“Meus filhos: vós e eu lutaremos, justamente porque somos rebeldes, porque não queremos ser como animais, e temos vontade de viver como filhos de Deus. Ter religião, lutar por praticar os preceitos de Cristo Nosso Senhor, nosso Amor, é uma grande rebeldia. E a isto deveis convidar os vossos amigos. A uns de uma maneira, a outros de outra”, disse hoje em Buenos Aires.
(Fone: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1834 )
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 9 de junho de 2009
OBJECTIVO TRABALHO metas para o futuro
O QUE É? Ter emprego é hoje, pelas razões que todos vivemos, uma necessidade e um objectivo bem difícil de alcançar. Todos conhecemos amigos ou conhecidos nossos a precisarem de trabalhar, à procura de um lugar onde se possam realizar profissionalmente e conquistar, pelo seu trabalho, o sustento para si e para as suas famílias.
O “Objectivo, Trabalho!” é uma iniciativa da Companhia das Obras Portugal em colaboração com a ACEGE que se enraíza no gesto simples de olhar para o outro, para as suas necessidades e procurar ajudá-lo. Como fazê-lo diante de uma situação de crise tão generalizada? A resposta é simples. A amizade, o interesse verdadeiro em ir ao encontro do outro, não tem épocas, prova-se em cada dia, em cada circunstância.
O primeiro gesto do “Objectivo, Trabalho!” é reunir, a partir de uma rede de contactos de empresas, empresários, gestores e amigos, a oferta de empregos que possa existir e conjugar essa oferta com as necessidades daqueles que conhecemos. Mesmo numa situação como a que se vive nos nossos dias, sabemos que é possível fazer mais, sabemos que é possível Ser mais.
Neste sentido, procuramos fazer o levantamento das oportunidades de emprego que possam existir. A si, concretamente, pedimos-lhe que se souber de alguma oportunidade na sua empresa ou de alguém que conheça, preencha o formulário que se encontra aqui disponível.
(Agradecimento: Pedro Aguiar Pinto blogue "O Povo")
O “Objectivo, Trabalho!” é uma iniciativa da Companhia das Obras Portugal em colaboração com a ACEGE que se enraíza no gesto simples de olhar para o outro, para as suas necessidades e procurar ajudá-lo. Como fazê-lo diante de uma situação de crise tão generalizada? A resposta é simples. A amizade, o interesse verdadeiro em ir ao encontro do outro, não tem épocas, prova-se em cada dia, em cada circunstância.
O primeiro gesto do “Objectivo, Trabalho!” é reunir, a partir de uma rede de contactos de empresas, empresários, gestores e amigos, a oferta de empregos que possa existir e conjugar essa oferta com as necessidades daqueles que conhecemos. Mesmo numa situação como a que se vive nos nossos dias, sabemos que é possível fazer mais, sabemos que é possível Ser mais.
Neste sentido, procuramos fazer o levantamento das oportunidades de emprego que possam existir. A si, concretamente, pedimos-lhe que se souber de alguma oportunidade na sua empresa ou de alguém que conheça, preencha o formulário que se encontra aqui disponível.
(Agradecimento: Pedro Aguiar Pinto blogue "O Povo")
Papa altera normas para «demissão» de sacerdotes
Bento XVI alterou alguns processos ligados à demissão do estado clerical, no caso dos sacerdotes que abandonam o ministério para viver com uma mulher ou casar civilmente, em muitos casos sem sequer avisar o seu bispo.
Nestes casos, o bispo em causa não precisará de esperar que o primeiro passo seja dado pelo sacerdote, mas pode tomar a iniciativa de iniciar o processo de demissão, o que constitui uma novidade.
As normas aprovadas pelo Papa foram agora divulgadas pela Congregação para o Clero numa carta assinada pelo Cardeal Claudio Hummes.
A intenção é evitar que se repitam situações em que os padres abandonam as suas funções sem antes solicitar a dispensa dos seus compromissos. Estas normas dão mais poder aos bispos, que podem decidir unilateralmente essa demissão, se o visado não o fizer de espontânea vontade e não manifestar vontade de alterar o seu comportamento.
"Os filhos de um padre têm o direito de ter um pai em situação correcta aos olhos de Deus e diante da própria consciência", escreve o Cardeal Hummes, explicando que estas novas determinações não querem ser um castigo, mas uma "ajuda" para esclarecer posições.
Os Bispos diocesanos podem assim levar por diante os processos em relação a padres que tenham abandonado a Igreja há mais de 5 anos ou que sejam protagonistas de comportamentos considerados "escandalosos", com a respectiva dispensa de todas as obrigações inerentes à ordenação sacerdotal.
As novas normas não se aplicam a casos de pedofilia ou abusos sexuais, que continuam a ser sujeitos a procedimentos especiais sob a supervisão da Congregação para a Doutrina da Fé.
O arcebispo Mauro Piacenza, secretário da Congregação para o Clero, já veio a público explicar que não está em causa a introdução de processos automáticos para a demissão do estado clerical nem uma "revolução da disciplina eclesiástica para o clero".
Falando à Rádio Vaticano, o prelado italiano esclareceu que estas novas normas não implicam que o bispo aceite de maneira automática qualquer pedido apresentado por um sacerdote.
"Tudo se avalia caso a caso e sempre em casos de situações graves. Ninguém pode pensar superficialmente numa espécie de genérica simplificação em matérias tão delicadas", afirmou.
Em cada caso terá lugar "um legítimo processo administrativo", no qual "o direito à defesa sempre deve ser garantido".
Internacional Octávio Carmo 2009-06-08 12:13:58 2979 Caracteres Bento XVI
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Nestes casos, o bispo em causa não precisará de esperar que o primeiro passo seja dado pelo sacerdote, mas pode tomar a iniciativa de iniciar o processo de demissão, o que constitui uma novidade.
As normas aprovadas pelo Papa foram agora divulgadas pela Congregação para o Clero numa carta assinada pelo Cardeal Claudio Hummes.
A intenção é evitar que se repitam situações em que os padres abandonam as suas funções sem antes solicitar a dispensa dos seus compromissos. Estas normas dão mais poder aos bispos, que podem decidir unilateralmente essa demissão, se o visado não o fizer de espontânea vontade e não manifestar vontade de alterar o seu comportamento.
"Os filhos de um padre têm o direito de ter um pai em situação correcta aos olhos de Deus e diante da própria consciência", escreve o Cardeal Hummes, explicando que estas novas determinações não querem ser um castigo, mas uma "ajuda" para esclarecer posições.
Os Bispos diocesanos podem assim levar por diante os processos em relação a padres que tenham abandonado a Igreja há mais de 5 anos ou que sejam protagonistas de comportamentos considerados "escandalosos", com a respectiva dispensa de todas as obrigações inerentes à ordenação sacerdotal.
As novas normas não se aplicam a casos de pedofilia ou abusos sexuais, que continuam a ser sujeitos a procedimentos especiais sob a supervisão da Congregação para a Doutrina da Fé.
O arcebispo Mauro Piacenza, secretário da Congregação para o Clero, já veio a público explicar que não está em causa a introdução de processos automáticos para a demissão do estado clerical nem uma "revolução da disciplina eclesiástica para o clero".
Falando à Rádio Vaticano, o prelado italiano esclareceu que estas novas normas não implicam que o bispo aceite de maneira automática qualquer pedido apresentado por um sacerdote.
"Tudo se avalia caso a caso e sempre em casos de situações graves. Ninguém pode pensar superficialmente numa espécie de genérica simplificação em matérias tão delicadas", afirmou.
Em cada caso terá lugar "um legítimo processo administrativo", no qual "o direito à defesa sempre deve ser garantido".
Internacional Octávio Carmo 2009-06-08 12:13:58 2979 Caracteres Bento XVI
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Comentário ao Evangelho do dia:
Concílio Vaticano II
«Vós sois o sal da terra. [...] Vós sois a luz do mundo.»
A obra redentora de Cristo, que por natureza visa salvar os homens, compreende também a restauração de toda a ordem temporal. Daí que a missão da Igreja consista, não só em levar aos homens a mensagem e a graça de Cristo, mas também em penetrar e actuar com o espírito do Evangelho as realidades temporais. Por este motivo os leigos, realizando esta missão da Igreja, exercem o seu apostolado tanto na Igreja como no mundo, tanto na ordem espiritual como na temporal. Estas ordens, embora distintas, estão de tal modo unidas no único desígnio divino, que o próprio Deus pretende reintegrar, em Cristo, o universo inteiro numa nova criatura, de um modo incoativo na terra, plenamente no último dia. O leigo, que é simultaneamente fiel e cidadão, deve sempre guiar-se, em ambas as ordens, por uma única consciência, a consciência cristã.
A missão da Igreja tem como fim a salvação dos homens, a alcançar pela fé em Cristo e pela Sua graça. Por este motivo, o apostolado da Igreja e de todos os seus membros ordena-se, antes de mais, a manifestar ao mundo, por palavras e obras, a mensagem de Cristo, e a comunicar a Sua graça. Isto realiza-se sobretudo por meio do ministério da palavra e dos sacramentos, especialmente confiado ao clero, mas no qual também os leigos têm um grande papel a desempenhar, para se tornarem «cooperadores da verdade» (3 Jo 8). É sobretudo nesta ordem que o apostolado dos leigos e o ministério pastoral se completam mutuamente. Inúmeras oportunidades se oferecem aos leigos para exercerem o apostolado de evangelização e santificação. O próprio testemunho da vida cristã e as obras, feitas com espírito sobrenatural, têm eficácia para atrair os homens à fé e a Deus; diz o Senhor: «Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e dêem glória ao vosso Pai que está nos céus» (Mt 5, 16).
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
«Vós sois o sal da terra. [...] Vós sois a luz do mundo.»
A obra redentora de Cristo, que por natureza visa salvar os homens, compreende também a restauração de toda a ordem temporal. Daí que a missão da Igreja consista, não só em levar aos homens a mensagem e a graça de Cristo, mas também em penetrar e actuar com o espírito do Evangelho as realidades temporais. Por este motivo os leigos, realizando esta missão da Igreja, exercem o seu apostolado tanto na Igreja como no mundo, tanto na ordem espiritual como na temporal. Estas ordens, embora distintas, estão de tal modo unidas no único desígnio divino, que o próprio Deus pretende reintegrar, em Cristo, o universo inteiro numa nova criatura, de um modo incoativo na terra, plenamente no último dia. O leigo, que é simultaneamente fiel e cidadão, deve sempre guiar-se, em ambas as ordens, por uma única consciência, a consciência cristã.
A missão da Igreja tem como fim a salvação dos homens, a alcançar pela fé em Cristo e pela Sua graça. Por este motivo, o apostolado da Igreja e de todos os seus membros ordena-se, antes de mais, a manifestar ao mundo, por palavras e obras, a mensagem de Cristo, e a comunicar a Sua graça. Isto realiza-se sobretudo por meio do ministério da palavra e dos sacramentos, especialmente confiado ao clero, mas no qual também os leigos têm um grande papel a desempenhar, para se tornarem «cooperadores da verdade» (3 Jo 8). É sobretudo nesta ordem que o apostolado dos leigos e o ministério pastoral se completam mutuamente. Inúmeras oportunidades se oferecem aos leigos para exercerem o apostolado de evangelização e santificação. O próprio testemunho da vida cristã e as obras, feitas com espírito sobrenatural, têm eficácia para atrair os homens à fé e a Deus; diz o Senhor: «Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e dêem glória ao vosso Pai que está nos céus» (Mt 5, 16).
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
O Evangelho do dia 9 de Junho de 2009
São Mateus 5, 13-16
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Vós sois o sal da terra.
Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se?
Não serve para nada,
senão para ser lançado fora e pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo.
Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire,
mas sobre o candelabro,
onde brilha para todos os que estão em casa.
Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens,
para que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Vós sois o sal da terra.
Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se?
Não serve para nada,
senão para ser lançado fora e pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo.
Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire,
mas sobre o candelabro,
onde brilha para todos os que estão em casa.
Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens,
para que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».
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