Ninguém é feliz na Terra enquanto não se decidir a não o ser. Este é o caminho: dor, que em cristão se diz Cruz, Vontade de Deus, Amor; felicidade agora e depois – eternamente!
(São Josemaría Escrivá - Sulco, 52)
«Servite Domino in laetitia!» Hei-de servir a Deus com alegria! Uma alegria que há-de ser consequência da minha Fé, da minha Esperança e do meu Amor...; que há-de durar sempre, porque, como nos assegura o Apóstolo, "Dominus prope est!", o Senhor segue-me de perto. Hei-de caminhar com Ele, portanto, bem seguro, já que o Senhor é meu Pai...; e com a sua ajuda hei-de cumprir a sua amável Vontade, ainda que me custe.
(São Josemaría Escrivá - Sulco, 53)
Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus!
(São Josemaría Escrivá - Sulco, 54)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sábado, 22 de janeiro de 2011
José Mourinho: Deus e a carreira de sucesso
Melhor treinador de futebol do mundo fala da sua fé, da Bíblia que lê antes dos jogos e da «missão» que lhe sente ter sido destinada
José Mourinho acredita que Deus também faz parte da sua carreira de sucesso e, rejeitando superstições, gosta de ler algumas páginas da Bíblia antes dos jogos não para “Lhe pedir” ajuda, mas porque “acredita que Ele está”.
“Quando leio a Bíblia não estou propriamente a pedir-Lhe para que me ajude. Eu não peço para que me ajude num jogo. Mas penso que se eu for um bom homem, um bom pai, um bom marido, um bom amigo, se tiver uma vida social compatível com aquilo que são os Seus ideais, penso que tenho mais possibilidade de... É uma coisa que me alimenta na fé”, refere o treinador da equipa de futebol profissional do Real Madrid.
José Mourinho acredita que Deus também faz parte da sua carreira de sucesso e, rejeitando superstições, gosta de ler algumas páginas da Bíblia antes dos jogos não para “Lhe pedir” ajuda, mas porque “acredita que Ele está”.
“Quando leio a Bíblia não estou propriamente a pedir-Lhe para que me ajude. Eu não peço para que me ajude num jogo. Mas penso que se eu for um bom homem, um bom pai, um bom marido, um bom amigo, se tiver uma vida social compatível com aquilo que são os Seus ideais, penso que tenho mais possibilidade de... É uma coisa que me alimenta na fé”, refere o treinador da equipa de futebol profissional do Real Madrid.
Keynes ainda dá golpes - Desastres de uma presumível revolução (LOR)
Em síntese, e com a necessária simplificação, Keynes ensinava que para enfrentar um período de crise económica, prescindindo das suas origens, era necessário sustentar a procura a qualquer custo, penalizando por conseguinte o hábito à poupança. Consequentemente, o estudioso propunha que se fizesse o que se faz hoje, sobretudo nos Estados Unidos: promover o consumo individual e pagar a prestações, aumentar a despesa pública, salvar as empresas em dificuldade para manter o trabalho e, portanto, a procura. E, naturalmente, emitir papel moeda e aumentar os impostos.
Estamos a descobrir que a política económica que vimos adoptada nos últimos anos tem um nome: é a famosa doutrina keynesiana. Uma doutrina que continua a ser seguida nos Estados Unidos, onde hoje se está a nacionalizar a excessiva dívida particular com a finalidade de reactivar o consumo. A chamada nacionalização acontece sobretudo quando se salvam os bancos que tinham concedido demasiado crédito, sem garantias adequadas. O financiamento para o resgate ocorre através da emissão de moeda.
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