Monsenhor Marco Frisina dirigindo os fiéis, acompanhando o coro a cantar o belíssimo cântico de sua autoria Pane di Vita Nuova
Pane di vita nuova
vero cibo dato agli uomini,
nutrimento che sostiene il mondo,
dono splendido di grazia.
Tu sei sublime frutto
di quell'albero di vita
che Adamo non potè toccare:
ora è in Cristo a noi donato.
RIT.
PANE DELLA VITA,
SANGUE DI SALVEZZA,
VERO CORPO, VERA BEVANDA
CIBO DI GRAZIA PER IL MONDO.
Sei l'Agnello immolato
nel cui Sangue è la salvezza,
memoriale della vera Pasqua
della nuova Alleanza.
Manna che nel deserto
nutri il popolo in cammino,
sei sostegno e forza nella prova
per la Chiesa in mezzo al mondo.
RIT.
Vino che ci dà gioia,
che riscalda il nostro cuore,
sei per noi il prezioso frutto
della vigna del Signore.
Dalla vite ai tralci
scorre la vitale linfa
che ci dona la vita divina,
scorre il sangue dell'amore.
RIT.
Al banchetto ci inviti
che per noi hai preparato,
doni all'uomo la tua Sapienza,
doni il Verbo della vita.
Segno d'amore eterno
pegno di sublimi nozze,
comunione nell'unico corpo
che in Cristo noi formiamo.
RIT.
Nel tuo Sangue è la vita
ed il fuoco dello Spirito,
la sua fiamma incendia il nostro cuore
e purifica il mondo.
Nel prodigio dei pani
tu sfamasti ogni uomo,
nel tuo amore il povero è nutrito
e riceve la tua vita.
RIT.
Sacerdote eterno
Tu sei vittima ed altare,
offri al Padre tutto l'universo,
sacrificio dell'amore.
Il tuo Corpo è tempio
della lode della Chiesa,
dal costato tu l'hai generata,
nel tuo Sangue l'hai redenta.
RIT.
Vero Corpo di Cristo
tratto da Maria Vergine,
dal tuo fianco doni a noi la grazia,
per mandarci tra le genti.
Dai confini del mondo,
da ogni tempo e ogni luogo
il creato a te renda grazie,
per l'eternità ti adori.
RIT.
A te Padre la lode,
che donasti il Redentore,
e al Santo Spirito di vita
sia per sempre onore e gloria.
Amen.
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
“Procura cingir-te a um plano de vida”
Sujeitar-se a um plano de vida, a um horário... é tão monótono! – disseste-me. E respondi-te: há monotonia porque falta Amor. (Caminho, 77)
Procura cingir-te a um plano de vida com constância: alguns minutos de oração mental; a assistência à Santa Missa, diária, se te é possível, e a Comunhão frequente; o recurso regular ao Santo Sacramento do Perdão, ainda que a tua consciência não te acuse de qualquer pecado mortal; a visita a Jesus no Sacrário; a recitação e a contemplação dos mistérios do terço e tantas outras práticas excelentes que conheces ou podes aprender.
Mas estas práticas não se deverão transformar em normas rígidas ou em compartimentos estanques. Indicam um itinerário flexível, acomodado à tua condição de homem que vive no meio da rua, com um trabalho profissional intenso e com deveres e relações sociais que não podes descuidar, porque é nessas ocupações que prossegue o teu encontro com Deus. O teu plano de vida há-de ser como uma luva de borracha que se adapta perfeitamente à mão de quem a usa.
Não te esqueças também de que o que é importante não é fazer muitas coisas; limita-te com generosidade àquelas que possas cumprir no dia-a-dia, quer te apeteça quer não. Essas práticas conduzir-te-ão, quase sem reparares, à oração contemplativa. Brotarão da tua alma mais actos de amor, jaculatórias, acções de graças, actos de desagravo, comunhões espirituais. E tudo isto, enquanto te ocupas das tuas obrigações: ao pegar no telefone, ao subir para um meio de transporte, ao fechar ou abrir uma porta, ao passar diante de uma igreja, ao começar um novo trabalho, ao executá-lo e ao concluí-lo. Referirás tudo ao teu Pai Deus. (Amigos de Deus, 149)
Devotos comemoram 81 anos da proclamação de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil
Dom Leme conseguiu de Dom Duarte e do Cabido Metropolitano da Sé de São Paulo a licença, que a principio lhe foi negada, para levar à capital da República a Imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O Missionário Redentorista, padre Júlio Brustoloni descreve em seu livro ‘História de Nossa Senhora Aparecida: A Imagem, o Santuário e as Romarias’ que naquele ano, a Imagem foi conduzida, saindo de Aparecida no dia 30 de maio para o Rio de Janeiro.
“A Imagem deixou seu nicho e foi conduzida pelo povo de Aparecida até a Estação local. Preces, lágrimas e emoção acompanhavam essa peregrinação histórica”, descreve o padre Júlio no livro.
Esta publicação relata ainda que cerca de um milhão de pessoas foram prestar suas homenagens à Padroeira naquele dia 31. De manhã, o ponto alto foi a Missa Campal celebrada diante da Igreja de São Francisco de Paula, onde a multidão cantou e rezou participando da eucaristia.
Mais tarde, uma procissão conduziu a Imagem para a Praça da Esplanada do Castelo. Junto do altar da Padroeira, encontrava-se o então presidente da república, Getúlio Vargas, Ministros de Estado, autoridades civis, militares e eclesiásticas junto ao Núncio Apostólico, Dom Aloísio Masella, que esperava pela Virgem de Aparecida junto ao povo.
O Santuário recorda que algumas notícias de jornais da época relatam que a imensa multidão repetiu com entusiasmo as palavras da consagração da nação e do povo a Nossa Senhora, proferidas por Dom Leme com as quais o Brasil se consagrava à Virgem de Aparecida:
“Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente.
Paz ao nosso povo! Salvação para a nossa Pátria!
Senhora Aparecida, o Brasil vos ama,
O Brasil, em vós confia!
Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama,
Salve Rainha!”
Após os atos de consagração e prece, Dom Duarte levou a Imagem para o carro-capela, que esperava na Estação Dom Pedro II com destino à Aparecida.
Na época, o Superior Vice-Provincial, Pe. José Francisco Wand escreveu no livro de ponto da paróquia que é absolutamente certo que o dia 31 de maio de 1931 seria sempre um dos mais memoráveis na história eclesiástica da Terra de Santa Cruz.
“Este dia significa para Aparecida o desenvolvimento grandioso das romarias”, afirmava a mensagem.
Ainda hoje, o Santuário Nacional de Aparecida, local onde se encontra a Imagem da Padroeira do Brasil, aos cuidados dos Missionários Redentoristas acolhe centenas de romarias vindas de todas as partes do país.
Em 2010, o Santuário Nacional, que também é o maior Santuário Mariano do mundo, recebeu mais de 10 milhões de peregrinos para homenagear “a Mãe de Deus e Nossa”, a Virgem de Aparecida.
O Missionário Redentorista, padre Júlio Brustoloni descreve em seu livro ‘História de Nossa Senhora Aparecida: A Imagem, o Santuário e as Romarias’ que naquele ano, a Imagem foi conduzida, saindo de Aparecida no dia 30 de maio para o Rio de Janeiro.
“A Imagem deixou seu nicho e foi conduzida pelo povo de Aparecida até a Estação local. Preces, lágrimas e emoção acompanhavam essa peregrinação histórica”, descreve o padre Júlio no livro.
Esta publicação relata ainda que cerca de um milhão de pessoas foram prestar suas homenagens à Padroeira naquele dia 31. De manhã, o ponto alto foi a Missa Campal celebrada diante da Igreja de São Francisco de Paula, onde a multidão cantou e rezou participando da eucaristia.
Mais tarde, uma procissão conduziu a Imagem para a Praça da Esplanada do Castelo. Junto do altar da Padroeira, encontrava-se o então presidente da república, Getúlio Vargas, Ministros de Estado, autoridades civis, militares e eclesiásticas junto ao Núncio Apostólico, Dom Aloísio Masella, que esperava pela Virgem de Aparecida junto ao povo.
O Santuário recorda que algumas notícias de jornais da época relatam que a imensa multidão repetiu com entusiasmo as palavras da consagração da nação e do povo a Nossa Senhora, proferidas por Dom Leme com as quais o Brasil se consagrava à Virgem de Aparecida:
“Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente.
Paz ao nosso povo! Salvação para a nossa Pátria!
Senhora Aparecida, o Brasil vos ama,
O Brasil, em vós confia!
Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama,
Salve Rainha!”
Após os atos de consagração e prece, Dom Duarte levou a Imagem para o carro-capela, que esperava na Estação Dom Pedro II com destino à Aparecida.
Na época, o Superior Vice-Provincial, Pe. José Francisco Wand escreveu no livro de ponto da paróquia que é absolutamente certo que o dia 31 de maio de 1931 seria sempre um dos mais memoráveis na história eclesiástica da Terra de Santa Cruz.
“Este dia significa para Aparecida o desenvolvimento grandioso das romarias”, afirmava a mensagem.
Ainda hoje, o Santuário Nacional de Aparecida, local onde se encontra a Imagem da Padroeira do Brasil, aos cuidados dos Missionários Redentoristas acolhe centenas de romarias vindas de todas as partes do país.
Em 2010, o Santuário Nacional, que também é o maior Santuário Mariano do mundo, recebeu mais de 10 milhões de peregrinos para homenagear “a Mãe de Deus e Nossa”, a Virgem de Aparecida.
(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
Vaticano: Dor e preocupação pela ordenação ilegítima de um bispo na China
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, o Pe. Federico Lombardi, qualificou como um fato doloroso, preocupante e "contrário à união da Igreja presente no mundo inteiro" a ilegítima ordenação episcopal do sacerdote Giuseppe Huang Bingzhang, realizada hoje na cidade chinesa de Shantou.
Conforme informou a Rádio Vaticano alguns bispos em comunhão com o Santo Padre foram obrigados a participar da ordenação ilegítima do bispo de Shantou.
"Com a ordenação ilegítima do Bispo de Shantou, na região chinesa de Guandong, foi aberta uma nova ferida no tecido da Igreja Católica chinesa, já atingida, duas semanas atrás, por um gesto análogo com a ordenação do Bispo de Leshan, também esta sem mandato pontifício", afirma o Pe. Lombardi em declarações reunidas pela Rádio Vaticano em português.
Conforme informou a agência UCAnews.com, o anúncio da ordenação fez que um grupo de católicos realizasse um protesto na frente dos escritórios do governo chinês em Hong Kong, já que estas ordenações ilegítimas "constituem uma grave falta de respeito à Igreja" e só geram divisão e sofrimento.
O fato renova o grande pesar de Bento XVI pela notícia da ordenação episcopal celebrada em Leshan, no dia 29 de junho deste ano.
Nesta ocasião, o governo chinês promoveu a ordenação episcopal, sem permissão do Papa, do sacerdote Lei Shiyin, apesar de sua grave situação, já que como resultado de sua relação com uma mulher, o sacerdote tornou-se pai de um filho.
A Santa Sé divulgou um comunicado no qual explicou que devido a esta grave falta o sacerdote estava excomungado, de acordo ao estabelecido no canon 1382 do Código de Direito Canónico.
Este bispo ilegítimo é atualmente Vice-presidente da Associação Patriótica Católica da China e um deputado católico da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um importante órgão de assessoria para o governo.
O comunicado do Vaticano de 4 de julho assinalava que "a ordenação de Leshan foi um ato unilateral que semeia divisão e, infelizmente, produz divisões e tensões na comunidade católica na China", precisou.
O governo, que dirige a chamada Associação Católica Patriótica da China, tinha programado para o dia 9 de junho uma ordenação adicional, mas à última hora decidiu adiou-a para uma data ainda não especificada, ao parecer, pela resistência tanto dos fiéis como do sacerdote eleito para ser ordenado Bispo.
A China só permite o culto católico à Associação Patriótica Católica a China, subordinado ao Partido Comunista Chinês, e rechaça a autoridade do Vaticano para nomear bispos ou governá-los. A Igreja Católica fiel ao Papa não é completamente clandestina; embora seja assediada constantemente.
As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano foram interrompidas em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram os clérigos estrangeiros.
Conforme informou a Rádio Vaticano alguns bispos em comunhão com o Santo Padre foram obrigados a participar da ordenação ilegítima do bispo de Shantou.
"Com a ordenação ilegítima do Bispo de Shantou, na região chinesa de Guandong, foi aberta uma nova ferida no tecido da Igreja Católica chinesa, já atingida, duas semanas atrás, por um gesto análogo com a ordenação do Bispo de Leshan, também esta sem mandato pontifício", afirma o Pe. Lombardi em declarações reunidas pela Rádio Vaticano em português.
Conforme informou a agência UCAnews.com, o anúncio da ordenação fez que um grupo de católicos realizasse um protesto na frente dos escritórios do governo chinês em Hong Kong, já que estas ordenações ilegítimas "constituem uma grave falta de respeito à Igreja" e só geram divisão e sofrimento.
O fato renova o grande pesar de Bento XVI pela notícia da ordenação episcopal celebrada em Leshan, no dia 29 de junho deste ano.
Nesta ocasião, o governo chinês promoveu a ordenação episcopal, sem permissão do Papa, do sacerdote Lei Shiyin, apesar de sua grave situação, já que como resultado de sua relação com uma mulher, o sacerdote tornou-se pai de um filho.
A Santa Sé divulgou um comunicado no qual explicou que devido a esta grave falta o sacerdote estava excomungado, de acordo ao estabelecido no canon 1382 do Código de Direito Canónico.
Este bispo ilegítimo é atualmente Vice-presidente da Associação Patriótica Católica da China e um deputado católico da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um importante órgão de assessoria para o governo.
O comunicado do Vaticano de 4 de julho assinalava que "a ordenação de Leshan foi um ato unilateral que semeia divisão e, infelizmente, produz divisões e tensões na comunidade católica na China", precisou.
O governo, que dirige a chamada Associação Católica Patriótica da China, tinha programado para o dia 9 de junho uma ordenação adicional, mas à última hora decidiu adiou-a para uma data ainda não especificada, ao parecer, pela resistência tanto dos fiéis como do sacerdote eleito para ser ordenado Bispo.
A China só permite o culto católico à Associação Patriótica Católica a China, subordinado ao Partido Comunista Chinês, e rechaça a autoridade do Vaticano para nomear bispos ou governá-los. A Igreja Católica fiel ao Papa não é completamente clandestina; embora seja assediada constantemente.
As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano foram interrompidas em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram os clérigos estrangeiros.
(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
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