Ser apresentado como candidato não é uma promoção nem a paga de favores, mas um serviço que se pede aos mais capazes
Promoção dos direitos humanos, defesa da família, respeito incondicional pela vida, procura de soluções para os carenciados, combate à corrupção, atenção às falhas na saúde e na justiça, valorização da sociedade civil – são alguns dos critérios para escolher um bom político.
A mais recente nota dos bispos, com o título “Direito e Dever de Votar”, dá-nos um conjunto de pistas para a dignificação da política. Recorda-nos que o interesse nacional deve ultrapassar os interesses partidários e pessoais e que ser apresentado como candidato não é uma promoção nem a paga de favores, mas um serviço que se pede aos mais capazes.Face aos próximos actos eleitorais, eis alguns conselhos:
- para as eleições para o Parlamento Europeu, os deputados devem possuir cultura e capacidade para proclamar e defender os valores morais e éticos da Europa;
- para a Assembleia da República, é preciso ver se os candidatos apresentados pelos partidos dão garantias de realizarem o que deles se espera;
- na eleição das Autárquicas, há que prestar atenção à competência e honestidade dos candidatos e saber denunciar quem não serve nem dá garantias.
O apelo é dirigido a todos, portanto: mãos à obra!
Aura Miguel
(Fonte: site RR)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Cardeal Martino prevê que encíclica de Bento XVI chegue a 29 de Junho
A terceira encíclica de Bento XVI, sobre questões sociais, deverá ser apresentada a 29 de Junho, revelou o presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), Cardeal Renato Raffaele Martino.
"Creio e prevejo para 29 de Junho, festa de São Pedro e São Paulo, a data final" para a publicação do documento pontifício, disse. O Cardeal falava durante um congresso sobre globalização, na Universidade Pontifícia Gregoriana, de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate", ou seja "A Caridade na Verdade", deverá retomar reflexões das encíclicas "Populorum Progressio", de Paulo VI, e "Sollicitudo rei socialis" de João Paulo II.
Segundo a Rádio Vaticano, o actual Papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e económico com o respeito pelo ser humano, e que diminua as diferenças entre ricos e pobres.
Fala-se desta encíclica desde 2007, mas a sua publicação atrasou-se por dois motivos principais: por questões de tradução, já que o texto sairá também em chinês, e devido à recente crise económica internacional.
As outras duas encíclicas de Bento XVI são "Deus caritas est", de 2006, e "Spe salvi", de 2007.
Internacional Agência Ecclesia 24/04/2009 12:49 1176 Caracteres 30 Bento XVI
(Fonte: site Agência Ecclesia)
"Creio e prevejo para 29 de Junho, festa de São Pedro e São Paulo, a data final" para a publicação do documento pontifício, disse. O Cardeal falava durante um congresso sobre globalização, na Universidade Pontifícia Gregoriana, de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate", ou seja "A Caridade na Verdade", deverá retomar reflexões das encíclicas "Populorum Progressio", de Paulo VI, e "Sollicitudo rei socialis" de João Paulo II.
Segundo a Rádio Vaticano, o actual Papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e económico com o respeito pelo ser humano, e que diminua as diferenças entre ricos e pobres.
Fala-se desta encíclica desde 2007, mas a sua publicação atrasou-se por dois motivos principais: por questões de tradução, já que o texto sairá também em chinês, e devido à recente crise económica internacional.
As outras duas encíclicas de Bento XVI são "Deus caritas est", de 2006, e "Spe salvi", de 2007.
Internacional Agência Ecclesia 24/04/2009 12:49 1176 Caracteres 30 Bento XVI
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Bento XVI na recepção à Pontifícia Comissão Bíblica, sobre "inspiração e verdade da Bíblia"
Recebendo ao meio dia os participantes na assembleia anual da Pontifícia Comissão Bíblica, Bento XVI pronunciou um circunstanciado discurso sobre o tema – “muito importante” - desta plenária: “a inspiração e a verdade da Bíblia”.
“Trata-se de um tema que diz respeito não apenas ao crente, mas à própria Igreja, pois a vida e a missão da Igreja fundamentam-se necessariamente na Palavra de Deus, alma da teologia e ao mesmo tempo inspiradora de toda a existência cristã.
O tema que enfrentastes responde, aliás, a uma preocupação que tenho muito particularmente a peito, e isso porque a interpretação da Sagrada Escritura é de importância capital para a fé cristã e para a vida da Igreja”.
Bento XVI recordou os contributos que sobre o tema da “inspiração, verdade e hermenêutica bíblica” deram a seu tempo os Papas Leão XIII e Pio XII, respectivamente com as Encíclicas “Providentissimus Deus” e “Divino afflante Spiritu”. “O forte impulso destes dois Pontífices aos estudos bíblicos encontrou plena confirmação no Concílio Vaticano II”, com a Constituição “Dei Verbum”, que - sublinhou Bento XVI – “ainda hoje ilumina a actividade dos exegetas católicos e convida Pastores e fiéis a alimentarem-se mais assiduamente à mesa da Palavra de Deus”.
Citando abundantemente a Constituição “Dei verbum”, Bento XVI fez notar que o Concílio afirmou, antes de mais que é Deus o autor da Sagrada Escritura, pelo que se deve reconhecer que “os livros da Escritura ensinam firmemente, fielmente e sem erro a verdade que Deus, para nossa salvação, quis que fosse consignada nas sagradas Letras”. Mas por outro lado, logo acrescentou o Papa, “na Sagrada Escritura Deus fala ao homem à maneira humana”. Assim, para uma recta interpretação da Escritura, há que procurar com atenção o que é que os autores sagrados quiseram verdadeiramente afirmar e o que é que aprouve a Deus manifestar com as palavras deles. A Sagrada Escritura, como afirma o Vaticano II, deve “ser lida e interpretada com a ajuda do mesmo Espírito mediante o qual foi escrita”.
Três os “critérios sempre válidos” fornecidos pelo Concílio “para uma interpretação da Sagrada Escritura conforme ao Espírito que a inspirou – recordou Bento XVI: - antes de mais, “prestar grande atenção ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura”; depois, “ler a Sagrada Escritura no contexto da tradição viva de toda a Igreja”; finalmente, atender à chamada “analogia da fé”, ou seja, “a coesão de cada uma das verdades da fé, entre si, e com o plano global da Revelação e a plenitude da economia divina nela contida”.
“A tarefa dos investigadores que estudam com diversos métodos a Sagrada Escritura – sublinhou depois o Papa – è contribuírem, segundo esses princípios, para uma mais profunda inteligência e exposição do sentido da Sagrada Escritura”.
“Nas basta o estudo científico dos textos sagrados. Para respeitar a coerência da fé da Igreja, o exegeta católico deve estar atento a captar a Palavra de Deus nesses textos, no interior da própria fé da Igreja.”
“Se faltar este imprescindível ponto de referência (insistiu o Papa), fica incompleta a investigação exegética, perdendo de vista a sua finalidade principal, com o perigo de se tornar mesmo numa espécie de exercício intelectual”.
“A interpretação das Sagradas Escrituras não pode ser apenas um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada com a tradição viva da Igreja. Esta norma é decisiva para especificar a correcta relação recíproca entre a exegese e o Magistério da Igreja. O exegeta católico não alimenta a ilusão individualista de (pensar) que fora da comunidade dos crentes se possa compreender melhor os textos bíblicos”.
Na verdade, “os textos inspirados por Deus foram confiados à comunidade dos crentes, à Igreja de Cristo, para alimentar a fé e guiar a vida de caridade. O respeito desta finalidade condiciona a validade e eficácia da hermenêutica bíblica”.
“Ser fiel à Igreja significa colocar-se na corrente da grande Tradição que, sob a guia do Magistério, reconheceu os escritos canónicos como palavra dirigida por Deus ao seu povo e nunca cessou de os meditar e de descobrir neles as suas inexauríveis riquezas. O Concílio Vaticano II reafirmou-se com grande clareza: Tudo o que diz respeito ao modo de interpretar a Escritura está sujeito, em última instância, ao juízo da Igreja, que tem o mandato divino e o ministério de conservar e interpretar a Palavra de Deus”.
(Fonte: site Radio Vaticana)
“Trata-se de um tema que diz respeito não apenas ao crente, mas à própria Igreja, pois a vida e a missão da Igreja fundamentam-se necessariamente na Palavra de Deus, alma da teologia e ao mesmo tempo inspiradora de toda a existência cristã.
O tema que enfrentastes responde, aliás, a uma preocupação que tenho muito particularmente a peito, e isso porque a interpretação da Sagrada Escritura é de importância capital para a fé cristã e para a vida da Igreja”.
Bento XVI recordou os contributos que sobre o tema da “inspiração, verdade e hermenêutica bíblica” deram a seu tempo os Papas Leão XIII e Pio XII, respectivamente com as Encíclicas “Providentissimus Deus” e “Divino afflante Spiritu”. “O forte impulso destes dois Pontífices aos estudos bíblicos encontrou plena confirmação no Concílio Vaticano II”, com a Constituição “Dei Verbum”, que - sublinhou Bento XVI – “ainda hoje ilumina a actividade dos exegetas católicos e convida Pastores e fiéis a alimentarem-se mais assiduamente à mesa da Palavra de Deus”.
Citando abundantemente a Constituição “Dei verbum”, Bento XVI fez notar que o Concílio afirmou, antes de mais que é Deus o autor da Sagrada Escritura, pelo que se deve reconhecer que “os livros da Escritura ensinam firmemente, fielmente e sem erro a verdade que Deus, para nossa salvação, quis que fosse consignada nas sagradas Letras”. Mas por outro lado, logo acrescentou o Papa, “na Sagrada Escritura Deus fala ao homem à maneira humana”. Assim, para uma recta interpretação da Escritura, há que procurar com atenção o que é que os autores sagrados quiseram verdadeiramente afirmar e o que é que aprouve a Deus manifestar com as palavras deles. A Sagrada Escritura, como afirma o Vaticano II, deve “ser lida e interpretada com a ajuda do mesmo Espírito mediante o qual foi escrita”.
Três os “critérios sempre válidos” fornecidos pelo Concílio “para uma interpretação da Sagrada Escritura conforme ao Espírito que a inspirou – recordou Bento XVI: - antes de mais, “prestar grande atenção ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura”; depois, “ler a Sagrada Escritura no contexto da tradição viva de toda a Igreja”; finalmente, atender à chamada “analogia da fé”, ou seja, “a coesão de cada uma das verdades da fé, entre si, e com o plano global da Revelação e a plenitude da economia divina nela contida”.
“A tarefa dos investigadores que estudam com diversos métodos a Sagrada Escritura – sublinhou depois o Papa – è contribuírem, segundo esses princípios, para uma mais profunda inteligência e exposição do sentido da Sagrada Escritura”.
“Nas basta o estudo científico dos textos sagrados. Para respeitar a coerência da fé da Igreja, o exegeta católico deve estar atento a captar a Palavra de Deus nesses textos, no interior da própria fé da Igreja.”
“Se faltar este imprescindível ponto de referência (insistiu o Papa), fica incompleta a investigação exegética, perdendo de vista a sua finalidade principal, com o perigo de se tornar mesmo numa espécie de exercício intelectual”.
“A interpretação das Sagradas Escrituras não pode ser apenas um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada com a tradição viva da Igreja. Esta norma é decisiva para especificar a correcta relação recíproca entre a exegese e o Magistério da Igreja. O exegeta católico não alimenta a ilusão individualista de (pensar) que fora da comunidade dos crentes se possa compreender melhor os textos bíblicos”.
Na verdade, “os textos inspirados por Deus foram confiados à comunidade dos crentes, à Igreja de Cristo, para alimentar a fé e guiar a vida de caridade. O respeito desta finalidade condiciona a validade e eficácia da hermenêutica bíblica”.
“Ser fiel à Igreja significa colocar-se na corrente da grande Tradição que, sob a guia do Magistério, reconheceu os escritos canónicos como palavra dirigida por Deus ao seu povo e nunca cessou de os meditar e de descobrir neles as suas inexauríveis riquezas. O Concílio Vaticano II reafirmou-se com grande clareza: Tudo o que diz respeito ao modo de interpretar a Escritura está sujeito, em última instância, ao juízo da Igreja, que tem o mandato divino e o ministério de conservar e interpretar a Palavra de Deus”.
(Fonte: site Radio Vaticana)
Livro – “Paulo de Tarso” por Josef Holzner
Acaba de ser editado pela Diel a melhor biografia que existe sobre São Paulo. O seu autor é o alemão Josef Holzner. É a versão portuguesa desta obra totalmente revista e com os mapas das viagens.Na comemoração do Ano dedicado a São Paulo, a Diel não quis deixar de contribuir para o melhor conhecimento de um dos maiores santos da Igreja.
É um livro que descreve o carácter forte e decidido do homem que levou por diante a convicção do seu amor a Deus convertendo os corações dos homens.
Edição portuguesa totalmente revista e com mapas das viagens.
Tradução de Maria Henriques Osswald
Preço: €26.00
Pode comprar online em http://www.diel.pt/index.php?page=shop.product_details&flypage=shop.flypage&product_id=264&category_id=1&manufacturer_id=0&option=com_virtuemart&Itemid=6
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