Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Boas práticas a importar


Barack Obama anunciou a constituição da sua equipa entre um coro de aplausos.Na economia, área chave da governação, apresentou um leque de personalidades de luxo, reforçando a confiança num momento em que ela é vista, nos mercados, como o mais escasso e o mais precioso dos bens.

Na defesa, tranquilizou os mais cépticos não hesitando em recrutar homens chave entre os Republicanos - como Robert Gates - mostrando que a meritocracia não é apenas uma palavra para usar em campanha.

Bem mais importante do que fazer declarações de princípio ao estilo “ no jobs for de boys” é mostrar, com factos, que é essa a filosofia aplicada.

Quanto à política externa, quem antes considerava que a senhora Clinton era infinitamente melhor preparada do que Obama para a sua condução perceberá agora que não tinha razão. Como verdadeiro líder, Obama mostrou que não teme rodear-se dos melhores. Colocando ao serviço da sua administração e da América a experiência e os conhecimentos da sua ex-rival.

São estes os verdadeiros sinais que os Estados Unidos e o mundo precisam para acreditar que a mudança é de facto possível. Mesmo antes de entrar em funções, não há duvida que Obama, mais uma vez, conseguiu. Eis alguns exemplos de boas práticas que não nos faria mal nenhum, com carácter de urgência, importar.

Graça Franco


(Fonte: site RR)

Cuidados a ter com a proclamação da Palavra de Deus na Liturgia

As leituras não bíblicas ou não autorizadas pelo Papa devem ser evitadas nas Missas, afirmou o Cardeal Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

Esta Congregação promoveu no Sábado dia 29 de Novembro, uma jornada sobre “A Palavra de Deus na Liturgia”. A iniciativa pretendia reflectir, a vários níveis, sobre o tema contido nas Constituições “Sacrossanctum Concilium” e “Dei Verbum” do Concílio Vaticano II.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o Cardeal Arizne frisou que a Missa "não é uma pregação particular", mas sim uma "pregação em nome de toda a Igreja". Este responsável disse também que as leituras devem ser "bem proclamadas" e que se deve levar em conta a acústica do local.

"É preciso corrigir quando os textos utilizados são folhas soltas e não páginas de um livro. Depois, é preciso corrigir também algumas pessoas que costumam introduzir textos que não são Sagradas Escrituras”, observou.

“A Palavra de Deus deve ser bem proclamada na assembleia litúrgica, especialmente na missa. Isso quer dizer que quem a lê se deve preparar bem. Quem lê deve fazê-lo de modo que as pessoas possam acompanhar. Portanto, não se pode ler de maneira muito rápida, não se deve concentrar a atenção em si mesmo. Apenas a palavra de Deus deve estar no centro", alertou ainda.


(Fonte: site Ecclesia)

Formação dos jovens

«A chamada permissividade dos costumes assenta numa concepção errónea da liberdade humana; para se edificar, esta precisa de se deixar educar previamente pela lei moral. Deve pedir-se aos responsáveis pela educação que ministrem à juventude um ensino respeitador da verdade, das qualidades do coração e da dignidade moral e espiritual do homem»


(Catecismo da Igreja Católica § 2526)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Bento XVI – Audiência geral “Só Cristo, como novo Adão, libertou a humanidade do pecado e da morte, mediante o dom da graça da justificação”



Na audiência geral desta quarta-feira, com uns sete mil peregrinos congregados na Aula Paulo VI, do Vaticano, Bento XVI recordou que a Banca deve ter como um dos seus objectivos primários “a solidariedade em relação às faixas mais débeis” da população e o “apoio à actividade produtiva”: nas saudações proferidas após a costumada catequese, o Papa lembrou que este é “um tempo de dificuldade para muitas famílias” a que as instituições bancárias e de crédito devem estar atentas.

Na catequese desta audiência geral, prosseguindo a abordagem que se propôs dedicar à doutrina de São Paulo, Bento XVI deteve-se desta vez sobre a relação que o Apóstolo estabelece entre o primeiro Adão e Cristo, na Carta aos Romanos e também na primeira Epístola aos Coríntios.

Quanto Paulo evoca a queda da humanidade em Adão, é sempre para sublinhar a sobreabundância da graça que esta recebeu em Cristo – fez notar o Papa. O pecado de Adão nunca pode ser apresentado isolado do horizonte da justificação que a humanidade encontra em Cristo.

“Só Cristo, como novo Adão, libertou a humanidade do pecado e da morte, mediante o dom da graça da justificação. O baptismo não só livra do pecado original, mas também põe o homem de novo em relação com Deus, fazendo-o seu filho. O baptizado é introduzido numa vida totalmente nova, sustentada pelo dom do Espírito Santo”.

A “gloriosa liberdade dos filhos de Deus” de que fala Paulo na Carta aos Romanos, dom do Espírito Santo no baptismo e na confirmação, exprime-se no serviço do Senhor através dos nossos irmãos e torna-nos activamente responsáveis por todos os que ainda não vivem em Cristo, para que também estes possam descobrir a esperança que lhes está reservada, graças ao amor gratuito de Deus. Tudo isto está de algum modo contido numa visão global da doutrina do pecado original, formulada pela Igreja a partir dos ensinamentos de Paulo:

“A doutrina de São Paulo, a partir da qual a Igreja formulou o dogma do pecado original, sintetiza a reflexão judaica do seu tempo sobre o drama do pecado, tal como dele falam os três primeiros capítulos do Génesis. Ela reconhece ao mesmo tempo as consequências funestas do pecado de Adão em que toda a humanidade ficou envolvida e a responsabilidade pessoal dos homens perante os pecados que cometem”.


(Fonte: site Radio Vaticana)

Primeiro catálogo mundial de imagens religiosas


Imagine um livro que contenha todas as imagens sagradas devocionais existentes no mundo. Na Sala Marconi da Rádio Vaticano foi apresentado o primeiro catálogo Internacional de Imagens Religiosas existentes desde o século XVI ao século XX. Seu autor, Graziano Toni, reuniu mais de mil imagens, entre as quais se encontram peças únicas, que custam entre 3 a 3.000 euros.

Falando das imagens religiosas, quais são as devoções ou os santos preferidos das pessoas comuns? A quem se entregam nos momentos difíceis?

“Isso tinha a finalidade de ser um instrumento, e espero que tenhamos conseguido, que permita valorizar a evolução durante séculos das imagens sagradas e, sobretudo, entender a parte oculta, onde se imprimiam, como se levavam à tipografia, e creio que constituem mais que um mero aspecto artístico e devocional, são uma parte fundamental da nossa cultura”.

“Meu Santo preferido é S. José, porque o considero um prodígio de humildade, de tolerância, de benevolência. Creio que seja um santo popular, porque é um santo trabalhador, carpinteiro”.

“Para mim, sempre a Moreneta, a Virgem de Montserrat, porque me ajudou em muitas ocasiões, sobretudo com a saúde de meu filho, e todos os anos fazemos a subida da abadia de Montserrat”.

“Meu Santo preferido é Santo António de Pádua, porque rezei por muito tempo, e ele me encontrou um namorado e desde então o carrego sempre na minha carteira”.

“Meu Santo preferido é S. Pedro, porque nos momentos assim críticos, a verdade é que me ajuda bastante”.

“Minha Santa favorita è santa Teresa do Menino Jesus. Foi uma pessoa muito simples, que chegou a Deus através de coisas pequenas, porque não teve a oportunidade de fazer coisas grandes, e nós também, em um dia normal assim, fiz o que fiz por um grande amor a Deus”.



(Fonte: H2O News)