N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça…

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Eleição e nomeação do Prelado do Opus Dei

Este artigo explica o processo de eleição e posterior nomeação do prelado, tal como estipulado nos "Estatutos" da prelatura do Opus Dei.
Opus Dei - Eleição e nomeação do Prelado do Opus DeiSede do Prelado na igreja prelatícia de Santa Maria da Paz
Como prevê o direito, ao ficar vacante o ofício de prelado, a direção cabe ao vigário auxiliar que, no prazo de um mês, há-de convocar o Congresso geral eletivo para que seja designado um novo prelado antes de decorrerem três meses a partir da data em que se verificou a vagatura (cfr. Estatutos, 149 §§1-2).
Os fiéis do Opus Dei que intervêm no Congresso eletivo são sacerdotes e leigos com, pelo menos, 32 anos de idade e que estão incorporados na prelatura no mínimo há nove anos. Foram nomeados dentre os fiéis das diversas nações em que o Opus Dei desenvolve o seu trabalho pastoral (cfr. Estatutos, 130 §2). Os estatutos não estabelecem um número máximo de congressistas. Nos últimos congressos, o número foi à volta de uma centena.
A nomeação dos membros do Congresso geral eletivo não é discricionária, pois exige o voto deliberativo do Conselho geral (quer dizer, só se procede à nomeação se houver maioria de votos favoráveis). O Conselho geral toma as suas decisões após ter obtido o parecer da Comissão regional (conselho que assiste o vigário na direção de cada região ou país) e dos congressistas da respetiva circunscrição (cfr. Estatutos, 130 §2).
A eleição do prelado há-de recair necessariamente num sacerdote, com pelo menos quarenta anos de idade feitos, que seja membro do Congresso e que esteja incorporado na prelatura pelo menos há dez anos e e seja sacerdote há cinco anos (cfr. Estatutos, 131, 1º).
Os estatutos da prelatura descrevem as várias condições humanas, espirituais e jurídicas que o prelado deve reunir para garantir o reto desempenho do cargo; em síntese, deve destacar-se em virtudes como a caridade, a prudência, a vida de piedade, o amor à Igreja e ao seu Magistério e a fidelidade ao Opus Dei; deve possuir uma profunda cultura, tanto nas ciências eclesiásticas como nas profanas, e ter adequados dotes de direção (cfr. Estatutos, 131, 2º e 3º). São requisitos análogos aos que o direito canónico exige para os candidatos ao episcopado (cfr. Código de Direito Canónico, c. 378, §1).
Para a designação do novo prelado segue-se o sistema de eleição canónica, regulado pelo Código de Direito Canónico vigente, com caráter geral para as diversas instituições eclesiásticas (cfr. cânones 164-179; cfr. também constituição apostólica Ut sit, art. IV). De acordo com esses princípios gerais do direito, os estatutos da prelatura do Opus Dei concretizam alguns aspetos específicos, entre os quais destaca, pelo caráter de estrutura jurisdicional da organização hierárquica da Igreja que tem a prelatura, o requisito de que a eleição deva ser confirmada pelo Romano Pontífice (cfr. Código de Direito Canónico, 178-179; Ut sit, IV; Estatutos, 130, §1).
O procedimento eletivo inicia-se com uma reunião do plenário do Conselho para as mulheres da prelatura, chamado Assessoria Central; atualmente compõem este Conselho trinta e oito mulheres – de vinte nacionalidades diferentes – entre as quais se incluem as delegadas das circunscrições regionais (cfr. Estatutos, 146, §2). Cada uma formula livremente uma proposta com o nome ou nomes daqueles sacerdotes que entende como sendo os mais adequados para o cargo de prelado, que se transmitem ao Congresso geral eletivo (cfr. Estatutos, 130, §3). Os membros do Congresso, tendo em conta as propostas do plenário da Assessoria Central, procedem à votação. Só podem votar os congressistas presentes: está excluído o sistema de representação (cfr. Estatutos, 130, §1).
Uma vez realizada a eleição, e aceite pelo eleito, este — por si próprio ou por intermédio de outro — há-de solicitar a confirmação do Romano Pontífice (cfr. Estatutos, 130, §4).
Confirmada a eleição pelo Papa, o prelado fica nomeado e adquire a plenitude da sua potestade (cfr. Estatutos, 130, §1).
Durante o tempo em que se encontre vacante o ofício de prelado, continuam no exercício dos seus cargos as pessoas que desempenhavam funções de direção, tanto de caráter geral, como no âmbito das diversas circunscrições territoriais do Opus Dei. Após a nomeação do novo prelado por parte do Papa, podem ser renovados ou substituídos nesses cargos (cfr. Estatutos, 149, §3); ao tratar-se de uma estrutura jurisdicional e hierárquica, os diversos órgãos de direção consideram-se canonicamente como vigários ou cooperadores do prelado, centro e fonte da unidade da prelatura (cfr. Estatutos, 125, §1).
A potestade do prelado exerce-se de acordo com o direito geral da Igreja e o direito particular da prelatura: a constituição apostólica Ut sit e o Codex iuris particularis Operis Dei ou Estatutos promulgados pelo Romano Pontífice (c. 295 § 1), onde se regulamentam com precisão as diversas competências jurídicas e pastorais. Como se lê nos Estatutos, o prelado há-de ser para os fiéis do Opus Dei mestre e pai, que ame deveras a todos nas entranhas de Cristo, e os forme e inflame com uma ardente caridade, gastando de bom grado a sua vida por eles (cfr. Estatutos, 132, §3).
O c. 295 do Código de Direito Canónico e o artigo IV da constituição apostólica Ut sit, estipulam que o prelado rege o Opus Dei como ordinário e pastor próprio, com jurisdição para realizar a missão pastoral que a Igreja confia à prelatura.
Essa jurisdição estende-se aos clérigos incardinados na prelatura e aos fiéis leigos que se dedicam às tarefas apostólicas do Opus Dei (cfr. Ut sit, III). Inclui o regime ou direção do próprio clero, e a formação e assistência espiritual e apostólica desses leigos incorporados na prelatura, com vista a uma mais intensa dedicação ao serviço da Igreja. Os leigos, como todos os demais fiéis leigos, seus iguais, estão sob a potestade do Bispo diocesano em tudo o estabelecido com caráter geral para os fiéis cristãos e conservam a liberdade e independência própria de todo o fiel católico quanto ao que se refere às decisões familiares, profissionais, culturais, sociais ou políticas (cfr. Estatutos, 88, §3).

(Fonte: http://opusdei.pt/pt-pt/article/eleicao-e-nomeacao-do-prelado-do-opus-dei/)

O Senhor protege os Seus filhos

«Quando a terna mãe ensina o seu filhinho a andar, ajuda-o e sustenta-o quando é necessário, deixando-o dar alguns passos pelos sítios menos perigosos e mais planos, tomando-lhe a mão e segurando-o, ou tomando-o nos seus braços e levando-o neles. Da mesma maneira Nosso Senhor tem cuidado contínuo dos passos dos Seus filhos»

(São Francisco de Sales - Tratado do amor de Deus, liv. 3, cap. 4)

Uso do corpo

O nosso corpo, seja qual for, com seus encantos, desencantos, qualidades, deficiências e possibilidades é fundamental para conquistarmos nossa realização humana. Sua aparência nem seus pendores ou limites são toda a razão de ser da vida. O corpo é um dom prodigalizado por Deus para realizarmos o bem em todas as dimensões. Isso depende de como o usamos para a consecução de seus objetivos mais elevados. Há quem o tenha cheio de saúde e qualidades mas pode não usá-lo para a realização de felicidade progressiva na perspectiva humana e ética. Com menos atributos, mas encaminhando-o na direcção do próprio bem, com direccionamento para metas mais elevadas, a pessoa o tem com mais proveito na vida.

S. Paulo alude ao uso da corporeidade com respeito a valores transcendentes, de modo a ser assumido dentro dos parâmetros éticos e morais: “Ou ignorais que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que mora em vós e que vos é dado por Deus?... Então, glorificai a Deus com o vosso corpo” (1 Cor 6, 19.20).

O narcisismo faz a pessoa olhar para seu corpo como uma ilha, absolutizando sua aparência e considerando sua auto-afirmação sem a valorização devida de parâmetros altruístas. O olhar para si, sem a referência de valores relacionados ao ser pessoa dependente de Deus e dos outros, pode levar o ser humano a absolutizar o próprio corpo e relativizar ideais de vida que levem ao uso do corpo para atingir os mesmos.

A estética e o cuidado com o corpo são importantes instrumentos para a auto-afirmação, mas relacionados com valores transcendentes, que levam cada um a usar o corpo para fazer o bem ao semelhante. O próprio Jesus nos ensina a oblatividade, até com renúncias para darmos vida ao outro, mesmo se tivermos de dar a nossa própria. Nosso cuidado com o corpo é importante, mas para atingir os objectivos mais elevados da vida.

Muito nos é colocado, inclusive pela grande média, sobre o prazer buscado pelo corpo em vista da felicidade pessoal. O uso do sexo se torna o foco diuturno desse encaminhamento. Basta não se pegar doença, o resto tudo vale, conforme esse endereçamento. No entanto, o bom senso nos leva a saber fazer opções na vida. Nem tudo o que traz prazer imediato é o que nos leva à realização de um objectivo mais elevado na vida. Nessa perspectiva, muitas renúncias se fazem em vista de se atingirem metas e conquistas mais realizadoras. Caso contrário, os instintos mais cruéis regeriam nossa vida sem parâmetro ético, moral e humano.

Sodoma e Gomorra têm sido famigeradas referências até fracas em relação ao que se faz hoje, muitas vezes, com o uso desenfreado do sexo. Se fôssemos meros animais, sem algo espiritual e imortal, seríamos levados ao gozo imediato, sem atingirmos nossa realização plena de seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus.

O apóstolo Paulo ainda lembra: “O corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor” (1 Cor 6, 13). É preciso estarmos atentos para não fazermos de nossa fé apenas afirmada em actos religiosos para dentro de nós ou do templo. Precisamos olhar para o projecto de Deus a respeito do corpo, do sexo, do matrimónio e de todo o convívio humano. O uso do corpo apenas como busca de prazer e bem estar, sem levar em conta sua relação com Deus e o outro, não leva ao êxito a vida humana com parâmetros realmente humanos. A juventude precisa ser formada para não cair na armadilha do hedonismo que se pauta pelo sexo puramente animalesco.

D. José Alberto Moura, CSS – Bispo de Uberlândia (MG)

(Fonte: site CNBB – Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros)

O Evangelho do dia 18 de janeiro de 2017

Novamente entrou Jesus na sinagoga, e encontrava-se lá um homem que tinha uma das mãos atrofiada. Observavam-n'O a ver se curaria em dia de sábado, para O acusarem. Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Vem para o meio». Depois disse-lhes: «É lícito em dia de sábado fazer bem ou fazer mal? Salvar a vida a uma pessoa ou tirá-la?». Eles, porém, calaram-se. Então olhando-os com indignação, contristado da cegueira de seus corações, disse ao homem: «Estende a tua mão». Ele estendeu-a, e a mão ficou curada. Mas os fariseus, retirando-se, reuniram-se logo em conselho com os herodianos contra Ele para ver como O haviam de matar.

Mc 3, 1-6

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Os filhos de Deus têm de ser contemplativos

Nunca compartilharei a opinião – ainda que a respeite – dos que separam a oração da vida ativa, como se fossem incompatíveis. Os filhos de Deus têm de ser contemplativos: pessoas que, no meio do fragor da multidão, sabem encontrar o silêncio da alma em colóquio permanente com Nosso Senhor: e olhá-lo como se olha um Pai, como se olha um Amigo, a quem se quer com loucura. (Forja, 738)

Não duvideis, meus filhos: qualquer forma de evasão das honestas realidades diárias é, para vós, homens e mulheres do mundo, coisa oposta à vontade de Deus.

Pelo contrário, deveis compreender agora – com uma nova clareza – que Deus vos chama a servi-Lo em e a partir das ocupações civis, materiais, seculares da vida humana: Deus espera-nos todos os dias no laboratório, no bloco operatório, no quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no lar e em todo o imenso panorama do trabalho. Ficai a saber: escondido nas situações mais comuns há um quê de santo, de divino, que toca a cada um de vós descobrir.

Eu costumava dizer àqueles universitários e àqueles operários que vinham ter comigo por volta de 1930 que tinham que saber materializar a vida espiritual. Queria afastá-los assim da tentação, tão frequente então como agora, de viver uma vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas.

Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla; se queremos ser cristãos, não podemos ser esquizofrénicos. Há uma única vida, feita de carne e espírito, e essa é que tem de ser – na alma e no corpo – santa e cheia de Deus, deste Deus invisível que encontramos nas coisas mais visíveis e materiais.

Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar Nosso Senhor na nossa vida corrente ou nunca O encontraremos Por isso posso dizer-vos que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que parecem mais vulgares o seu sentido nobre e original, colocá-las ao serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo. (Temas Actuais do Cristianismo, 114)

São Josemaría Escrivá

São Josemaría Escrivá nesta data em 1935

Passa o mês de Janeiro entre dificuldades económicas e materiais para levar para a frente a residência de estudantes DYA, de que é director Ricardo Fernández Vallespín: No dia 17 vai com ele e com Juan Jiménez Vargas ao Cerro de los Ángeles, a uns 10 km de Madrid. A fotografia é tirada nesse dia.

'A aldeia em chamas'

É conhecida a história de Kierkegaard sobre o palhaço e a aldeia em chamas. O relato conta-nos que num circo da Dinamarca houve um grande incêndio. O director do circo pediu a um dos palhaços, que já estava preparado para actuar, que fosse rapidamente até à aldeia vizinha. O objectivo era pedir ajuda e avisar do perigo de que as chamas chegassem até lá. O palhaço correu até à aldeia e pediu aos habitantes que fossem com a maior urgência ao circo para apagar o fogo.

No entanto, os habitantes pensavam que se tratava de uma brincadeira e aplaudiram até chorar de tanto rir. O palhaço tentava explicar-lhes que era algo sério e que o circo estava realmente a arder. A sua insistência somente aumentava as gargalhadas. Acreditavam os aldeões que nunca tinham visto um cómico tão bom e que representasse tão bem. Até que o fogo chegou à aldeia. A ajuda foi demasiado tardia e tanto o circo como a povoação ficaram totalmente destruídos.

Esta história é uma boa comparação com a situação actual de tantos cristãos. Eles comprovam frequentemente o seu fracasso na tentativa de explicar aos outros a mensagem cristã de salvação. «Mas ser salvos de quê?» perguntam muitos. E sorriem com um certo ar de troça. Eles já não são “ingénuos”. E na sua aparente “auto-suficiência” não se dão conta, ou não o querem reconhecer, de que tudo nesta terra, a começar por nós próprios, traz em si o selo da caducidade. Tudo é passageiro.

Por isso, para entender a mensagem cristã é preciso, em primeiro lugar, sentir a necessidade de sermos salvos. É preciso darmo-nos conta de que, por muito avanço tecnológico que tenhamos alcançado, por muitos bens materiais que tenhamos adquirido, a miséria humana continua sempre presente à nossa volta e também dentro de nós. Indigência material, opressões injustas, doenças físicas ou psíquicas, e sobretudo a morte, derradeiro escândalo da vida. “Como ficam sós os mortos” repetia o poeta com versos já gastos. “Mas sós de verdade” acrescentava, “ficam os vivos quando sofrem sem esperança”.

Cegam-se a si próprios aqueles que pretendem não necessitar de salvação. Aqueles que afirmam não terem nada na sua vida de que se arrependerem, nada que tenham feito mal. Chamados à felicidade eterna, mas feridos pelo mal moral, muito mais sério do que o mal físico, todos nós necessitamos de uma salvação que só pode vir de Deus, a única realidade que não é passageira mas eterna.

Por isso, a fé e o actuar de acordo com ela, não é mais um detalhe na nossa vida. É, pelo contrário, algo de enorme importância e com profundas consequências temporais e eternas.

Rodrigo Lynce de Faria

«AINDA NÃO CHEGOU A MINHA HORA»

«Mulher, que tem isso a ver contigo e comigo? Ainda não chegou a minha hora.» Jo 2, 4

E quando chega a nossa hora, Senhor?

A nossa hora é a tua hora, Senhor, quando naquela tarde a tua cabeça pendeu sobre o teu peito e Tu entregaste a vida como Homem, ao Pai!

Nesse dia e nesse momento foi e é a nossa hora, que todos os dias se faz presente na Eucaristia.

É que foi nessa hora que nos libertaste da lei do pecado, da lei da morte, e é essa hora a que cada um de nós tem acesso, (pela liberdade com que nos criaste), que faz de nós filhos de Deus, herdeiros do Pai, no Filho, pelo Espírito Santo.

E é uma hora tão sublime e presente que é sempre a hora em que livremente escolhemos seguir-Te, para que seja a nossa hora, feita hora Tua, Senhor!

Que essa hora seja a minha hora em todos os dias e todos os momentos, não pelo relógio do tempo, mas pelo “relógio” do teu amor, Senhor!

Não contes os segundos, minutos, horas e dias em que não vivi a tua hora, Senhor, mas conta apenas, pela tua misericórdia, a hora em que fiz da tua hora, a minha hora também.

E assim, que a minha vida não tenha dias, nem horas, nem minutos, nem segundos, mas se resuma apenas e só à tua hora, para que ela seja também a minha hora, Senhor!

Porque é nessa hora, Senhor, que o milagre de Ti acontece na vida que deste!

Obrigado, Senhor!

Marinha Grande, 17 de Janeiro de 2016

Joaquim Mexia Alves
http://queeaverdade.blogspot.pt/2016/01/ainda-nao-chegou-minha-hora.html

Santo Antão

Este insigne pai do monaquismo nasceu no Egipto cerca do ano 250. Depois da morte de seus pais, distribuiu os seus haveres pelos pobres e retirou-se para o deserto, onde começou a sua vida de penitente. Teve numerosos discípulos e trabalhou em defesa da Igreja, animando os confessores na perseguição de Diocleciano e apoiando S. Atanásio na luta contra os arianos. Morreu no ano 356.

(Fonte: site Secretariado Nacional de Liturgia)
Foto: óleo de Jerónimo Bosch ca. 1500 - A tentação de Santo Antão

O Evangelho do dia 17 de janeiro de 2017

Sucedeu também que, caminhando Jesus em dia de sábado, por entre campos de trigo, os discípulos começaram a colher espigas, enquanto caminhavam. Os fariseus diziam-Lhe: «Como é que fazem ao sábado o que não é permitido?». Ele respondeu: «Nunca lestes o que fez David, quando se viu necessitado, e teve fome, ele e os que com ele estavam? Como entrou na casa de Deus, sendo sumo sacerdote Abiatar, e comeu os pães da proposição, dos quais não era permitido comer, senão aos sacerdotes, e deu também aos que o acompanhavam?». E acrescentou: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. Por isso o Filho do Homem é Senhor também do sábado».

Mc 2, 23-28