Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Amar a Cristo ...

Bom Jesus, Essência da nossa razão de ser, louvamos-Te com palavras, a alma e o coração, mas não basta, temos também de o fazer através de atos concretos ajudando os tantos que precisam abdicando do que não nos faz falta e um pouco do que pensamos que nos faz falta, o que na verdade é um engano, pois tendo-Te nada nos faltará.

Mestre, ajuda-nos a viver sempre em coerência com as palavras amando-Te também através dos atos que praticamos.

JPR

Alimente esta ideia!

O Banco Alimentar contra a Fome vai realizar mais uma campanha de recolha de alimentos em supermercados e online.

Até 9 de Dezembro pode, uma vez mais, contribuir no site www.alimentestaideia.net.


Graças à generosidade de muitas pessoas, foram doadas em Maio de 2012 através deste canal 73,5 toneladas de produtos, com visitas ao site de internautas de 95 países.

O acréscimo muito significativo do número de pedidos de ajuda que temos vindo a receber nos últimos tempos, exige uma solidariedade e atenção renovadas que permitam fazer face ao agudizar da situação de tantas pessoas.

Neste sentido, estamos a contactar todos os que já contribuíram, como é o seu caso, nesta luta contra a pobreza que nos deve mobilizar a todos, pois infelizmente são cada vez mais os que precisam da ajuda para garantirem as necessidades básicas de alimentação.

Por essa razão, apelamos à sua contribuição e pedimos-lhe ainda que divulgue esta campanha junto dos seus contactos.

Bem haja


Maria Isabel Jonet

Presidente da Direcção

Acções de formação para catequistas - AJUDAR A CRESCER - Paróquia de Santa Maria de Belém - Lisboa

1ª. Autonomia e Responsabilidade - 26/10/2012 (Dina Matos Ferreira)

2ª. Afectividade/Sexualidade - 30/11/2012 (Sofia Mendonça)

3°. Relações Familiares: Problemas e Questões - 25/01/2013 (Cristina Cruz Fernandes)

4ª. Fé e Razão - Cristianismo e outras Religiões - 22/02/2013 (Cón. José Manuel Ferreira)

5ª. Razão e Fé - 05/04/2013 (Cón. José Manuel Ferreira)
Local: Rua dos Jerónimos, 3
Horário – 21h30 às 23h00
Entrada Livre



Com os melhores cumprimentos,
Isabel Múrias
Responsável da Catequese da
Paróquia de Santa Maria de Belém
http://www.paroquia-smbelem.pt/

Imitação de Cristo, 3, 32, 1 - Da abnegação de si mesmo e abdicação de toda cobiça

Jesus: Filho, não podes gozar perfeita liberdade, enquanto não renunciares inteiramente a ti mesmo. Em escravidão vivem todos os ricos e egoístas, os cobiçosos, curiosos, que gostam de vaguear, buscando sempre as delícias dos sentidos e não as de Jesus Cristo, mas só imaginam o que não pode permanecer e só disso cogitam. Pois tudo que não vem de Deus perecerá. Conserva em teu coração esta breve e profunda sentença: Deixa tudo, e terás sossego. Pondera isto, e, quando o praticares, tudo entenderás.

Oxalá te não falte a simplicidade

Repara: os apóstolos, com todas as suas misérias patentes e inegáveis, eram sinceros, simples... transparentes. Tu também tens misérias patentes e inegáveis. – Oxalá te não falte a simplicidade. (Caminho, 932)

Aqueles primeiros doze apóstolos – a quem tenho grande devoção e carinho – eram, segundo os critérios humanos, bem pouca coisa. Quanto à posição social, com excepção de Mateus – que com certeza ganhava bem a vida e deixou tudo quando Jesus lhe pediu – eram pescadores; viviam do dia-a-dia, trabalhando até de noite para poderem alcançar o seu sustento.

Mas a posição social é o de menos. Não eram cultos, nem sequer muito inteligentes, pelo menos no que diz respeito às realidades sobrenaturais. Até os exemplos e as comparações mais simples lhes eram incompreensíveis e pediam ao Mestre: Domine, edissere nobis parabolam, Senhor, explica-nos a parábola. Quando Jesus, com uma imagem, alude ao fermento dos fariseus, supõem que os está a recriminar por não terem comprado pão.

Pobres, ignorantes. E nem sequer eram simples, humildes. Dentro das suas limitações, eram ambiciosos. Muitas vezes discutem sobre quem seria o maior, quando – segundo a sua mentalidade – Cristo instaurasse na terra o reino definitivo de Israel. Discutem e excitam-se até naquela hora sublime em que Jesus está prestes a imolar-se pela humanidade, na intimidade do Cenáculo.

Fé? Pouca. O próprio Jesus Cristo o diz. Viram ressuscitar mortos, curar todo o tipo de doenças, multiplicar o pão e os peixes, acalmar tempestades, expulsar demónios. Pois S. Pedro, escolhido como cabeça, é o único que sabe responder com prontidão: Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo. Mas é uma fé que ele interpreta à sua maneira; por isso atreve-se a enfrentar Jesus Cristo, a fim de que Ele não se entregue pela redenção dos homens. E Jesus tem de responder-lhe: Retira-te de mim, Satanás; tu serves-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus mas das coisas dos homens. Pedro raciocinava humanamente, comenta S. João Crisóstomo, e concluía que tudo aquilo (a Paixão e a Morte) era indigno de Cristo, reprovável. Por isso Jesus repreende-o e diz-lhe: não, sofrer não é coisa indigna de Mim; tu pensas assim porque raciocinas com ideias carnais, humanas.

Em que sobressaem então aqueles homens de pouca fé? Talvez no amor a Cristo? Sem dúvida que O amavam, pelo menos de palavra. (…) São homens correntes, com defeitos, com debilidades, com palavras maiores do que as suas obras. E, contudo, Jesus chama-os para fazer deles pescadores de homens, corredentores, administradores da graça de Deus. (Cristo que passa, 2)

São Josemaría Escrivá