Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 30 de março de 2009

RECONCILIAÇÃO, JUSTIÇA E PAZ: UMA NECESSIDADE URGENTE

48.Os temas acima enumerados que requerem a nossa atenção e compromisso e as reflexões suscitadas pelo tema sinodal nas Igrejas particulares oferecem indicações sobre as “perspectivas” ou “obstáculos” encontrados no caminho da reconciliação, da justiça e da paz. Como relembrava o Santo Padre Bento XVI, aos Pastores do continente africano, «o empenho dos fiéis no serviço da reconciliação, da justiça e da paz é um imperativo urgente».


I. No caminho da Reconciliação

49. Para abrir um novo caminho em direcção à harmonia, certos Estados, isso foi salientado, inspiraram-se em modelos tradicionais de reconciliação e de práticas cristãs do sacramento da reconciliação (Conferências nacionais soberanas, Comissão “Verdade e Reconciliação” na África do Sul, etc.). Os resultados são mitigados, por vezes são mesmo imperfeitos, mas convidam, segundo parece, a identificar as experiências que obstaculizam a reconciliação para que a Assembleia sinodal reflicta sobre elas.



INSTRUMENTUM LABORIS Cap. II, 48, I, 49


(Fonte: site da Santa Sé)

Cristo

«Só Cristo é o verdadeiro sacerdote, os outros são seus ministros»

(S. Tomás de Aquino)

Simpósio Internacional sobre a família na República Checa


Nos últimos dias, realizou-se em Praga o Simpósio Internacional sobre a família, promovido pelo Centro nacional para a família, em colaboração com várias associações que trabalham no sector. Mais de cem participantes de vários países da Europa central reflectiram sobre as possibilidades da assistência familiar, com especial enfoque em como superar as dificuldades relacionadas com a vida antes e durante o matrimónio.

Marie Oujezdská, directora do Centro nacional para a família, afirmou:

«Estamos muito felizes de estar aqui. Percebemos que muitas coisas sobre a família não são ditas na sociedade.»

Dr. Marián Hošek, Subsecretário de Estado para o Trabalho e as Políticas Sociais:

«Aprecio as várias palestras, que são muito interessantes, porque nos mostram como a questão deveria ser enfrentada. Aquilo que nós hoje sentimos aqui muitas vezes vai contra a mentalidade difusa na Europa, sobretudo no que diz respeito às iguais oportunidades. Acenou-se para a questão da chamada puericultura, em especial nos primeiros três anos de vida. Deveria-se apoiar o cuidado dessas crianças directamente dentro da família. Considero que este seja um elemento determinante para a política familiar.»

D. Vojtěch Cikrle, Bispo de Brno:

«Eu diria que o desafio consiste no fato do que a Igreja está fazendo para aqueles que crêem. É um contexto muito mais amplo, no que diz respeito, por exemplo, a administração dos sacramentos, para que o homem possa crescer não somente no corpo, mas também no espírito.»


(Fonte: H2O News)

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Ambrósio (c. 340-397), Bispo de Milão e Doutor da Igreja

O sol da justiça: a Nova Lei no Templo

Uma mulher culpada de adultério é levada pelos escribas e pelos fariseus à presença do Senhor Jesus. Eles formulam a acusação como traidores, de tal maneira que, se Jesus a absolver, dará a ideia de estar a violar a Lei; se a condenar, dará a impressão de ter alterado a razão da Sua vinda, porque Ele veio para perdoar os pecados de todos. [...]

Enquanto eles falavam, Jesus, de cabeça baixa, escrevia na terra com um dedo. Vendo que eles esperavam uma resposta, levantou a cabeça e disse: «Quem de vós estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra!» Haverá coisa mais divina que este veredicto?: aquele que estiver sem pecado que castigue o pecador. Com efeito, como se pode tolerar que um homem condene o pecado de outro quando desculpa o seu próprio pecado? Não é certo que este se condena ainda mais, ao condenar noutro o pecado que ele próprio comete?

Jesus falou assim e escrevia no chão. Por que o faria? Era como se dissesse: «Por que vês o argueiro que está no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho?» (Lc 6, 41). Ele escrevia no chão com o mesmo dedo com que havia redigido a Lei (Ex 31, 18). Os pecadores serão inscritos na terra e os justos no céu, como Jesus disse aos discípulos: «Alegrai-vos por estarem os vossos nomes escritos nos céus» (Lc 10, 20).

Ao ouvirem Jesus, os fariseus «foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos». [...] O evangelista tem razão em afirmar que eles saíram, pois estes homens não queriam estar com Cristo. Aquilo que se encontra no exterior do Templo é terra; no interior encontram-se os mistérios. É que o que eles procuravam nos ensinamentos divinos eram as folhas, não eram os frutos das árvores; eles viviam à sombra da Lei, e por isso não eram capazes de ver o sol da justiça (Mal 3, 20).

O Evangelho do dia 30 de Março de 2009

São João 8, 1-11

Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu: «Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».