Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Amar a Cristo...
Mesmo que nos sentíamos ‘leprosos’ de pecado, não tenhamos receio e façamos com alegria humilde como aquele leproso de um grupo de dez. Primeiro peçamos ao Senhor através do Sacramento de Penitência perdão sincero e contrito dos pecados de todo o nosso passado e manifestemos-Lhe a nossa gratidão voltando atrás todos os dias para O amar e oferecer a nossa gratidão.
JPR
JPR
“Os filhos de Deus têm de ser contemplativos”
Nunca compartilharei a opinião – ainda que a respeite – dos que separam a oração da vida activa, como se fossem incompatíveis. Os filhos de Deus têm de ser contemplativos: pessoas que, no meio do fragor da multidão, sabem encontrar o silêncio da alma em colóquio permanente com Nosso Senhor: e olhá-lo como se olha um Pai, como se olha um Amigo, a quem se quer com loucura. (Forja, 738)
Não duvideis, meus filhos: qualquer forma de evasão das honestas realidades diárias é, para vós, homens e mulheres do mundo, coisa oposta à vontade de Deus.
Pelo contrário, deveis compreender agora – com uma nova clareza – que Deus vos chama a servi-Lo em e a partir das ocupações civis, materiais, seculares da vida humana: Deus espera-nos todos os dias no laboratório, no bloco operatório, no quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no lar e em todo o imenso panorama do trabalho. Ficai a saber: escondido nas situações mais comuns há um quê de santo, de divino, que toca a cada um de vós descobrir.
Eu costumava dizer àqueles universitários e àqueles operários que vinham ter comigo por volta de 1930 que tinham que saber materializar a vida espiritual. Queria afastá-los assim da tentação, tão frequente então como agora, de viver uma vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas.
Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla; se queremos ser cristãos, não podemos ser esquizofrénicos. Há uma única vida, feita de carne e espírito, e essa é que tem de ser – na alma e no corpo – santa e cheia de Deus, deste Deus invisível que encontramos nas coisas mais visíveis e materiais.
Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar Nosso Senhor na nossa vida corrente ou nunca O encontraremos Por isso posso dizer-vos que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que parecem mais vulgares o seu sentido nobre e original, colocá-las ao serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo. (Temas Actuais do Cristianismo, 114)
São Josemaría Escrivá
Relíquias de São João Bosco chegam a Portugal em Setembro
Os restos mortais de São João Bosco, fundador dos Salesianos, congregação católica dedicada à educação da infância e juventude, vão passar por Portugal de 1 a 18 de Setembro para serem veneradas.
O anúncio foi feito este sábado num encontro que reuniu em Fátima “mais de 600” religiosos e leigos pertencentes à família salesiana, refere um comunicado.
Na sessão foi apresentado o lema para 2012 do reitor-mor da congregação, o padre mexicano Pascoal Chavéz: “Conhecendo e imitando Dom Bosco façamos dos jovens a missão da nossa vida”.
A missa foi presidida pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Mendes, pertencente aos salesianos.
O prelado propôs iniciativas para a vivência espiritual da peregrinação das relíquias, que estão a passar por vários países com vista às celebrações do bicentenário do nascimento do fundador, em 2015.
O padre italiano São João Bosco nasceu a 16 de Agosto de 1815 e morreu em 1888, a 31 de Janeiro, data em que a Igreja Católica faz a sua evocação litúrgica.
Os mais de salesianos 15.700 salesianos que trabalham em 130 países, de acordo com dados de 2010 publicados no site da congregação, exercem a sua acção em centros juvenis, colégios, escolas de formação profissional, paróquias, lares, universidades, residências e centros de comunicação social.
A congregação entrou em Portugal em 1894, estando actualmente presente em Lisboa, Porto, Évora, Cascais, Mirandela, Mogofores, Poiares e Vendas Novas, bem como na Madeira e Açores.
O anúncio foi feito este sábado num encontro que reuniu em Fátima “mais de 600” religiosos e leigos pertencentes à família salesiana, refere um comunicado.
Na sessão foi apresentado o lema para 2012 do reitor-mor da congregação, o padre mexicano Pascoal Chavéz: “Conhecendo e imitando Dom Bosco façamos dos jovens a missão da nossa vida”.
A missa foi presidida pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Mendes, pertencente aos salesianos.
O prelado propôs iniciativas para a vivência espiritual da peregrinação das relíquias, que estão a passar por vários países com vista às celebrações do bicentenário do nascimento do fundador, em 2015.
O padre italiano São João Bosco nasceu a 16 de Agosto de 1815 e morreu em 1888, a 31 de Janeiro, data em que a Igreja Católica faz a sua evocação litúrgica.
Os mais de salesianos 15.700 salesianos que trabalham em 130 países, de acordo com dados de 2010 publicados no site da congregação, exercem a sua acção em centros juvenis, colégios, escolas de formação profissional, paróquias, lares, universidades, residências e centros de comunicação social.
A congregação entrou em Portugal em 1894, estando actualmente presente em Lisboa, Porto, Évora, Cascais, Mirandela, Mogofores, Poiares e Vendas Novas, bem como na Madeira e Açores.
A família salesiana inclui a Comunidade Canção Nova, que está na origem do canal televisivo com o mesmo nome.
Deputado gay brasileiro ataca o Papa Bento XVI com base em informações falsas publicadas pela Reuters (vergonhoso)
Seguindo a onda de deturpações da mensagem de Bento XVI ao corpo diplomático junto à Santa Sé, protagonizada pela agência Reuters, o deputado gay do PSOL, Jean Wyllys, escreveu um artigo publicado no Jornal do Brasil afirmando que o Papa “suspeito e acusado de ser simpatizante do nazismo disse que o casamento civil igualitário (união homossexual) é uma ameaça à humanidade”. O deputado também chamou o Papa de “genocida em potencial” na sua conta no twitter. Católicos brasileiros estão exigindo a sua retratação através de uma campanha no twitter e uma petição pública.
O deputado Jean Wyllys é conhecido como um dos maiores apoiantes da causa LGBT. Suas posturas são tão radicais que o político chegou a criticar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) que vem militando pela aprovação do projeto de Lei PLC 122, que criminaliza atitudes contrárias ao homossexualismo, afirmando que este “não atendia as necessidades da comunidade gay”.
Nas suas levianas acusações Jean Wyllys ignora que o Papa sempre se opôs ao nazismo e que nunca compareceu às reuniões das juventudes hitlerianas aonde foi inscrito porque o governo nazi assim o exigia a todos. Segundo Volker Dahm, diretor de investigação sobre a era nazi do Instituto de História Contemporânea de Munique “aproximadamente 90 por cento dos jovens na Alemanha formou parte das juventudes hitlerianas. Negar-se a pertencer a elas era condenar-se a ser enviado a um campo de reeducação, algo similar a um campo de concentração”.
A postura da família Ratzinger inteira poderia ter-lhes custado as vidas, facto que Wyllys, supostamente um intelectual, desconhece por completo.
No seu sensacionalismo, o deputado gay parece não só ignorar o conteúdo do discurso papal, mas também o facto que jornalistas de bom senso, como Andrew Brown do Jornal inglês The Guardian (que não tem nenhum vínculo com a Igreja Católica), afirma, após rever o discurso completo de Bento XVI, que o Santo Padre lembra a necessidade de defender a família fundada no matrimónio entre homem e mulher mas não menciona para nada o "matrimónio gay".
"Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimónio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia no seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?", escreveu Brown no seu artigo.
Por sua parte, o bispo auxiliar de Aracajú (SE), D. Henrique Soares, também condenou as deturpações do discurso do Papa como as do deputado Jean Wyllys, ocorridas também em alguns meios de comunicação no Brasil como a revista Veja e denunciou “a sujeira e a má-fé da imprensa de modo geral quando se trata da Igreja e de Bento XVI”.
“Eis, as palavras da Veja, que se considera séria e imparcial: “Endureceu o discurso contra a união homossexual o papa Bento XVI. O pontífice disse para diplomatas de 180 países que o casamento gay é ‘uma ameaça para o futuro da humanidade’”, escreveu D. Henrique no seu blog.
“Aqui está! Foi assim com o Discurso do Papa em Ratisbona, na passagem em que se referiu a Maomé; foi assim quando falou da “chaga” que é a situação dos casais em segunda união; aqui no Brasil afirmou-se que o Papa dissera que os casais em segunda união seriam uma “praga”; foi assim com outras situações sérias, como a atitude do então Cardeal Ratzinger na questão dos pedófilos que estavam no meio do clero emporcalhando o nome de Cristo e da Igreja! Sempre um modo de denegrir, de truncar a verdade para tornar o Papa odioso”, afirmou também o prelado.
“O raciocínio é simples: se tudo é família; nada é família! É o conceito de família de toda a sociedade que fica prejudicado pela imposição de uma minoria que hoje é poderosíssima! Esta é a posição da Igreja, do Papa e de qualquer pessoa de bom senso”, asseverou D. Soares.
“Minha questão aqui é outra: trata-se da desonestidade da imprensa, que sempre procura, de modo capcioso, deturpar as palavras do Papa para torná-lo antipático e odioso ante a opinião pública. Não me preocupo se o Papa agrada ou não aos media e aos “papas” da cultura secularizada atual; mas me indigna a sordidez dessa imprensa que se quer passar por isenta e honesta”, conclui D. Henrique.
O blog Ancoradouro, também criticou um artigo de Wyllys aparecido na revista Carta Capital interpretando de má fé as palavras do Santo Padre incitando o “preconceito contra o Papa”
“Assim foi interpretado (o discurso papal) em uma sentença pelo político: “O amor e a felicidade como ameaças contra a humanidade: foi o que afirmou Bento XVI”.
O deputado Jean Wyllys é conhecido como um dos maiores apoiantes da causa LGBT. Suas posturas são tão radicais que o político chegou a criticar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) que vem militando pela aprovação do projeto de Lei PLC 122, que criminaliza atitudes contrárias ao homossexualismo, afirmando que este “não atendia as necessidades da comunidade gay”.
Nas suas levianas acusações Jean Wyllys ignora que o Papa sempre se opôs ao nazismo e que nunca compareceu às reuniões das juventudes hitlerianas aonde foi inscrito porque o governo nazi assim o exigia a todos. Segundo Volker Dahm, diretor de investigação sobre a era nazi do Instituto de História Contemporânea de Munique “aproximadamente 90 por cento dos jovens na Alemanha formou parte das juventudes hitlerianas. Negar-se a pertencer a elas era condenar-se a ser enviado a um campo de reeducação, algo similar a um campo de concentração”.
A postura da família Ratzinger inteira poderia ter-lhes custado as vidas, facto que Wyllys, supostamente um intelectual, desconhece por completo.
No seu sensacionalismo, o deputado gay parece não só ignorar o conteúdo do discurso papal, mas também o facto que jornalistas de bom senso, como Andrew Brown do Jornal inglês The Guardian (que não tem nenhum vínculo com a Igreja Católica), afirma, após rever o discurso completo de Bento XVI, que o Santo Padre lembra a necessidade de defender a família fundada no matrimónio entre homem e mulher mas não menciona para nada o "matrimónio gay".
"Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimónio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia no seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?", escreveu Brown no seu artigo.
Por sua parte, o bispo auxiliar de Aracajú (SE), D. Henrique Soares, também condenou as deturpações do discurso do Papa como as do deputado Jean Wyllys, ocorridas também em alguns meios de comunicação no Brasil como a revista Veja e denunciou “a sujeira e a má-fé da imprensa de modo geral quando se trata da Igreja e de Bento XVI”.
“Eis, as palavras da Veja, que se considera séria e imparcial: “Endureceu o discurso contra a união homossexual o papa Bento XVI. O pontífice disse para diplomatas de 180 países que o casamento gay é ‘uma ameaça para o futuro da humanidade’”, escreveu D. Henrique no seu blog.
“Aqui está! Foi assim com o Discurso do Papa em Ratisbona, na passagem em que se referiu a Maomé; foi assim quando falou da “chaga” que é a situação dos casais em segunda união; aqui no Brasil afirmou-se que o Papa dissera que os casais em segunda união seriam uma “praga”; foi assim com outras situações sérias, como a atitude do então Cardeal Ratzinger na questão dos pedófilos que estavam no meio do clero emporcalhando o nome de Cristo e da Igreja! Sempre um modo de denegrir, de truncar a verdade para tornar o Papa odioso”, afirmou também o prelado.
“O raciocínio é simples: se tudo é família; nada é família! É o conceito de família de toda a sociedade que fica prejudicado pela imposição de uma minoria que hoje é poderosíssima! Esta é a posição da Igreja, do Papa e de qualquer pessoa de bom senso”, asseverou D. Soares.
“Minha questão aqui é outra: trata-se da desonestidade da imprensa, que sempre procura, de modo capcioso, deturpar as palavras do Papa para torná-lo antipático e odioso ante a opinião pública. Não me preocupo se o Papa agrada ou não aos media e aos “papas” da cultura secularizada atual; mas me indigna a sordidez dessa imprensa que se quer passar por isenta e honesta”, conclui D. Henrique.
O blog Ancoradouro, também criticou um artigo de Wyllys aparecido na revista Carta Capital interpretando de má fé as palavras do Santo Padre incitando o “preconceito contra o Papa”
“Assim foi interpretado (o discurso papal) em uma sentença pelo político: “O amor e a felicidade como ameaças contra a humanidade: foi o que afirmou Bento XVI”.
“(...) Pura falta de interpretação textual, falta gravíssima para um professor, jornalista e escritor como também se apresenta Jean”, denunciou o blog.
“Jean Wyllys que se diz lutar contra o preconceito dissemina através das redes sociais e articulações na imprensa uma série de comentários irresponsáveis e venenosos com o intuito de amealhar revolta contra Bento XVI, a Igreja Católica e quem ouse discordar da opinião que deseja implantar a cultura gay. Estes logo são rotulados de homofóbicos”, denunciou também o blog Ancoradouro.
Com o tema: “Onde já se viu um deputado ofender um chefe de estado?” católicos de todo o Brasil decidiram convocar no dia 19 de janeiro às 18h um “twitaço” exigindo a retratação de Wyllys em suas afirmações contra o Papa Bento XVI. Cidadãos brasileiros também promoveram um abaixo-assinado pedindo que o deputado se retrate.
Para saber mais sobre o twitaço, visite:
http://domvob.wordpress.com/2012/01/12/brasil-um-pais-onde-os-politicos-nao-tem-a-educacao-que-deveriam-ter/foto-politica-3/
Para ver o post completo do Blog Ancoradouro, visite:
http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/deputado-incita-preconceito-ao-papa-bento-xvi/
Para assinar a petição pública pedindo a retratação do deputado do PSOL, visite:
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=RJW2012
(Fonte: 'ACI Digital' com adaptação de JPR)
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