Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sábado, 20 de setembro de 2008
A alegria
(De mortalitate, 12 – São Cipriano)
«Quando a alegria de um coração cristão se derrama nos outros homens, ali gera esperança, optimismo, impulsos de generosidade na fadiga quotidiana, contagiando toda a sociedade».
(Discurso, 10/IV/1979 – João Paulo II)
«Quando eu estiver todo em Ti, não mais haverá tristeza nem angústia; inteiramente repleta de Ti, a minha vida será vida plena»
(Confissões X, 28, 39: CCL 27, 175 [PL 32. 795] – Santo Agostinho)
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Bento XVI – “Há que responder às visões do Mundo que tentam marginalizar Deus”
Formação dos Sacerdotes, tutela dos valores da família, atenção aos jovens, educação aos verdadeiros valores e não ao consumismo, são os temas indicados pelo Papa à atenção dos bispos do Panamá.
No discurso dirigido ao Episcopado, na conclusão da visita “Ad limina”, Bento XVI evidenciou que a acção missionária da Igreja deve contrastar a crescente secularização da sociedade que deseja colocar de lado a transcendência.
O estilo de vida que torna Deus ausente da existência, serve-se dos meios de comunicação social para difundir o individualismo, o hedonismo, e ideologias que minam os fundamentos do matrimónio.
O discípulo de Cristo responde aos desafios com a meditação da Sagrada Escritura e com uma adequada formação doutrinal e pessoal.
(Fonte: H2O News)
Saber distinguir
“Vivemos como pagãos, rodeados de ídolos. O mundo contemporâneo inventa-os a toda a hora”…
O Papa colocou-nos as perguntas essenciais em Paris: “Não será que o dinheiro, a sede do ter, do poder e até do saber desviam o homem do seu fim verdadeiro? O que é mais importante na minha vida? O que é que eu ponho em primeiro lugar? ”
O alerta de Bento XVI em Paris é, ao mesmo tempo, um dramático retrato do nosso tempo. A tentação é fugir da realidade: ou para idolatrar um passado que já não existe - tipo: no meu tempo é que era… - ficando presos a recordações estéreis, ou, então, para idolatrar um futuro que ainda não chegou - do género: depois é que vai ser…
Estas tentações afastam-nos da realidade. São uma espécie de anestesia que nos empurra para o reino da aparência e nos impede de viver o presente.
Saibamos distinguir pois o que é real dos ídolos e miragens que nos enganam.
(Aura Miguel in RR online)