N. Sra. de Fátima

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FÁTIMA - 1917-2017 Centenário das Aparições de Nossa Senhora aos Três Pastorinhos

sábado, 3 de dezembro de 2016

Novena da Imaculada Conceição com textos de São Josemaría Escrivá - 3 de dezembro

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Preparação para o Natal

Começámos o Advento com estas semanas ditosas e impacientes de preparação para o Natal. Uma vez mais, me vêm à memória palavras de S. Josemaria, nos últimos meses do seu caminhar pela Terra, a propósito desta grande solenidade cristã. Ao contemplar os planos redentores de Deus, patentes já em Belém e em Nazaré, levava-nos a considerar que Deus ensina cada um a abandonar-se por completo. Vede bem como é o ambiente em que Cristo nasce. Tudo ali nos insiste nesta entrega sem condições (…).
Seria suficiente recordar aquelas cenas para que nos enchêssemos de vergonha e de santos propósitos. Precisamos de absorver esta lógica nova, que Deus inaugurou descendo à Terra. Em Belém, ninguém reserva nada para si. Lá, não se ouve falar da minha honra, nem do meu tempo, nem do meu trabalho, nem das minhas ideias, nem dos meus gostos, nem do meu dinheiro. Ali, põe-se tudo ao serviço do grandioso jogo de Deus com a humanidade, que é a Redenção. Rendida a nossa soberba, declaramos ao Senhor, com todo o amor de um filho: ego servus tuus, ego servus tuus, et fílius ancíllae tuae (Sl 115, 16): Eu sou o Teu servo, sou o Teu servo, filho da Tua escrava, Maria. Ensina-me a servir-Te [1].
Este amor infinito de Deus pela humanidade, volta a apresentar-se também de forma especial no Ano da Misericórdia, que o Papa vai inaugurar no próximo dia 8, Solenidade da Imaculada Conceição. Apressemos o passo nestes últimos dias, para que a abertura do Porta Santa, símbolo da indulgência divina, nos encontre bem preparados para acolher nos nossos corações tantos dons de Deus. Imitemos a devoção e a necessidade com que S. Josemaria, desde muito jovem, se refugiava no amor e na proximidade de Deus com as Suas criaturas.
A Encarnação e o Nascimento de Cristo acendem uma grande luz sobre o destino da humanidade, chamada à união mais íntima com Deus. A instituição da família, em cujo seio o Senhor decidiu nascer, mostra um claro reflexo da íntima comunhão das três Pessoas da Santíssima Trindade na unidade de um só Deus verdadeiro. S. Paulo afirma que toda a família, nos Céus e na Terra, recebe o nome de Deus Pai [2]. A Santíssima Trindade eleva-se como o Modelo sublime da união que deve reinar entre os homens, também em cada família. Para nos facilitar e incentivar a cuidar desta união, decidiu abrir-nos um caminho concreto, com a Sagrada Família de Belém, para nele caminharmos diariamente. Não vos parece admirável a ternura de Deus com os seus filhos? Poderia ter-se revelado de mil maneiras diferentes, mas escolheu aquela que mostra com mais destaque a ternura do Seu Coração. Como diz o livro dos Provérbios, já desde antes da Criação, a Sabedoria divina estava com Ele e era o seu encanto todos os dias, jogando sobre o orbe da Terra, e as minhas delícias eram estar com os filhos dos homens [3].
A luz do nascimento de Jesus traz consigo a força para dissipar as trevas deste nosso mundo que, de tantas formas, luta por se afastar de Deus. Lembra-nos o esplendor anunciado pelo profeta, que nada nem ninguém será capaz de obscurecer: o povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz. Aos que habitavam na região de sombras da morte, apareceu uma grande luz [4]. Essa grande luz continua agora a brilhar em toda a sua bondade, mesmo no meio dos trágicos acontecimentos que ocorrem em muitas partes do mundo, como recentemente lamentámos. Ilumina-nos com a mesma clareza diáfana que iluminou a noite em Belém, há dois mil anos. A liturgia da Noite Santa torna-nos esse facto particularmente presente em cada ano, com o Natal, concedendo­‑nos paz e serenidade, mesmo nos momentos que podem parecer mais obscuros. A presença do Senhor no meio do seu povo – pregava o Papa Francisco – cancela o peso da derrota e a tristeza da escravidão e restabelece o júbilo e a alegria.
Também nós, nesta noite abençoada, viemos à casa de Deus, atravessando as trevas que envolvem a Terra, mas guiados pela chama da fé, que ilumina os nossos passos, e animados pela esperança de encontrar a «grande luz». Abrindo o nosso coração, temos, também nós, a possibilidade de contemplar o milagre daquele Menino-Sol que, surgindo do alto, ilumina o horizonte [5].

[1]. S. Josemaria, Carta 14-II-1974, n. 2.
[2]. Ef 3, 15.
[3]. Pr 8, 30-3l.
[4]. Is 9, 1.
[5]. Papa Francisco, Homilia, 24-XII-2014.

(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de dezembro de 2015)
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

Obrigado! Perdão! Ajuda-me mais!

Começamos um novo ano litúrgico em que esperamos tantas graças de Deus, na continuação das muitas que nos concedeu nos últimos meses e sempre! (...) Aumentemos em cada dia o nosso desejo de ser muito fiéis ao caminho para chegar à felicidade, e também o esforço de nos convertermos diariamente para nos identificarmos mais com Jesus Cristo. Que boa altura esta para repetirmos com frequência e profunda convicção estas palavras: Obrigado! Perdão! Ajuda-me mais! Aumentaremos nas próximas semanas as ações de graças, ao mesmo tempo que recorremos com maior confiança à misericórdia divina, pedindo indulgência pelos nossos pecados e pelos de toda a humanidade. E não deixemos de continuar a pedir a proteção do Céu para a Igreja, para esta partezita da Igreja que é a Obra, para cada um de nós, para todo o mundo.

D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de dezembro de 2014
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

Testemunhar a fé

A fé não se reduz a um sentimento privado, porventura a esconder quando se torna incómodo, mas implica a coerência e o testemunho público a favor do Homem, da justiça e da verdade.

(Bento XVI - Angelus – 09/X/2005)

É premente através do nosso exemplo dar testemunho da nossa fé, para tal basta agirmos com alegria, correcção, e, nos momentos certos, com as palavras apropriadas, deixarmos bem claro a quem connosco contacta, que a temos e nos sentimos abençoados e privilegiados por tal.

JPR

São Francisco Xavier †1552

Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de Abril de 1506, e sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com 18 anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.

Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade, e que sempre repetia ao novo amigo: “Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?” Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão. E tornou-se com Santo Inácio co-fundador da Companhia de Jesus.

A Igreja, que na sua essência é missionaria, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. Já como padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades; ao avançar para o Japão, submeteu-se a aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar Cristo Vivo e Ressuscitado. Foi de tal modo o seu zelo missionário, que ficou conhecido como o “S. Paulo do Oriente”. Veio a falecer a caminho da China que sonhava evangelizar. Entrou no Céu com quarenta e seis anos de idade, com dez anos de apostolado, e tornou-se o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 3 de dezembro de 2016

Jesus ia percorrendo todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino, e curando toda a doença e toda a enfermidade. Vendo aquelas multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Então disse a Seus discípulos: «A messe é verdadeiramente grande, mas os operários são poucos. Rogai pois ao Senhor da messe, que mande operários para a Sua messe» Tendo convocado os Seus doze discípulos, Jesus deu-lhes poder de expulsar os espíritos imundos e de curar toda a doença e toda a enfermidade. Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ide, e anunciai que está próximo o Reino dos Céus. «Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, lançai fora os demónios. Dai de graça o que de graça recebestes.

Mt 9,35-38.10,1.6-8

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Banco Alimentar: leve alimentos à mesa de quem precisa

O Banco Alimentar conta uma vez mais consigo para alimentar quem mais precisa.

Até 11 de Dezembro, em www.alimentestaideia.pt escolha os produtos que quer doar e o Banco Alimentar para o qual quer canalizar a sua ajuda.  Muitas pessoas precisam e agradecem a sua ajuda.

Partilhe o site www.alimentestaideia.pt com os seus amigos, colegas e conhecidos, quer vivam em Portugal ou no estrangeiro, convidando-os também a participarem na luta contra a fome em Portugal.

Partilhar sabe bem. Muito obrigado.


A vida matrimonial, um caminhar divino pela Terra

Vê quantos motivos para venerar S. José e para aprender da sua vida: foi um varão forte na fé...; sustentou a sua família – Jesus e Maria – com o seu trabalho esforçado...; guardou a pureza da Virgem, que era sua Esposa...; e respeitou – amou! – a liberdade de Deus que fez a escolha, não só da Virgem como Mãe, mas também dele como Esposo de Santa Maria. (Forja, 552)

Ao pensar nos lares cristãos, gosto de imaginá-los luminosos e alegres, como foi o da Sagrada Família. A mensagem de Natal ressoa com toda a força: Glória a Deus no mais alto dos Céus e paz na terra aos homens de boa vontadeQue a Paz de Cristo triunfe nos vossos corações, escreve o Apóstolo. Paz por nos sabermos amados pelo nosso Pai, Deus, incorporados em Cristo, protegidos pela Virgem Santa Maria, amparados por S. José. Esta é a grande luz que ilumina as nossas vidas e que, perante as dificuldades e misérias pessoais, nos impele a seguir animosamente para diante. Cada lar cristão deveria ser um remanso de serenidade, em que se notassem, por cima das pequenas contrariedades diárias, um carinho e uma tranquilidade, profundos e sinceros, fruto de uma fé real e vivida.

Para o cristão o matrimónio não é uma simples instituição social e menos ainda um remédio para as fraquezas humanas: é uma autêntica vocação sobrenatural. Sacramento grande em Cristo e na Igreja, como diz S. Paulo, é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, contrato que um homem e uma mulher fazem para sempre, pois, quer queiramos quer não, o matrimónio instituído por Jesus Cristo é indissolúvel, sinal sagrado que santifica, acção de Jesus, que invade a alma dos que se casam e os convida a segui-Lo, transformando toda a vida matrimonial num caminhar divino pela Terra. (Cristo que passa, 22–23)

São Josemaría Escrivá

Aborto como eugenia

Num Ocidente que muda o trajecto de uma estrada só para não ferir o habitat de um rato, num Ocidente obcecado com focas bebé, num Ocidente que endeusa as baleias do Árctico islandês, como é que se desvaloriza assim a vida de seres humanos?

Chamemos-lhe Joana. Tem uma filha com trissomia 21. Quando lhe dizem que demonstrou coragem ou grandeza, Joana abana a cabeça. Nunca lhe passou pela cabeça matar na própria barriga um bebé só porque ele era imperfeito na genética. Desde quando é que os seres imperfeitos não têm direito à vida? Desde quando é que aqueles que beliscam a estética não têm direito à existência? E como é que a genética pode ser o centro da nossa moral colectiva? Não é a Joana que é grande ou corajosa, a sociedade é que entrou numa caverna. Caverna, essa, que muda o nome às coisas. “Aborto” é “IGV”. “Eutanásia” é “direito à morte”. “Bebé” na barriga é “feto” ou “amontoado de células”, termos burocráticos que procuram anular a carga odiosa do aborto. E, claro, “eugenia” já não é “eugenia”. Convém sublinhar a palavra (“eugenia”), porque as nossas sociedades fazem eugenia em massa. 90% das inglesas que detectam um bebé com síndrome de Down fazem aborto. Na fofinha Islândia não há pessoas com trissomia. Há uma taxa de 100% de aborto nestes casos, e esta devastação é apresentada como um grande avanço médico. É como se estivéssemos a falar de uma campanha contra a tuberculose ou sida. É como se o bebé da Joana fosse em si mesmo uma doença erradicável. Isto não é “progresso”, é uma barbárie medicamente assistida.

Esta agenda eugenística é tão bárbara que chega a ser cómica. Ainda há dias a lei francesa proibiu a divulgação pública de um vídeo de uma associação de pais como Joana. O vídeo mostra a alegria de crianças com trissomia 21. O vídeo foi proibido. Alegou-se que podia ferir a susceptibilidade das mulheres que abortaram. Confesso que isto me dá vontade de rir. Dante Alighieri ensinou-nos que o grotesco tem sempre um lado cómico. Esta proibição é tão grotesca, tão absurda, que até parece piada. A piadinha porém é agora a realidade. É uma piada que não ataca apenas o direito à vida, ataca o próprio direito à liberdade de expressão de pessoas como a Joana. Mas repare-se que a proibição revela acima de tudo a má consciência dos defensores do aborto, dos defensores de campanhas médicas contra crianças deficientes, das próprias mulheres que abortam. Revela embaraço, culpa e remorsos. Serão estes remorsos que acabarão por destruir o edifício intelectual e moral deste cultura eugenística.

E essa destruição está para breve. Chegámos ao fim da linha. Este quadro grotesco é indefensável. Como é que chegámos ao ponto em que se consideram “estúpidas” as pessoas como Joana? Como é que chegámos ao ponto em que uma mensagem comovente de crianças com trissomia é vista como “ofensiva”? Num Ocidente que muda o trajecto de uma estrada só para não ferir o habitat de um rato, num Ocidente obcecado com focas bebé, num Ocidente que endeusa as baleias do Árctico islandês, como é que se desvaloriza assim a vida de seres humanos? Daqui a vinte e cinco anos, teremos sérias dificuldades para explicar aos nossos netos esta comédia grotesca.

Henrique Raposo in RR (seleção de imagem 'Spe Deus')

Novena da Imaculada Conceição com textos de São Josemaría Escrivá - 2 de Dezembro

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São Josemaría Escrivá nesta data em 1937

Depois de uma penosa marcha a pé para atravessar os Pirenéus, durante a guerra civil espanhola, chega a Andorra. Ao entrar em Sant Juliá de Loria vai a rezar o terço. Escuta o toque de uns sinos e repete de si para si: “Deo gratias!, Deo gratias!”

Seja o que for que Ele queira, por muito mau que nos pareça, é na verdade o melhor

São Tomás Moro (1478-1535), estadista inglês, mártir 
Carta escrita no cárcere a sua filha, 1534 (trad. Breviário, 22/6, rev.)


Não vou deixar de ter confiança, Meg, na bondade de Deus, por mais receio que tenha de, com medo, poder vacilar. Mas lembro-me sempre de São Pedro que, à primeira rajada de vento, começou a afundar-se por causa da sua pouca fé; se tal me vier a acontecer, farei como ele: gritar por Cristo e pedir-Lhe que me ajude. E assim espero que Ele estenda a Sua mão para me segurar e me salvar das águas tumultuosas, impedindo que me afogue.

E se Ele permitir que a minha semelhança com Pedro vá mais longe, ao ponto de me precipitar e cair totalmente, jurando e abjurando (que de tal coisa Deus me livre na sua infinita misericórdia e que, se assim for, dessa queda me venha antes mal do que bem), ainda assim espero que o Senhor me dirija, tal como fez a Pedro, um olhar cheio de compaixão (Lc 22,61) e me levante de novo para que possa outra vez confessar a verdade da minha consciência e suportar aqui o castigo e a vergonha da minha anterior negação.

Por fim, querida filha, estou plenamente convencido de que, sem culpa própria, Deus não me abandonará. Por isso, com toda a certeza e esperança me entrego nas suas mãos. […] Assim, minha querida filha, fica tranquila e não te preocupes comigo, seja o que for que me aconteça neste mundo. Nada pode acontecer-me que Deus não queira. E seja o que for que Ele queira, por muito mau que nos pareça, é na verdade o melhor.

Deus é exigente…

... mas infinitamente misericordioso e ama-nos mais do que nós na nossa pequena dimensão terrena conseguimos imaginar, ainda assim, se Lhe remetermos todas as graças que nos concede, poderemos vislumbrar uma ínfima parte da Sua bondade e generosidade, tudo quanto Lhe oferecermos e dedicarmos será sempre pouco, mas Ele, apesar disso, compreende as nossas fraquezas e debilidades e continua a amar-nos.

JPR

Não vos contenteis com uma religiosidade externa. Deus não Se contenta com um povo que O venera com os lábios. Ele quer o coração e, em troca, dá-nos a sua graça, desde que não nos afastemos ou separemos d’Ele

(Bento XVI - Discurso aos Bispos da Áustria em visita ‘ad limina’ – 02/XI/2005)

Evitar o supérfluo

«O Senhor não manda que deitemos fora a nossa fazenda e nos afastemos do dinheiro. O que Ele quer é que afastemos da nossa alma a primazia das riquezas, a desenfreada cobiça e febre delas, as solicitudes, os espinhos da vida, que afogam a semente da verdadeira vida.»

(Clemente de Alexandria - Quis dives salvetur, nº 11) 

O Evangelho do dia 2 de dezembro de 2016

Partindo dali Jesus, seguiram-n'O dois cegos, gritando e dizendo: «Tem piedade de nós, Filho de David!». Tendo chegado a casa, aproximaram-se d'Ele os cegos. E Jesus disse-lhes: «Credes que posso fazer isto?». Eles responderam: «Sim, Senhor». Então tocou-lhes os olhos, dizendo: «Seja-vos feito segundo a vossa fé». E abriram-se os seus olhos. Jesus deu-lhes ordens terminantes, dizendo: «Cuidado, que ninguém o saiba». Mas eles, retirando-se, divulgaram por toda aquela terra a Sua fama.

Mt 9, 27-31