Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Laicidade não implica excluir símbolos religiosos como o crucifixo, diz Presidente da Conferência Episcopal Italiana

O Arcebispo de Génova e Presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Angelo Bagnasco, assinalou que "a laicidade não comporta a exclusão dos símbolos religiosos" como o crucifixo "dos lugares públicos como escolas, tribunais, prisões", em referência à próxima decisão do Tribunal de Estrasburgo sobre este tema que se espera para o 30 de Junho.

Na sua mensagem enviada ao presidente da organização "Humanismo cristão", Claudio Zucchelli, em ocasião da mesa redonda organizada em Roma por esta instituição sobre o tema "Valores e direito: O caso do crucifixo", o Cardeal indicou que "reconhecer a legitimidade e o valor da exposição do crucifixo significa garantir o respeito da liberdade religiosa e das tradições dos povos, em harmonia com o princípio de subsidiariedade que preside a relação entre os estados e as instituições europeias".

Ante a próxima decisão do Tribunal de Estrasburgo, o Cardeal Bagnasco indicou que é oportuno "reclamar a atenção da opinião pública sobre a importância que reveste a exposição do crucifixo nas escolas em relação aos sentimentos religiosos e às tradições das nações da Europa".

Sobre este tema, a presidência da CEI pronunciou-se recentemente ressaltando que a exposição do crucifixo "não se traduz em uma imposição e não tem valor de exclusão, mas expressa uma tradição que todos conhecem e reconhecem em seu alto valor espiritual, e como sinal de uma identidade aberta ao diálogo com todo homem de boa vontade, a favor dos necessitados e dos que sofrem sem distinção de fé, etnia ou nacionalidade".

O Cardeal Bagnasco cita ainda na sua mensagem Bento XVI, quem na sua mensagem aos participantes do 56° Congresso Nacional de Juristas Católicos Italianos recordou que "a sã laicidade comporta que o Estado não considere a religião como um simples sentimento individual, que poderia ser confinado apenas ao âmbito privado em vez de considerá-lo como presença comunitária pública".

O Santo Padre também recordava naquela oportunidade que "não é certa a expressão de laicidade, a não ser no sua degeneração no laicismo, a hostilidade a toda forma de relevância política ou cultural da religião, à presença em particular, de qualquer símbolo religioso nas instituições públicas".

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

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