Um texto para uma Missa de Acção de Graças pelo Dom da Vida Humana foi aprovado com o apoio esmagador da Conferência Episcopal dos E.U.A. reunidos em Santo António no Texas, que aprovaram igualmente a sua inclusão no Missal Romano.
O Comunicado à imprensa da conferência dá conta que a proposta da Missa recebeu 183 votos favoráveis, tendo apenas havido três contrários e três abstenções, durante a reunião semestral da Conferência Episcopal.
A adopção do texto no Missal foi apoiada por 179 Bispos, tendo havido um a votar contra e outro a abster-se.
O comunicado refere que estes temas fazem parte da adaptação, que está em curso, da nova tradução para inglês do Missal Romano. As conclusões desta reunião serão enviadas para a Santa Sé para aprovação final.
A Missa de Acção de Graças pela Vida foi originalmente proposta em 1990 pelo Cardeal John O’Connor de Nova Iorque, fundador das Irmãs da Vida e falecido no ano 2000.
O Leccionário em língua espanhola, foi igualmente aprovado pela maioria, com 182 votos a favor e um contra.
(Fonte: Zenit.org com tradução e adaptação do inglês em http://www.zenit.org/article-26223?l=english da responsabilidade de JPR)
Agradecimento: “Infovitae”
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
domingo, 21 de junho de 2009
O menino de ouro da SIC
E, ao décimo dia após a derrota nas "europeias", o "animal feroz" transformou-se num cachorrinho alimentado a Xanax. O eng. Sócrates surgiu na SIC a conversar docemente com uma jornalista da casa, tão doce como ele. O exercício, que durou espantosos cinquenta minutos, pretendia ser uma demonstração de modéstia, ou a prova de que o primeiro-ministro, à semelhança da lua, possui uma face oculta, e que, à semelhança de Guterres, a face é meiga. Na verdade, a "entrevista" constituiu uma das páginas mais embaraçosas da nossa já não excessivamente solene democracia. Não tanto para o espectador, que com risinhos e sonolência lá sobreviveu àquilo: para o eng. Sócrates, que pode não ter sobrevivido.
Modéstia, afinal, não houve nenhuma. Salvo pormenores "formais" (a "burocracia" na avaliação dos professores, por exemplo), o eng. Sócrates reconheceu um único "erro": o parco apoio à "cultura", na presunção convicta ou simulada de que um punhado de filmes e peças por subsidiar é fonte de angústia colectiva. De resto, desfiou a propaganda do costume: reformas (?), progresso científico (?), redenção do ensino (?), crescimento económico (?), criação de emprego (?), controlo das contas públicas (toldado pela malvada "crise internacional", a maior dos últimos cem, mil ou dez mil anos, não me lembro), benefícios do investimento estatal, energias "renováveis", Magalhães, etc.
No final, confessou-se assaz contente consigo e com a sua "mundividência". Para o futuro, conta com o "país moderno", que "quer andar para a frente" e que "não se deixa abater". Não conta, presume-se, com a chusma de pessimistas retrógrados que não apreciam as maravilhas que o Governo faz por eles.
Embora embrulhada no tom intimista dos programas nocturnos de rádio, trata-se da lengalenga de sempre e do eng. Sócrates de sempre, um homem curiosamente obcecado com ele mesmo e curiosamente convencido da própria importância. Convém moderar as comparações com Guterres. O assustadiço Guterres fugiu ao perceber que percebêramos o buraco em que nos meteu. O eng. Sócrates nunca abdicaria voluntariamente do poder. No máximo, abdica da imagem com que o desempenhou durante quatro anos, trocando a velha arrogância (ou "firmeza") pela dissimulação (ou "humildade").
O pressuposto é o de que a governação se define através das aparências, ou do "estilo", e que um novo "estilo" fatalmente conduzirá os eleitores a uma nova avaliação da governação. Pelo menos é isto o que vai nas cabeças dos estrategas e conselheiros do eng. Sócrates. A propósito, quanto ganha essa gente? Seja o que for, é demasiado.
Se o eng. Sócrates não o enxerga sozinho, era aconselhável rodear-se por quem o alertasse para o perigoso ridículo da manobra. Não foi só a inépcia do seu Governo que custou ao PS as "europeias", sobretudo contra um PSD vago nas propostas e insondável enquanto alternativa. A derrota socialista deveu-se principalmente ao carácter "plástico" do líder, um holograma ruidoso que cansou os cidadãos e contrasta com a discrição quase patológica mas "humana" de Manuela Ferreira Leite. Supondo que alguém a viu, a plástica "entrevista" à SIC apenas terá aumentado o cansaço e o contraste.
Dividido entre não poder ser quem é e não conseguir ser quem não é, o eng. Sócrates encontra-se num aperto. Excepto se os portugueses acreditarem de facto nas proezas da cosmética, e os abstencionistas que o primeiro-ministro procura seduzir corresponderem à definição que o dr. César dos Açores lhes aplicou: uma multidão de estúpidos.
Alberto Gonçalves
(Fonte: DN online)
Nota: o eng. em minúscula ficou devidamente registado com concordância
Modéstia, afinal, não houve nenhuma. Salvo pormenores "formais" (a "burocracia" na avaliação dos professores, por exemplo), o eng. Sócrates reconheceu um único "erro": o parco apoio à "cultura", na presunção convicta ou simulada de que um punhado de filmes e peças por subsidiar é fonte de angústia colectiva. De resto, desfiou a propaganda do costume: reformas (?), progresso científico (?), redenção do ensino (?), crescimento económico (?), criação de emprego (?), controlo das contas públicas (toldado pela malvada "crise internacional", a maior dos últimos cem, mil ou dez mil anos, não me lembro), benefícios do investimento estatal, energias "renováveis", Magalhães, etc.
No final, confessou-se assaz contente consigo e com a sua "mundividência". Para o futuro, conta com o "país moderno", que "quer andar para a frente" e que "não se deixa abater". Não conta, presume-se, com a chusma de pessimistas retrógrados que não apreciam as maravilhas que o Governo faz por eles.
Embora embrulhada no tom intimista dos programas nocturnos de rádio, trata-se da lengalenga de sempre e do eng. Sócrates de sempre, um homem curiosamente obcecado com ele mesmo e curiosamente convencido da própria importância. Convém moderar as comparações com Guterres. O assustadiço Guterres fugiu ao perceber que percebêramos o buraco em que nos meteu. O eng. Sócrates nunca abdicaria voluntariamente do poder. No máximo, abdica da imagem com que o desempenhou durante quatro anos, trocando a velha arrogância (ou "firmeza") pela dissimulação (ou "humildade").
O pressuposto é o de que a governação se define através das aparências, ou do "estilo", e que um novo "estilo" fatalmente conduzirá os eleitores a uma nova avaliação da governação. Pelo menos é isto o que vai nas cabeças dos estrategas e conselheiros do eng. Sócrates. A propósito, quanto ganha essa gente? Seja o que for, é demasiado.
Se o eng. Sócrates não o enxerga sozinho, era aconselhável rodear-se por quem o alertasse para o perigoso ridículo da manobra. Não foi só a inépcia do seu Governo que custou ao PS as "europeias", sobretudo contra um PSD vago nas propostas e insondável enquanto alternativa. A derrota socialista deveu-se principalmente ao carácter "plástico" do líder, um holograma ruidoso que cansou os cidadãos e contrasta com a discrição quase patológica mas "humana" de Manuela Ferreira Leite. Supondo que alguém a viu, a plástica "entrevista" à SIC apenas terá aumentado o cansaço e o contraste.
Dividido entre não poder ser quem é e não conseguir ser quem não é, o eng. Sócrates encontra-se num aperto. Excepto se os portugueses acreditarem de facto nas proezas da cosmética, e os abstencionistas que o primeiro-ministro procura seduzir corresponderem à definição que o dr. César dos Açores lhes aplicou: uma multidão de estúpidos.
Alberto Gonçalves
(Fonte: DN online)
Nota: o eng. em minúscula ficou devidamente registado com concordância
S. Josemaría Escrivá nesta data em 1946
Viaja pela primeira vez a Roma. Sai do porto de Barcelona no “J.J. Sister”. Anos mais tarde recordará esta viagem: “Vim a Roma, com a alma posta na minha Mãe a Virgem Santíssima e com uma fé ardente em Deus Nosso Senhor, a quem confiadamente invocava, dizendo: Ecce nos reliquimus omnia, et secuti sumus te: quid ergo erit nobis? (Mt 19, 27). Que será de nós, meu Pai?”.
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1846 )
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1846 )
Bento XVI recorda Alcide De Gasperi
“Estadista de fama internacional, que com a sua acção política prestou serviço à Igreja, à Itália e à Europa” – palavras de Bento XVI, evocando o perfil de Alcide De Gasperi, “grande personalidade – disse ainda o Papa – que, em momentos históricos de profundas mudanças sociais na Itália e na Europa, tempos minados por tantas dificuldades, soube prodigalizar-se eficazmente em prol do bem comum”.
O Santo Padre dirigia a palavra aos membros do Conselho da Fundação De Gasperi, encabeçados pela filha do estadista italiano, Maria Romana, e pelo ex-presidente do Conselho Giulio Andreotti, durante tantos anos director colaborador do mesmo.
“Formado na escola do Evangelho, De Gaspari foi capaz de traduzir em actos concretos e coerentes a fé que professava. Espiritualidade e política foram de facto duas dimensões que conviveram na sua pessoa e que caracterizaram o seu empenho social e espiritual”.
O Papa recordou que foi “com prudente largueza de vistas” que ele guiou a reconstrução da Itália saída do fascismo e da II guerra mundial, relançando a imagem do país em âmbito internacional, promovendo a sua retoma económica e abrindo-se à colaboração com todas as pessoas de boa vontade.
Como afirmava João Paulo II, em 1981 (centenário do nascimento de De Gasperi), “nele, foi a fé o centro inspirador, a força de coesão, o critério de valores, a razão de opção”. Este “sólido testemunho evangélico” – acrescentou Bento XVI – teve como raízes a “formação humana e espiritual” recebida na sua região (Trento), “numa família onde o amor por Cristo constituía pão quotidiano e referência para toda e qualquer opção”.
Reconhecendo a impossibilidade de referir com suficiente amplidão o perfil desta “personagem que honrou a Igreja e a Itália”, afirmou o Papa:
“Limito-me a pôr em destaque o seu reconhecido aprumo moral, baseado numa indiscutível fidelidade aos valores humanos e cristãos, como também a serena consciência moral que o guiou nas opções da política”.
“Dócil e obediente à Igreja”, ele foi contudo “autónomo e responsável nas suas opções políticas, sem se servir da Igreja para fins políticos e sem nunca descer a compromissos com a sua consciência recta”.
“Peçamos ao Senhor que a recordação da sua experiência de governo e do seu testemunho cristão constituam encorajamento e estímulo para aqueles que actualmente dirigem os destinos da Itália e dos outros povos, de modo especial os que se inspiram no Evangelho”.
(Fonte: site Radio Vaticana)
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