Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Solenidade do Pentecostes (excerto da homilia no Oratório São Josemaria do Pe. José Afonso Guedes nesta Solenidade em 2011)


«O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade: O amor de Deus, o amor eterno entre o Pai e o Filho. A nossa participação na vida divina consiste precisamente em entrar nessa dinâmica de amor: porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi concedido Rm5,5.

«Senhor que dá a vida». Assim como a alma anima o corpo, i.e,, lhe dá vida, assim o Espírito Santo dá a vida à Igreja e dá vida sobrenatural à nossa alma.

Uma alma que não está animada pelo Espírito Santo é uma alma desanimada, cheia de medos e hesitações, como, de algum modo, os apóstolos antes de Pentecostes.

Não sabemos exatamente o que aconteceu, mas verificamos uma grande Transformação na atitude dos apóstolos nesse dia. Os seus medos converteram-se em certezas, as suas hesitações em audácia. Lançaram-se a falar de Deus.....Estavam, de facto, ébrios do Espírito Santo: um a sóbria e santa ebriedade. E é nessa ebriedade que nos dá o Espírito Santo, o Amor de Deus, que encontramos a força e o ânimo para a nossa vida. Enganamo-nos quando a procuramos noutros sítios. Um amor que, se é verdadeiro, necessariamente é transformador: as pessoas que amam começam a portar-se melhor. Assim aconteceu com os apóstolos .....A Igreja e cada um de nós vive constantemente da efusão do Espírito Santo, sem o qual esgotaríamos as próprias forças, como uma barca à vela à qual faltasse o vento......Os dons do Espírito Santo que são como as velas da barca, que permitem avançar mais rapidamente com o sopro do vento. é bom que os recordemos para pedirmos ao Espírito Santo que os reforce na nossa alma».

(Copiado da página no Facebook de Augusto Castelo Branco)

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