Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Missal Romano

Renascer da água e do espírito

Senhor Nosso Deus: pelo Vosso poder invisível, realizais maravilhas nos Vossos sacramentos. Ao longo dos tempos, preparastes a água para manifestar a graça do Baptismo. Logo no princípio do mundo, o Vosso Espírito pairava sobre as águas, prefigurando o seu poder de santificar. Nas águas do dilúvio, destes-nos uma imagem do Baptismo, sacramento da vida nova, porque as águas significam ao mesmo tempo o fim do pecado e o princípio da santidade. Aos filhos de Abraão fizestes atravessar a pé enxuto o Mar Vermelho, para que esse povo, liberto da escravidão, fosse a imagem do povo santo dos baptizados. O Vosso Filho, Jesus Cristo, ao ser baptizado por João Baptista nas águas do Jordão, recebeu a unção do Espírito Santo; suspenso na cruz, do Seu lado aberto fez brotar sangue e água e, depois de ressuscitado, ordenou aos Seus discípulos: «Ide e ensinai todos os povos e baptizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28, 19).

Olhai agora, Senhor, para a Vossa Igreja e dignai-Vos abrir para Ela a fonte do baptismo. Receba esta água, pelo Espírito Santo, a graça do Vosso Unigénito, para que o homem, criado à Vossa imagem, no sacramento do baptismo seja purificado das velhas impurezas e ressuscite homem novo pela água e pelo Espírito Santo.


(Fonte: “Evangelho Quotidiano”)

O Evangelho do dia 20 de Abril de 2009

São João 3. 1-8

Havia um fariseu chamado Nicodemos,
que era um dos principais entre os judeus.
Foi ter com Jesus de noite e disse-Lhe:
«Rabi, nós sabemos que vens da parte de Deus como mestre,
pois ninguém pode realizar os milagres que Tu fazes
se Deus não está com ele».
Jesus respondeu-lhe:
«Em verdade, em verdade te digo:
Quem não nascer de novo
não pode ver o reino de Deus».
Disse-Lhe Nicodemos:
«Como pode um homem nascer, sendo já velho?
Pode entrar segunda vez no seio materno e voltar a nascer?»
Jesus respondeu:
«Em verdade, em verdade te digo:
Quem não nascer da água e do Espírito
não pode entrar no reino de Deus.
O que nasceu da carne é carne
e o que nasceu do Espírito é espírito.
Não te admires por Eu te haver dito
que todos devem nascer de novo.
O vento sopra onde quer:
ouves a sua voz,
mas não sabes donde vem nem para onde vai.
Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito».

domingo, 19 de abril de 2009

Bento XVI sobre a Conferência da ONU em Genebra sobre o racismo, a descriminação racial, a xenofobia e a intolerância a ela inerente



Vídeo em italiano

Patriarca de Lisboa faz balanço positivo do pontificado de Bento XVI

O pontificado de Bento XVI tem sido marcado por duas características, o “teólogo brilhante” que é e o conhecimento profundo da vida da Igreja que tem, afirmou o Cardeal-Patriarca de Lisboa.

Comentando o quarto aniversário da eleição de Bento XVI, D. José Policarpo referiu, numa entrevista à Agência Lusa que o Papa tem conseguido imprimir o seu próprio ritmo, o que era desejável, pois seria “praticamente impossível seguir a esteira da maneira de ser do Papa João Paulo II”.

“Para já, diminuiu muito a sua vida pública. Preservou um tempo de silêncio, de estudo, de meditação de escrita”, sublinhou o Cardeal Patriarca, acrescentando que isso era perfeitamente impossível com João Paulo II, que "era devorado pelas multidões”.

Nesse sentido, Bento XVI reduziu as suas viagens, que têm sido “muito bem preparadas” e "acolhidas por multidões”.

“É um dos aspectos em que ele teve de aguentar o ritmo criado pelo Papa João Paulo II. Aí só pôde diminuir o número”, gracejou.

Esta diminuição no número de viagens ao estrangeiro é explicada por D. José Policarpo com a idade avançada do actual Papa, que completou Quinta-feira 82 anos.

“É um estudioso que gosta do silêncio”, disse, referindo que Bento XVI tem tendência para se isolar, ao ponto de ter retomado um hábito antigo na Cúria Romana, interrompido desde Paulo VI, de tomar as refeições sozinho.

Outro aspecto do pontificado de Bento XVI destacado pelo Cardeal-Patriarca é a sua permanente preocupação em evitar que o cisma de monsenhor Lefèvbre se tornasse definitivo.

Essa preocupação, disse, levou-o a tomar gestos e atitudes que causaram mal-estar, desde uma “certa complacência nos ritos da liturgia até ao levantar da excomunhão” a quatro bispos integristas, no início deste ano.

Uma situação que, acrescentou, provocou em Bento XVI a necessidade de explicar "que sentido tem levantar uma excomunhão quando eles ainda não estão em comunhão”.

“Este é certamente um aspecto doloroso”, referiu, acrescentando que partilha com Bento XVI a preocupação de tudo se fazer para não deixar consolidar o cisma.

“A Igreja, na sua construção da comunhão, tem o dever de não deixar cair nenhuma hipótese de se resolver este cisma. Mas que se resolva na fé da Igreja”, concluiu.


Redacção/Lusa

Internacional Agência Ecclesia 19/04/2009 12:52 2254 Caracteres 46 Bento XVI


(Fonte: site Agência Ecclesia)

Bento XVI ao meio-dia, em Castelgandolfo - "Nunca me sinto só"

A quatro anos da sua eleição, neste II domingo de Páscoa, ao meio-dia, em Castelgandolfo, Bento XVI deu graças a Deus e agradeceu os sinais de afecto que tantos lhe exprimiram a propósito deste aniversário mas também dos seus 82 anos, no passado dia 16.

“Dou graças ao Senhor pela harmonia coral de tanto afecto. Como tive ocasião de afirmar recentemente, nunca me sinto só. Mais ainda nesta semana especial, que para a liturgia constitui um único dia, experimentei a comunhão que me rodeia e me sustenta: uma solidariedade espiritual, alimentada essencialmente de oração, que se manifesta em mil modos”.

O Papa observou que desde os colaboradores da Cúria Romana até às mais distantes paróquias, “nós católicos formamos e devemos sentir-nos uma única família, animada pelos mesmos sentimentos da primeira comunidade cristã”, uma unidade e comunhão que “tinha como verdadeiro centro e fundamento Cristo ressuscitado”.

“Ressuscitado, Jesus doou aos seus uma nova unidade, mais forte de antes, invencível, porque fundamentada não sobre recursos humanos, mas sobre a misericórdia divina, que os fez sentir todos amados e perdoados por Ele.

É portanto o amor misericordioso de Deus a unir firmemente, hoje como ontem, a Igreja, e a fazer da humanidade uma só família. É o amor divino que, mediante Jesus crucificado e ressuscitado, nos perdoa os pecados e nos renova interiormente”.

Bento XVI recordou que foi animado por esta convicção que João Paulo II quis dedicar à Misericórdia divina este segundo domingo de Páscoa, a todos propondo Cristo ressuscitado como manancial de confiança e de esperança, acolhendo a mensagem espiritual transmitida pelo Senhor a Santa Fautina Kowalska, sintetizada na invocação “Jesus, confio em Ti!”

A concluir, uma referência a Maria, que “nos acompanha na vida de cada dia”:

“Nós a invocamos como ‘Rainha do Céu’, sabendo que a sua realeza é como a do seu Filho: toda amor, e amor misericordioso.

Peço-vos que confieis novamente a Ela o meu serviço à Igreja, ao mesmo tempo que lhe dizemos: ‘Mãe de misericórdia, rogai por nós’!”


(Fonte: site Radio Vaticana)