Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

‘Ave Verum Corpus’ de Mozart, coro e orquestra dirigidos por Leonard Bernstein

Corpo de Deus...

Ele não pode viver ao nosso lado enclausurado no Sacrário, mas no nosso meio, no nosso dia a dia. Para onde quer que vamos; Ele deve ir: onde quer que vivamos, Ele deve viver. O mundo, o dia a dia devem tornar-se no seu Templo. O Corpo de Deus mostra-nos o que significa comungar: acolhê-l’O, recebê-l’O com a totalidade do nosso ser.

(A Caminho de Jesus Cristo – Joseph Ratzinger)

«Caríssimos Irmãos e Irmãs, revivemos esta maravilhosa realidade na hodierna solenidade do Corpus Christi, em que a Igreja não apenas celebra a Eucaristia, mas também a leva de forma solene em procissão, anunciando publicamente que o Sacrifício de Cristo é para a salvação do mundo inteiro.
Reconhecido por este dom imenso, ela reúne-se em redor do Santíssimo Sacramento, porque ali estão a fonte e o ápice do próprio ser e agir. Ecclesia de Eucharistia vivit! A Igreja vive da Eucaristia e sabe que esta verdade não exprime apenas uma experiência quotidiana de fé, mas encerra de modo sintético o núcleo do mistério que ela mesma é».

(Homilia ‘Corpus Christi’ em 10/VI/2004 – João Paulo II)

Viva a Santa Eucaristia!

Nossa Senhora dos Peregrinos - Caravaggio

«... porque a Trindade Santíssima, ao escolher Maria para Mãe de Cristo, homem como nós, pôs cada um de nós sob o seu manto maternal. É Mãe de Deus e nossa Mãe»


(Amigos de Deus, 275 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)

Bento XVI na Audiência geral desta Quarta Feira

“Foi do contacto do coração com a verdade que é amor que nasceu toda a cultura cristã – afirmou Bento XVI. Se a fé permanece viva, esta herança cultural não se torna uma coisa morta, mas continua viva e presente. Para o crente, as imagens e os ícones não são coisas do passado, as catedrais não são monumentos medievais, mas edifícios vivos onde nós encontramos Deus e nos encontramos uns com os outros”.

“A grande música como o gregoriano, Bach ou Mozart, nas igrejas – prosseguiu o Papa –não são coisas do passado, mas vivem da vitalidade da liturgia e da nossa fé. Se a fé está viva, então permanece também viva e presente a cultura cristã”

(Fonte Radio Vaticana)