Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Amar a Cristo...

Senhor Jesus, dizei uma palavra e seremos salvos. Tu que que estás na Sagrada Eucaristia e que nos permites receber-Te, és de facto infinitamente misericordioso, pois deixas-nos acolher-Te na nossa morada que tantas vezes anda desarrumada.

Ajuda-nos, Te rogamos, a ser zelosos na limpeza e arrumação da nossa alma através do Sacramento da Reconciliação, para quando Te recebermos a tenhamos no melhor estado de pureza e assim o façamos como a mais preciosa visita que podemos acolher em toda a nossa vida.

Por Cristo, com Ele e n’Ele, toda a honra e toda a glória, hoje e sempre!

JPR

Monjas beneditinas gravam o seu segundo álbum de canções (vídeo com locução em espanhol)

Deus está próximo com ternura

Deixar-nos amar pelo Senhor com ternura é difícil, mas é o que devemos pedir a Deus: este foi o convite feito pelo Papa Francisco na Missa desta manhã na Casa Santa Marta, na solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Na homilia, o Pontífice repetiu várias vezes que Jesus nos amou não tanto com as palavras, mas com as obras e com a sua vida. A solenidade de hoje, disse, é “a festa do amor”, de um “coração que muito amou”. Um amor que, como repetia Santo Inácio, “se manifesta mais nas obras do que nas palavras” e que é sobretudo “mais dar do que receber”. “Esses dois critérios – evidencia o Papa – são como os pilares do verdadeiro amor” de Deus. Ele conhece suas ovelhas uma a uma, porque não se trata de um amor abstrato, mas que se manifesta por cada um de nós:
“Um Deus que se faz próximo por amor, caminha com seu povo e esse caminhar chega a um ponto inimaginável. E isto é proximidade: o pastor próximo do seu rebanho, de suas ovelhas”.

Citando um trecho do Livro do Profeta Ezequiel, o Papa evidencia outro aspecto do amor de Deus: o cuidado pela ovelha perdida e por aquela ferida e doente:
“Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência dos carinhos, a ternura. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima e nos dá o amor com ternura. Proximidade e ternura! E este é um amor forte, porque nos faz ver a fortaleza do amor de Deus”.

Francisco explica ainda que este amor deve fazer-se próximo do outro, deve ser como o do bom samaritano”. Mas é possível retribuir todo este amor ao Senhor?

“Isso pode parecer uma heresia, mas é a grande verdade! Mais difícil que amar a Deus é deixar-se amar por Ele! A maneira de retribuir tanto amor é abrir o coração e deixar-nos amar. Deixar que Ele se faça próximo a nós, deixar que ele nos acaricie. É tão difícil deixar-nos amar por Ele. Talvez isso é o que devemos pedir hoje na Missa: ‘Senhor, eu quero amá-Te, mas ensina-me a difícil ciência, o difícil hábito de deixar-me amar, de senti-Te próximo e terno!’. Que o Senhor no dê esta graça!”

(Fonte: 'news.va')

Vídeo da ocasião em italiano

Escolher o bem fará de vocês pessoas com uma coluna dorsal forte, que sabem enfrentar a vida com coragem e paciência

A Sala Paulo VI ficou lotada na manhã desta sexta-feira, dia 7, com a presença de 9 mil alunos, ex-alunos e professores de colégios jesuítas da Itália e da Albânia. O encontro começou às 10h30 (locais) com uma série de testemunhos e apresentações de música ao vivo, e com a chegada do Papa, ao meio-dia, prosseguiu com a leitura de algumas cartas dirigidas a Francisco.
Em seguida, foi a vez de o Pontífice cumprimentar os presentes, dizendo-se sentir ‘em família’ e muito feliz por este encontro coincidir com a solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

“Somos a Companhia de Jesus”, disse o Papa, lembrando as palavras de Santo Inácio aos companheiros que se questionavam a respeito de sua identidade, em 1537. Este nome, frisou, indica uma relação estreita amizade e carinho por Jesus.

“Santo Inácio e seus companheiros entenderam que Jesus lhes ensinava como viver bem, como realizar uma existência significativa doando entusiasmo, alegria e esperança. Eles entenderam que Jesus é um grande mestre e modelo de vida que não apenas lhes ensinava, mas os convidava a segui-lo em seu caminho”.

Seguindo o ensinamento de Santo Inácio, o Papa ressaltou que na escola, o elemento principal é aprender a ser magnânimo, ter o coração grande, grandes ideais, o desejo de responder às coisas que Jesus nos pede: fazer as coisas do quotidiano com o coração grande, aberto a Deus e aos outros. Especificamente sobre as escolas jesuítas, Francisco disse que desenvolvem virtudes humanas como lealdade, respeito, fidelidade e compromisso.

Em seguida, o Papa deteve-se em dois valores: a liberdade e o serviço. “A liberdade – explicou – não quer dizer fazer o que se quer. Liberdade é saber refletir, avaliar o que é bem e o que é mal, e optar sempre pelo bem. Escolher o bem fará de vocês pessoas com uma coluna dorsal forte, que sabem enfrentar a vida com coragem e paciência”.

A segunda palavra é o serviço, que nas escolas se traduz em abrir-se ao próximo, aos mais pobres, a trabalhar para melhorar o nosso mundo. “Sejam homens e mulheres com os outros e pelos outros: sejam campeões no serviço aos outros”.

Convidando os jovens a sentirem a presença do Senhor em suas vidas e a aprenderem a ler seus os sinais, Francisco garantiu que o Senhor nos fala sempre, todos os dias; devemos somente escutá-lo.

Antes de terminar, o Papa encorajou os professores, trabalhadores e pais: “Educar não é uma profissão, mas uma atitude, um modo de ser. Para educar é preciso sair de si mesmo e acompanhar os jovens lado a lado com eles, dando-lhes esperança e otimismo para o seu caminho no mundo. Ensinem-lhes a ver a beleza e a bondade da Criação e do homem, mas principalmente, sejam testemunhas com a vida daquilo que ensinam! Sem coerência não se pode educar!”.

Francisco também recordou que deve haver um espírito de unidade e comunidade entre os diversos componentes da educação. “O objetivo único é formar e ajudar a crescer pessoas maduras, simples, competentes e honestas, que saibam amar com fidelidade, vivendo a vida em resposta à vocação de Deus e a profissão como um serviço à sociedade”.

Enfim, o Papa saudou todos, citando especificamente os representantes da Rede ‘Fé e Alegria’, que realiza um grande trabalho entre as populações mais pobres da América do Sul, e a delegação do colégio albanês de Scutari, que retomo suas atividades em 1994 depois de vários anos fechado por causa da repressão no país. Este Colégio acolhe e educa jovens católicos, ortodoxos, muçulmanos e provenientes de contextos agnósticos. “Assim a escola se torna um lugar de diálogo e confronto sereno, promovendo comportamentos de respeito, escuta, amizade e espírito de colaboração”, afirmou Francisco, concedendo todos a sua bênção.

(Fonte: 'news.va')



Vídeo da ocasião em italiano

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

A liturgia deste dia convida-nos a contemplar a bondade, a ternura e a misericórdia de Deus pelos homens – por todos os homens, sem excepção. Como imagem privilegiada para exprimir esta realidade, a Palavra de Deus utiliza a figura do Pastor: Deus é o Pastor que, com amor, cuida do seu rebanho.

A primeira leitura apresenta Deus como um “bom pastor” (contraposto aos líderes de Israel, os “maus pastores” que conduziram o Povo por caminhos de egoísmo e de morte), cuja preocupação fundamental é o bem-estar do seu rebanho; nesse contexto, o profeta anuncia a obra do Pastor/Deus: libertação do rebanho/Povo, o êxodo para a terra da liberdade, a condução do rebanho para “pastagens excelentes” e os cuidados amorosos que o Pastor dispensará a cada uma das suas ovelhas.

A segunda leitura lembra-nos que o amor de Deus se derrama continuamente sobre os homens. A prova cabal desse imenso amor é Jesus Cristo, o Filho que o Pai enviou ao nosso encontro para nos libertar do egoísmo e do pecado e que deu a própria vida para que o projecto de amor do Pai se concretizasse e atingisse a humanidade inteira.

O Evangelho retoma a imagem do Deus/Pastor, cujo amor se derrama, de forma especial, sobre as ovelhas feridas e perdidas do rebanho. Dessa forma, sugere-se que o Pastor/Deus não só não exclui ninguém da sua proposta de salvação – nem sequer aqueles que, pelas suas atitudes “politicamente incorrectas” são marginalizados pelos outros homens – mas até tem um “fraco” especial pelos excluídos: são precisamente esses os destinatários privilegiados do amor de Deus.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)