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Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
«Então, hão-de jejuar»
Audiência geral de 21/03/1979 (trad. copyright Libreria Editrice Vaticana, rev.)
«Porque não jejuam os teus discípulos?» Jesus respondeu: «Porventura podem os companheiros para as núpcias estar tristes, enquanto o esposo está com eles? Porém, hão-de vir dias em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão.» Na verdade, o tempo da Quaresma recorda-nos que o esposo nos foi tirado. Tirado, detido, preso, esbofeteado, flagelado, coroado de espinhos e crucificado. O jejum no tempo da Quaresma é a expressão da nossa solidariedade com Cristo. […] «O meu amor foi crucificado e já não há em mim a chama que deseja as coisas materiais», escreve o Bispo de Antioquia, Inácio, na sua carta aos Romanos (VII, 2).
O alimento e as bebidas são indispensáveis para o homem viver; deles se serve e deve servir-se, mas não lhe é lícito abusar deles seja da forma que for. A tradicional abstenção do alimento e das bebidas tem como finalidade introduzir na existência do homem, não só o equilíbrio necessário, mas também o desprendimento daquilo que poderia definir-se como uma atitude consumista. Tal atitude tornou-se nos nossos tempos uma das características da civilização, e em particular da civilização ocidental. […] O homem orientado para os bens materiais […] muitas vezes abusa deles.
Não se trata aqui unicamente do alimento e das bebidas. Quando o homem está orientado exclusivamente para a posse e o uso dos bens materiais, isto é, das coisas, então também toda a civilização é medida segundo a quantidade e qualidade das coisas que se encontra capaz de fornecer ao homem, e não se mede com a medida adequada ao homem. Com efeito, esta civilização fornece os bens materiais não só para servirem o homem no exercício das suas actividades criativas e úteis, mas cada vez mais para satisfazerem os sentidos, a excitação que daí deriva, o prazer momentâneo e a multiplicidade cada vez maior de sensações. […] O homem contemporâneo deve jejuar, isto é, abster-se não só do alimento ou das bebidas, mas de muitos outros meios de consumo, da estimulação e da satisfação dos sentidos. Jejuar significa abster-se, renunciar a alguma coisa.
O alimento e as bebidas são indispensáveis para o homem viver; deles se serve e deve servir-se, mas não lhe é lícito abusar deles seja da forma que for. A tradicional abstenção do alimento e das bebidas tem como finalidade introduzir na existência do homem, não só o equilíbrio necessário, mas também o desprendimento daquilo que poderia definir-se como uma atitude consumista. Tal atitude tornou-se nos nossos tempos uma das características da civilização, e em particular da civilização ocidental. […] O homem orientado para os bens materiais […] muitas vezes abusa deles.
Não se trata aqui unicamente do alimento e das bebidas. Quando o homem está orientado exclusivamente para a posse e o uso dos bens materiais, isto é, das coisas, então também toda a civilização é medida segundo a quantidade e qualidade das coisas que se encontra capaz de fornecer ao homem, e não se mede com a medida adequada ao homem. Com efeito, esta civilização fornece os bens materiais não só para servirem o homem no exercício das suas actividades criativas e úteis, mas cada vez mais para satisfazerem os sentidos, a excitação que daí deriva, o prazer momentâneo e a multiplicidade cada vez maior de sensações. […] O homem contemporâneo deve jejuar, isto é, abster-se não só do alimento ou das bebidas, mas de muitos outros meios de consumo, da estimulação e da satisfação dos sentidos. Jejuar significa abster-se, renunciar a alguma coisa.
O Evangelho do dia 20 de fevereiro de 2015
Então foram ter com Ele os discípulos de João e disseram-Lhe: «Qual é a razão por que nós e os fariseus jejuamos e os Teus discípulos não jejuam?». Jesus respondeu-lhes: «Porventura podem estar tristes os companheiros do esposo, enquanto o esposo está com eles? Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo e então eles jejuarão.
Mt 9, 14-15
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Papa Francisco humildemente recorda quando foi corrigido pelo Cardeal Ratzinger
Citando uma
intervenção em 2015 que teve enquanto Cardeal na Congregação para o Culto
Divino: “O cardeal Meisner criticou-me nalgumas coisas e o então Cardeal
Ratzinger disse-me que faltava uma coisa na homilia, o sentir-se diante de Deus
e tinha razão eu não o havia mencionado”.
Papa Francisco no encontro com o clero de Roma em
19.02.2015 (tradução do italiano da responsabilidade de JPR)
HINO (Breviário, Hora Intermédia)
Como Israel, vosso povo,
Caminhou pelo deserto,
A vossa Igreja percorre
Os caminhos da Quaresma.
Quarenta dias passastes,
Senhor, nos áridos montes,
Antes que a vossa Palavra
Proclamasse a Boa Nova.
As tentações do Inimigo
Firmemente rejeitastes,
Ó vencedor do pecado,
Redentor da humanidade.
Das culpas arrependidos,
Vosso perdão suplicamos,
Aguardando a nova Páscoa
Em que vencestes a morte.
No jejum e na abstinência
Do mal nos purificamos
Até sermos saciados
No banquete do Cordeiro.
Caminhou pelo deserto,
A vossa Igreja percorre
Os caminhos da Quaresma.
Quarenta dias passastes,
Senhor, nos áridos montes,
Antes que a vossa Palavra
Proclamasse a Boa Nova.
As tentações do Inimigo
Firmemente rejeitastes,
Ó vencedor do pecado,
Redentor da humanidade.
Das culpas arrependidos,
Vosso perdão suplicamos,
Aguardando a nova Páscoa
Em que vencestes a morte.
No jejum e na abstinência
Do mal nos purificamos
Até sermos saciados
No banquete do Cordeiro.
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