios de ossos de mortos e de toda a espécie de imundície!
Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.
Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, que edificais sepulcros aos profetas e adornais os túmulos dos justos,
dizendo: 'Se tivéssemos vivido no tempo dos nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas!’
Deste modo, confessais que sois filhos dos que assassinaram os profetas.
Acabai, então, de encher a medida dos vossos pais!
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Vaticano diz que socorrer clandestinos no mar é questão humanitária
Reacção ao número crescente de migrantes mortos no MediterrâneoO presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), D. Antonio Maria Veglió, reagiu a mais uma tragédia com migrantes no Mediterrâneo, defendendo que socorrer clandestinos no mar é uma “questão humanitária”.
“Todos os migrantes têm direitos fundamentais que devem ser respeitados, em qualquer situação”, disse, após a morte de 73 eritreus que rumavam à Europa, num barco. Depois de passar 23 dias no mar sem combustível, comida, água ou socorro, somente cinco pessoas conseguiram sobreviver e contaram a sua odisseia.
As autoridades italianas e maltesas afirmaram duvidar do relato dos sobreviventes, mas a repercussão do episódio gerou críticas e a condenação unânime da ONU e da Igreja Católica.
Em entrevista à Rádio Vaticano, o presidente do CPPMI disse que o direito humanitário “acentua-se em situações de extrema necessidade, como por exemplo estar à mercê das ondas do mar”.
Para D. Vegliò, “se por um lado é importante vigiar zonas de mar e empreender iniciativas humanitárias, é legítimo o direito dos Estados de administrar e regular as migrações”.
Contudo, observou o arcebispo, deveriam “harmonizar-se as diversas disposições legislativas, na perspectiva de salvaguardar as exigências e os direitos das pessoas e das famílias migrantes e, ao mesmo tempo, os das sociedades de chegada dos próprios migrantes”.
Segundo este responsável, algumas sociedades “desenvolveram sentimentos de rejeição ao estrangeiro, originados não só por uma falta de conhecimento do outro, mas também por um sentido de egoísmo, pelo que não se quer partilhar com o estrangeiro o que se tem”.
Segundo as últimas estatísticas, desde 1988 até hoje, o número de potenciais migrantes naufragados ou vítimas nas fronteiras da Europa supera os 14 500 mortos.
O Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes, assegurou D. Vegliò, “sente-se entristecido pelo contínua repetição destas tragédias e reafirma o que foi dito pelo Papa na Caritas in Veritate: «Todo o migrante é uma pessoa humana que, enquanto tal, possui direitos fundamentais inalienáveis que devem ser respeitados por todos e em qualquer situação (142)»”.
O jornal da Conferência Episcopal Italiana, Avvenire, condenava Segunda-feira em editorial estes episódios, lamentando a “indiferença” face ao sofrimento dos migrantes.
“Hoje, quando lemos sobre as deportações de judeus na época do nazismo, perguntamos: Ninguém via nem ouvia os gritos que provinham dos vagões, parados nas estações? Naqueles anos, o totalitarismo e o terror faziam fechar os olhos. Hoje não. A indiferença é tranquila, resignada”, referia o quotidiano.
“Há uma lei do mar, bem mais antiga do que a codificada em tratados, que ordena: no mar, socorre-se. Violar essa antiga lei ameaça as nossas raízes fundamentais, a ideia do que é um homem e de como ele é precioso”, acrescentava o texto.
Os cinco imigrantes da Eritreia, resgatados na última Quinta-feira perto da ilha de Lampedusa, no sul da Itália, estão a ser investigados pelo crime de imigração clandestina, sob a Lei de Segurança, em vigor desde o dia 8 de Agosto deste ano.
Internacional Octávio Carmo 2009-08-25 16:14:32 3952 Caracteres Migrações
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Filme sobre a vida do fundador do Opus Dei
O cineasta britânico Roland Joffé está a fimar na Argentina "There Be Dragons", um filme sobre a vida de Josemaría Escrivá de Balaguer, o sacerdote espanhol fundador do Opus Dei e canonizado em 2002 por João Paulo II.Rodrigo Santoro está na produção e Escrivá será vivido pelo actor britânico Charlie Cox, recentemente visto como o herói de "Stardust-O mistério da estrela".
"Achei que podia ser interessante contar uma história moderna sobre um homem que foi santificado há tão pouco tempo ", explicou Joffé à imprensa local.
"O propósito do filme não é falar do Opus Dei, e sim de questionar o que significa estar vivo. O filme fala de emoções humanas, amor, ódio, desejo, adoração, experiência religiosa", acrescentou.
Entre actores e técnicos, 600 pessoas trabalham nas filmagens, que decorrem na Praça Belgrano, na localidade de Luján, a cerca de 70 km a norte de Buenos Aires. Luján atrai centenas de milhares de peregrinos todos os anos para sua imponente basílica.
No elenco estão ainda os americanos West Bentley e Geraldine Chaplin, a ucraniana Olga Kurylenko, o britânico Derek Jacobi e os espanhóis Ana Torrent e Jordi Mollá, entre outros.
Do ponto de vista religioso, o cineasta conta com o apoio do padre americano John Wauck que mora na sede do Opus Dei em Roma e dá aulas de literatura e fé cristã na Pontifícia Universidade de Santa Cruz.
Copyright © 2009 AFP. (com ligeiras adaptações da responsabilidade de JPR)
O bom relacionamento com a natureza
Tal como as virtudes humanas são intercomunicantes, de modo que o enfraquecimento de uma põe em risco também as outras, assim também o sistema ecológico se rege sobre o respeito de um projecto que se refere tanto à sã convivência em sociedade como ao bom relacionamento com a natureza.
Caritas in veritate [IV – 51 (c)] – Bento XVI
Caritas in veritate [IV – 51 (c)] – Bento XVI
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