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Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
S. Josemaría nesta data em 1931
“Em Cristo temos todos os ideais: porque é Rei, é Amor, é Deus. - Não há mais amor que o Amor!”, anota no seu caderno.
(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
Mensagem final do Sínodo desagradou a israelitas (Nota de JPR: “Tant pis pour eux !”)
Vaticano desdramatiza e diz que o sínodo correu muito bem.
As autoridades israelitas reagiram com dureza ao que consideram ter sido a politização e instrumentalização do Sínodo do Médio Oriente.
Várias figuras políticas e religiosas do país judaico criticaram a mensagem final do sínodo, que elenca uma série de dificuldades que os palestinianos enfrentam, culpando em larga medida Israel.
Durante as duas semanas que durou o sínodo o grande enfoque dos trabalhos centrou-se nas condições de vida dos cristãos naquela região, procurando encontrar as causas e discutir as soluções para o êxodo de cristãos que se está a verificar. Realçou-se a importância do diálogo inter-religioso com os muçulmanos e judeus, mas também a urgência de uma maior comunhão entre as diferentes confissões cristãs. O mapa do Cristianismo naquela zona é extremamente diverso, com várias Igrejas independentes a operar em simultâneo, algumas católicas e outras ortodoxas.
A situação dos cristãos na Terra Santa mereceu bastante destaque, com o Estado israelita a esforçar-se por mostrar, através de conferências de imprensa à margem do sínodo, que Israel é o único país da região onde os cristãos vivem em paz e segurança, e onde o número de cristãos tem aumentado significativamente.
Contudo, numa “Mensagem ao Povo de Deus” que acompanha as propostas finais, os padres sinodais parecem apontar o dedo a Israel, culpando esse país pela falta de paz na região. “Tivemos em consideração o impacto do conflito Israelo-palestiniano para toda a região, em especial para os palestinianos, que sofrem as consequências da ocupação israelita: a falta de liberdade de movimento, o muro de separação e os postos de controlo militar, os presos políticos, a demolição de casas a instabilidade sócio-económica e os milhares de refugiados”.
Já o “sofrimento e a insegurança em que vivem os israelitas” merece apenas uma curta referência.
O caso foi agravado pelas palavras de um dos bispos, o melquita Cyrille Salim Bustros, que afirmou que Israel não pode justificar a ocupação de terras árabes com base em promessas bíblicas.
Estas palavras foram bem recebidas pelas autoridades palestinianas, mas levaram a duras críticas por parte do Governo israelita. “Lamentamos que este importante sínodo se tenha tornado um fórum de ataques políticos a Israel, ao melhor estilo da propaganda árabe”, afirmou o vice ministro dos Negócios Estrangeiros Danny Ayalon.
Também o Rabino David Rosen, que foi convidado a falar ao Sínodo, criticou a abordagem dos bispos nos documentos finais: “Lamento que os bispos não tenham tido a coragem de confrontar os mais sérios desafios que os Cristãos enfrentam no Médio Oriente. Mesmo que o Estado de Israel não existisse, o êxodo dos cristãos não seria diferente. Dizer que o conflito israelo-palestiniano é o principal problema revela falta de sinceridade.”
O Vaticano já reagiu a estas críticas de Israel. Esta manhã o Pe. Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, afirmou que, em geral, os trabalhos do sínodo foram muito positivos e remete, como posição oficial, não a opinião de cada bispo, mas sim o texto da Mensagem votada e publicada no passado sábado.
(Fonte: site Rádio Renascença)
As autoridades israelitas reagiram com dureza ao que consideram ter sido a politização e instrumentalização do Sínodo do Médio Oriente.
Várias figuras políticas e religiosas do país judaico criticaram a mensagem final do sínodo, que elenca uma série de dificuldades que os palestinianos enfrentam, culpando em larga medida Israel.
Durante as duas semanas que durou o sínodo o grande enfoque dos trabalhos centrou-se nas condições de vida dos cristãos naquela região, procurando encontrar as causas e discutir as soluções para o êxodo de cristãos que se está a verificar. Realçou-se a importância do diálogo inter-religioso com os muçulmanos e judeus, mas também a urgência de uma maior comunhão entre as diferentes confissões cristãs. O mapa do Cristianismo naquela zona é extremamente diverso, com várias Igrejas independentes a operar em simultâneo, algumas católicas e outras ortodoxas.
A situação dos cristãos na Terra Santa mereceu bastante destaque, com o Estado israelita a esforçar-se por mostrar, através de conferências de imprensa à margem do sínodo, que Israel é o único país da região onde os cristãos vivem em paz e segurança, e onde o número de cristãos tem aumentado significativamente.
Contudo, numa “Mensagem ao Povo de Deus” que acompanha as propostas finais, os padres sinodais parecem apontar o dedo a Israel, culpando esse país pela falta de paz na região. “Tivemos em consideração o impacto do conflito Israelo-palestiniano para toda a região, em especial para os palestinianos, que sofrem as consequências da ocupação israelita: a falta de liberdade de movimento, o muro de separação e os postos de controlo militar, os presos políticos, a demolição de casas a instabilidade sócio-económica e os milhares de refugiados”.
Já o “sofrimento e a insegurança em que vivem os israelitas” merece apenas uma curta referência.
O caso foi agravado pelas palavras de um dos bispos, o melquita Cyrille Salim Bustros, que afirmou que Israel não pode justificar a ocupação de terras árabes com base em promessas bíblicas.
Estas palavras foram bem recebidas pelas autoridades palestinianas, mas levaram a duras críticas por parte do Governo israelita. “Lamentamos que este importante sínodo se tenha tornado um fórum de ataques políticos a Israel, ao melhor estilo da propaganda árabe”, afirmou o vice ministro dos Negócios Estrangeiros Danny Ayalon.
Também o Rabino David Rosen, que foi convidado a falar ao Sínodo, criticou a abordagem dos bispos nos documentos finais: “Lamento que os bispos não tenham tido a coragem de confrontar os mais sérios desafios que os Cristãos enfrentam no Médio Oriente. Mesmo que o Estado de Israel não existisse, o êxodo dos cristãos não seria diferente. Dizer que o conflito israelo-palestiniano é o principal problema revela falta de sinceridade.”
O Vaticano já reagiu a estas críticas de Israel. Esta manhã o Pe. Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, afirmou que, em geral, os trabalhos do sínodo foram muito positivos e remete, como posição oficial, não a opinião de cada bispo, mas sim o texto da Mensagem votada e publicada no passado sábado.
(Fonte: site Rádio Renascença)
Arcebispo de Braga condena alargamento de horário dos «hiper»
E alerta sobre as consequências para a vida familiar do incremento do trabalho ao domingo.
O Arcebispo de Braga lançou ontem um alerta sobre as consequências para a vida familiar do incremento do trabalho ao domingo, cujo mais recente sintoma se manifestou com a autorização da abertura dos hipermercados durante todo o dia.
Falando na Sé Catedral de Braga, na homilia da celebração do dia litúrgico de São Martinho de Dume, padroeiro da Arquidiocese, D. Jorge Ortiga considerou que «a importância do domingo é muito maior do que os motivos religiosos, pois em muitos casos, hoje é a própria família que está a ser minada» enquanto espaço basilar de união e solidariedade.
O prelado exortou os cristãos para «a necessidade de reflectirem sobre os problemas que os rodeiam», em vez de aceitarem acriticamente aquilo que outros pensam ou lhes querem impor. «Hoje deixamo-nos levar pelo que os outros pensam, adaptamo-nos aquilo que os outros fazem e vamos vivendo sem reagir, porventura entrando até naquilo que os outros querem», afirmou, notando que «actualmente saem imensas leis que nos deveriam interpelar e que deveríamos questionar».
«A partir de agora é possível que os hipermercados também abram ao domingo, este facto coloca de novo a questão do trabalho ao domingo», disse, lembrando aquilo que São Martinho dizia sobre o respeito e a importância deste dia, por aquilo que ele é e por aquilo que ele significa.
«O domingo deve ser usado não para finalidades más, mas para finalidades boas», citou D. Jorge, continuando: «isto é, para ir a lugares santos, visitar um irmão ou um amigo, consolar um enfermo, levar o bom conselho a quem dele precise ou auxiliar uma boa causa, é assim que o homem cristão deve honrar o domingo».
Com «Diário do Minho»
(Fonte: site Agência Ecclesia)
O Arcebispo de Braga lançou ontem um alerta sobre as consequências para a vida familiar do incremento do trabalho ao domingo, cujo mais recente sintoma se manifestou com a autorização da abertura dos hipermercados durante todo o dia.
Falando na Sé Catedral de Braga, na homilia da celebração do dia litúrgico de São Martinho de Dume, padroeiro da Arquidiocese, D. Jorge Ortiga considerou que «a importância do domingo é muito maior do que os motivos religiosos, pois em muitos casos, hoje é a própria família que está a ser minada» enquanto espaço basilar de união e solidariedade.
O prelado exortou os cristãos para «a necessidade de reflectirem sobre os problemas que os rodeiam», em vez de aceitarem acriticamente aquilo que outros pensam ou lhes querem impor. «Hoje deixamo-nos levar pelo que os outros pensam, adaptamo-nos aquilo que os outros fazem e vamos vivendo sem reagir, porventura entrando até naquilo que os outros querem», afirmou, notando que «actualmente saem imensas leis que nos deveriam interpelar e que deveríamos questionar».
«A partir de agora é possível que os hipermercados também abram ao domingo, este facto coloca de novo a questão do trabalho ao domingo», disse, lembrando aquilo que São Martinho dizia sobre o respeito e a importância deste dia, por aquilo que ele é e por aquilo que ele significa.
«O domingo deve ser usado não para finalidades más, mas para finalidades boas», citou D. Jorge, continuando: «isto é, para ir a lugares santos, visitar um irmão ou um amigo, consolar um enfermo, levar o bom conselho a quem dele precise ou auxiliar uma boa causa, é assim que o homem cristão deve honrar o domingo».
Com «Diário do Minho»
(Fonte: site Agência Ecclesia)
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