Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A comunidade católica judia de Haifa



A cidade de Haifa, no norte de Israel, é o lugar onde o padre David Neuhaus se encontra com seus paroquianos todas as semanas. Esta é uma casa que passa desapercebida. Porém, existem dezenas de casas como estas em Haifa e 4000 em todo o país. São católicos de expressão judaica, onde mais da metade deles são judeus convertidos que se reúnem discretamente. Uma vida comunitária com espírito de família, com um espaço protegido, porque converter-se cristão quando alguém é de origem judia, não é muito bem aceite em Israel. Com a visita do Papa, esses católicos esperam ser melhor acolhidos.

“Para alguns isso é um segredo, porém não para todo o mundo. Não creio que o segredo seja o elemento mais importante. Para mim, o mais significativo é o facto de criar juntos uma comunidade. Muitos de nossos fiéis decidiram ser cristãos em idade adulta, e por isso é importante para eles vivenciar, para além de uma simples liturgia, uma vida comunitária”.

“Eu recebi uma educação judia, estudei num colégio israelita e tive uma educação completamente judia. Conheci a Bíblia no colégio, e já nessa época não era fácil sentir-se diferente. Recordo que aos dez anos de idade fui à missa da meia-noite e disse a meus amigos que o Messias existia e era Jesus. Eles agrediram-me. Já naquela época não era fácil”. “O maior presente que recebi foi uma vizinha, que me disse que eu era uma parte deles. Eles sabiam que eu os queria. Isso foi o que fez Jesus. Nós não necessitamos ser missionários aqui, mas viver como Ele”. “É muito importante realçar nossa mensagem de amor para todos, porque provavelmente falta um pouco de amor neste país, um amor que nos abra aos outros”.



(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

Cristo Rei

Sim, sou rei. Disse Jesus a Pilatos. Mas acrescentou, para que não restassem dúvidas de que a sua vinda ao mundo não lhe faria concorrência: o meu reino não é deste mundo!

Os cristãos de Lisboa são chamados a reflectir sobre a frase de Jesus esta semana: sim sou rei! E são aconselhados pela Conferência Episcopal a meditar sobre o significado mais profundo dessa realeza. Servem de pretexto os cinquenta anos do santuário do Cristo Rei.

Num mundo onde a laicidade mal entendida domina e o fenómeno religioso é empurrado para o reduto invisível das consciências, vale a pena pensar no que os Bispos designam como laicidade positiva capaz de retrazer, sem temores, o fenómeno religioso para o espaço público.

Como bem repetia Tony Blair, há dias, em Portugal, “ a religião é uma força muito importante no mundo de hoje”. Negar esta evidência é não compreender a humanidade e desconhecer o que ela implica de aspiração a uma felicidade absoluta a que a estrita dimensão terrena dificilmente é capaz de dar resposta.

Num momento de crescendo da conflitualidade social, a Igreja propõe-se trazer para a praça pública suplementos de Paz e razões fundamentadas de esperança.

As imagens religiosas, sinais do divino na terra dos homens, servirão de elemento agregador e motivo de oração. E não deixarão de ser factor de escândalo de todos os que são incapazes de entender que a verdadeira liberdade passa por, abdicando dos favores e honrarias do tempo, só prestar vassalagem ao Rei dos reis.

Graça Franco


(Fonte: site RR)

Maio mês de Maria - Ave Maria

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Tertuliano (c. 155-c. 220), teólogo

«Dei-vos a conhecer tudo o que ouvi ao Meu Pai»

Entre os seus discípulos, Cristo escolheu alguns, aos quais Se ligou mais intimamente para os enviar a pregar entre todos os povos. Quando um deles se separou dos restantes, recomendou aos outros onze, aquando do Seu regresso ao Pai após a Sua Ressurreição, que fossem ensinar todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28, 19).

Imediatamente, os apóstolos – cujo nome significa «enviados» – escolheram Matias como duodécimo para o lugar de Judas, de acordo com a profecia contida no salmo de David (108, 8). Receberam, com a prometida pujança do Espírito Santo, o dom dos milagres e das línguas. Primeiro na Judeia, deram testemunho da fé em Jesus Cristo e instituíram igrejas. De lá, partiram pelo mundo fora, para espalhar entre as nações os mesmos ensinamentos e a mesma fé. [...]

Qual terá sido a pregação dos apóstolos? Que revelação lhes terá feito Cristo? Diria que só devemos procurar sabê-lo por meio das igrejas que os próprios apóstolos fundaram pessoalmente através da pregação, tanto de viva voz, como pelos seus escritos. Se isto é verdade, é incontestável que toda a doutrina que se atribui a estas igrejas apostólicas, mães e fontes da fé, deve ser considerada como verdadeira porque contém o que as igrejas receberam dos apóstolos, os apóstolos de Cristo, e Cristo de Deus.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 14 de Maio de 2009 - S. Matias, Apóstolo

São João 15, 9-17

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Assim como o Pai Me amou,
também Eu vos amei.
Permanecei no meu amor.
Se guardardes os meus mandamentos,
permanecereis no meu amor,
assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai
e permaneço no seu amor.
Disse-vos estas coisas,
para que a minha alegria esteja em vós
e a vossa alegria seja completa.
É este o meu mandamento:
que vos ameis uns aos outros,
como Eu vos amei.
Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a vida pelos amigos.
Vós sois meus amigos,
se fizerdes o que Eu vos mando.
Já não vos chamo servos,
porque o servo não sabe o que faz o seu senhor
mas chamo-vos amigos,
porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai.
Não fostes vós que Me escolhestes
fui Eu que vos escolhi e destinei,
para que vades e deis fruto
e o vosso fruto permaneça.
E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome,
Ele vo-lo concederá.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».