Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Jejum, arma espiritual
O jejum mortifica o nosso egoísmo e nos torna solidários para com que tem pouco. Além do mais abre o coração ao mandamento de amar a Deus e o próximo, compêndio de todo o Evangelho. É o que escreve o Papa, na sua Mensagem para a Quaresma, apresentada hoje na Sala de Imprensa Vaticana.
A prática do jejum contribui a conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Escolhendo livremente de privar-se de algo para ajudar o outro, demonstramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é estranho.
O jejum é, portanto, uma arma espiritual para lutar contra todo apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer do alimento e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os aspectos da natureza enfraquecida pelo pecado original, e cujos efeitos negativos investem toda a personalidade humana.
(Fonte: H2O News)
A nossa luta pela santidade
«Temos de nos sustentar uns aos outros, para que a luta pessoal pela santidade seja constante, firme, alegre; começando e recomeçando em cada dia, para aprender a amar a Deus em tudo».
(Carta de Agosto 2008 do Prelado do Opus Dei - D. Javier Echevarría)
(Carta de Agosto 2008 do Prelado do Opus Dei - D. Javier Echevarría)
S.João de Brito (1647-1693)
Nasceu João em Lisboa no dia de Março de 1647. Durante a adolescência, é vítima de grave doença. A sua cura marcou uma viragem na sua vida, dado que para dar cumprimento à promessa da mãe, vestiu o hábito de S. Francisco Xavier.Em de Dezembro de 1662, entra no noviciado da Companhia de Jesus em Lisboa. No ano de 1668, pede ao Superior Geral que o deixe ser missionário. Entretanto consolida a sua vocação, ordenado sacerdote (1673) e recebe com alegria o mandato de partir as missões da Índia.
Desembarca em Goa em 1674, a grande capital do Oriente, aonde se dirige de imediato ao túmulo de S. Francisco Xavier. Os missionários, como João de Brito, adoptam um modo de viver, vestir e de comer dos "pandarás-suamis", género de penitentes aceites por todas as castas da Índia. Com este novo método os missionários aumentam a sua aceitação.
Em doze anos de apostolado governou a residência de Colei, passou aos reinos de Ginja e de Travancor, atravessou a pé, e muitas vezes descalço, o continente Índico e percorreu a costa da Pescaria e de Travancor e esteve em risco de vida por diversas ocasiões.
Não lhe esmorece o entusiasmo. Os poderosos locais olham-no com desconfiança. A condenação não tardou. Bastou que João de Brito que tivesse ido outra vez à terra de Maravá para que o governador Ranganadevem o acusasse de desobediência e o condenasse à morte. Foi decapitado em Fevereiro de 1693. O cutelo da execução obteve-se do verdugo mediante grossa soma de dinheiro. Contido numa bainha de filigrana de prata foi trazido para Lisboa e oferecido a D. Pedro II, que o confiou à guarda da Companhia de Jesus, no Colégio de Santo Antão. O local do martírio começou logo a ser venerado pelos cristãos.
Já no século XX coube a Pio XII canonizá-lo a 22 de Junho de 1947.
(Foto de pintura sobre óleo, datada de 1865 e da autoria de Manuel Maria Bordalo Pinheiro)
O Evangelho do dia 4 de Fevereiro de 2009
São Marcos 6, 1-6
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos acompanharam-n’O. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam:
«De onde Lhe vem tudo isto?
«Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos? Não é Ele o carpinteiro, Filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão?
«E não estão as suas irmãs aqui entre nós?».
E ficavam perplexos a seu respeito. Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa».
E não podia ali fazer qualquer milagre; apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos.
Estava admirado com a falta de fé daquela gente. E percorria as aldeias dos arredores, ensinando.
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos acompanharam-n’O. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam:
«De onde Lhe vem tudo isto?
«Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos? Não é Ele o carpinteiro, Filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão?
«E não estão as suas irmãs aqui entre nós?».
E ficavam perplexos a seu respeito. Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa».
E não podia ali fazer qualquer milagre; apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos.
Estava admirado com a falta de fé daquela gente. E percorria as aldeias dos arredores, ensinando.
Subscrever:
Mensagens (Atom)