Católico sem oração?... É como um soldado sem armas.
(São Josemaría Escrivá - Sulco, 453)
Eu aconselho-te a que, na tua oração, intervenhas nas passagens do Evangelho, como um personagem mais. Primeiro, imaginas a cena ou o mistério, que te servirá para te recolheres e meditares. Depois, aplicas o entendimento, para considerar aquele rasgo da vida do Mestre: o seu Coração enternecido, a sua humildade, a sua pureza, o seu cumprimento da Vontade do Pai. Conta-lhe então o que te costuma suceder nestes assuntos, o que se passa contigo, o que te está a acontecer. Mantém-te atento, porque talvez Ele queira indicar-te alguma coisa: surgirão essas moções interiores, o caíres em ti, as admoestações.
(…)Há mil maneiras de rezar, digo-vos de novo. Os filhos de Deus não precisam de um método, quadriculado e artificial, para se dirigirem ao seu Pai. O amor é inventivo, industrioso; se amamos, saberemos descobrir caminhos pessoais, íntimos, que nos levam a este diálogo contínuo com o Senhor. (…)
Se fraquejarmos, recorreremos ao amor de Santa Maria, Mestra de oração; e a S. José, Pai e Senhor nosso, a quem tanto veneramos, que é quem mais intimamente privou neste mundo com a Mãe de Deus e – depois de Santa Maria – com o seu Filho Divino. E eles apresentarão a nossa debilidade a Jesus, para que Ele a converta em fortaleza.
(São Josemaría Escrivá - Amigos de Deus, 253. 255)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
S. Josemaría nesta data em 1931
“Há já bastantes dias que, por necessidade, pois tenho de escrever no meu quarto e não cabe bem uma cadeira, escrevo as catarinas ajoelhado. E vem-me à ideia que, como são uma meia confissão, será grato a Jesus que as escreva sempre assim, de joelhos: procurando cumprir este propósito”, aponta referindo-se às anotações que faz sobre a sua vida interior.
(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
Um estilo de vida
A Apple e a Google não se conformam em ser as empresas tecnológicas mais rentáveis; conseguiram configurar marcas que ultrapassaram os limites do negócio e converteram -se numa espécie de modo de vida. Para além do esquema ou do benefício do produto, ambas concorrem no ranking do mais cool. Usar um dispositivo da Apple ou acumular aplicações do Google usa-se muito mais que muitas marcas de roupa e é praticamente uma declaração de princípios.
Ambas compartilham a percepção mais complicada para qualquer marca: o sentido de pertença dos seus utilizadores. Estes fazem parte de "tribos" que se definem a si mesmas em função da sua relação com a marca. São parte de uma comunidade que compartilha, quer a sua satisfação de utilizador, quer o seu orgulho de proprietário.
Sem grandes investimentos em publicidade, os membros das tribos, os seus usuários, converteram-se nos principais "apóstolos" destas marcas. De pouco serve a opinião de técnicos, especialistas e defensores dos princípios perante a satisfação de milhões de usuários que, com o megafone da Web 2.0, conformam, de maneira quase uniforme, a opinião pública global. A pergunta é quanto durará esta lua de mel com os seus utilizadores, num contexto em que a mudança é a única que é permanente, e no qual o efeito de bola de neve pode arrastar percepções de marca, mesmo que estejam tão arreigadas como estas.
Rafael Rubio
Aceprensa
Ambas compartilham a percepção mais complicada para qualquer marca: o sentido de pertença dos seus utilizadores. Estes fazem parte de "tribos" que se definem a si mesmas em função da sua relação com a marca. São parte de uma comunidade que compartilha, quer a sua satisfação de utilizador, quer o seu orgulho de proprietário.
Sem grandes investimentos em publicidade, os membros das tribos, os seus usuários, converteram-se nos principais "apóstolos" destas marcas. De pouco serve a opinião de técnicos, especialistas e defensores dos princípios perante a satisfação de milhões de usuários que, com o megafone da Web 2.0, conformam, de maneira quase uniforme, a opinião pública global. A pergunta é quanto durará esta lua de mel com os seus utilizadores, num contexto em que a mudança é a única que é permanente, e no qual o efeito de bola de neve pode arrastar percepções de marca, mesmo que estejam tão arreigadas como estas.
Rafael Rubio
Aceprensa
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