Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 5 de outubro de 2014

A minha alegria é a de todos vós

Ut in gratiárum sempre actióne maneámus! Unamo-nos à permanente ação de graças que S. Josemaria vive no Céu, agora pela unidade da Obra que tocámos na beatificação do queridíssimo D. Álvaro: quantas mais graças dermos ao Senhor, mais nos uniremos à Sua Santíssima Vontade, sempre e em tudo.

Vêm-me aos lábios as palavras do Apóstolo: a minha alegria é a de todos vós [1]. Uma alegria que provém do Espírito Santo, como cumprimento da promessa de Jesus Cristo aos primeiros Doze e, neles, a todos os cristãos: Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos do Meu Pai e permaneço no Seu amor. Manifestei-vos estas coisas para que esteja em vós a Minha alegria, e a vossa alegria seja completa [2].

A vida deste servo bom e fiel – considerámo-lo muitas vezes – resume-se numa fidelidade total ao plano de Deus sobre a sua pessoa e a sua missão nesta Terra. Daí provinha a sua paz inalterável, a alegria que muitíssimos de nós pudemos contemplar. A Igreja, ao reconhecê-lo na glória dos Bem-Aventurados e ao propô-lo como exemplo do seguimento leal de Cristo, recorda-nos o caminho que havemos de percorrer para a união com Deus, para a qual o Senhor nos convoca a todos, sendo já felizes nesta vida.

[1]. 2 Cor 2, 3.
[2]. Jo 15, 10-11.

D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de outubro de 2014

© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

Bom Domingo do Senhor!

Não sejamos nós também como os vinhateiros de que nos fala o Evangelho de hoje (Mt 21, 33-43) com as nossas omissões e negações, não ofendamos o Senhor, porque como bem sabemos o Seu «jugo é manso e humilde de coração» (Mt 11,29) e Ele na verdade pede-nos tão pouco em troca do Reino dos Céus.

Louvado seja Deus Nosso Senhor!

Humildade na oração

«A oração é a elevação da alma para Deus ou o pedido feito a Deus de bens convenientes». De onde é que falamos, ao orar? Das alturas do nosso orgulho e da nossa vontade própria, ou das «profundezas» (Sl 130, 1) dum coração humilde e contrito? Aquele que se humilha é que é elevado. A humildade é o fundamento da oração. «Não sabemos o que havemos de pedir para rezarmos como deve ser» (Rm 8, 26). A humildade é a disposição necessária para receber gratuitamente o dom da oração: o homem é um mendigo de Deus.

(Catecismo da Igreja Católica § 2559)

O pedido de perdão é o primeiro movimento da oração de petição (cf. o publicano: «Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador» (Lc 18, 13). É o preliminar duma oração justa e pura. A humildade confiante repõe-nos na luz da comunhão com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo, bem como dos homens uns com os outros (100). Nestas condições, «seja o que for que Lhe peçamos, recebê-lo-emos» (1 Jo 3, 22). O pedido de perdão é o preâmbulo da liturgia Eucarística, bem como da oração pessoal.

(Catecismo da Igreja Católica § 2631)

«Tudo isto é obra do Senhor, é maravilhosa aos nossos olhos»

São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero de Antioquia, bispo de Constantinopla, doutor da Igreja 
Homilia 11 sobre a 2ª Carta aos Coríntios, 2-3


«Cristo confiou-nos o ministério da reconciliação» (2Cor 5,18). São Paulo faz ressaltar assim a grandeza dos apóstolos, mostrando-nos que ministério nos foi confiado e, simultaneamente, manifestando o tipo de amor com que Deus nos amou. Depois de os homens se terem recusado a escutar Aquele que Ele lhes tinha enviado, Deus não fez estalar a sua cólera, nem os rejeitou, antes persiste em os chamar, por Si mesmo e através dos apóstolos. Quem poderá deixar de admirar semelhante solicitude?

Silenciaram o Filho, que veio para os reconciliar, o Filho único da mesma natureza do Pai. Mas o Pai não Se afastou dos assassinos, nem disse: «Enviei-lhes o meu Filho e, além de não O escutarem, entregaram-No à morte e crucificaram-No; de agora em diante é justo que Eu os abandone.» Fez o contrário: quando Cristo deixou este mundo, nós, os seus ministros, ficámos encarregados de O substituir. «Pois foi Deus quem reconciliou o mundo consigo, em Cristo, não imputando aos homens os seus pecados, e pondo em nós a palavra da reconciliação» (v. 19).

Este amor ultrapassa toda a palavra e toda a inteligência! Quem fora insultado? Ele mesmo, Deus. Quem deu o primeiro passo para a reconciliação? Foi Ele. […] Com efeito, se Deus tivesse querido pedir-nos contas, estaríamos perdidos, visto que «todos estávamos mortos» (cf 2Cor 5,14). Apesar do grande número dos nossos pecados, Ele não nos atingiu com a sua vingança mas, mais uma vez, reconciliou-Se connosco; não satisfeito em ter revogado a nossa dívida, considerou-a como nada. Assim devemos nós perdoar aos nossos inimigos, se quisermos obter para nós este perdão magnânimo: «Ele confiou-nos o ministério da reconciliação».

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

sábado, 4 de outubro de 2014

Del Portillo y Romero: una afinidad poco conocida

En una carta del nuevo beato se pone de manifiesto la relación que unía al obispo salvadoreño con el Opus Dei

ALVER METALLI
BUENOS AIRES
Álvaro del Portillo, recién beatificado, Óscar Arnulfo Romero próximo a serlo. Pocos imaginan que entre ellos hubo afinidades y aprecio recíproco. El sitio Supermartyrio, dedicado exclusivamente a la vida del obispo salvadoreño asesinado en 1980, publica una carta casi desconocida que escribió el prelado del Opus Dei al entonces arzobispo de San Salvador. La carta está fechada el 9 de noviembre de 1979 y es la respuesta a una “afectuosa” misiva anterior de mons. Romero en ocasión del cincuenta aniversario de la fundación de la prelatura (1928). El sucesor de Escrivá de Balaguer se dirige al “muy querido Señor Arzobispo” para agradecerle por las “muestras de afecto” con las cuales se ha “unido a nuestra acción de gracias al Señor por todos los beneficios que ha derramado sobre su Obra en estos primeros cincuenta años de vida”. Del Portillo, que fue el principal colaborador de Escrivá de Balaguer y asumió la dirección de la Obra el 15 de setiembre de 1975, en su carta hace referencia a la presencia del Opus Dei en El Salvador y confirma a Romero la voluntad de colaboración de sus miembros. “Sé que los socios y asociadas del Opus Dei – ahí, como en todos los sitios, gracias a Dios – trabajan con empeño y movidos sólo por el deseo de servir a la Iglesia. Conozco bien el afecto que le tienen y la fidelidad con que viven el espíritu de la Obra, que nos lleva a secundar las indicaciones del Revmo. Ordinario en todas las diócesis donde trabajamos, y a tirar del carro – como decía nuestro Fundador, de santa memoria – en la misma dirección que el Prelado diocesano”.

Son palabras de Álvaro del Portillo poco conocidas y que vuelven a proponerse en estos días. El 23 de diciembre de aquel mismo año 1979, solo tres meses antes del asesinato, Romero habló sobre la carta que había recibido, en la homilía de la misa que celebró ese día. “Será de mucho agrado a los numerosos miembros que en nuestra Arquidiócesis forman el Opus Dei la carta que he recibido de su Presidente General, Mons. Álvaro del Portillo”. Desde el púlpito, Romero leyó el texto completo de la misma, destacando el compromiso con que trabajan los miembros del Opus y su voluntad de servir a la Iglesia. Después siguió diciendo: “Me alegro mucho de que esa fuerza del Opus Dei no es al margen ni paralela, sino que está en plena línea con nuestra pastoral Arquidiocesana”. El Arzobispo concluye con una frase que constituye al mismo tiempo un estímulo y un deseo: “Esperamos que los hechos confirmen esta orientación que les da el Presidente General del Opus Dei”.

El comentario de Romero a la carta confirma la buena opinión que el obispo salvadoreño tenía de la Prelatura ya desde los tiempos de su encuentro con Escrivá de Balaguer, en 1975. En una carta dirigida a Pablo VI para apoyar la candidatura a los altares del fundador del Opus Dei, Romero afirma que se había sentido muy feliz de conocerlo personalmente y “de recibir de él aliento y fortaleza para ser fiel a la doctrina inalterable de Cristo y para servir con afán apostólico a la Santa Iglesia Romana”. “La vida de Mons. Escrivá –sigue diciendo Mons. Romero- supo unir un diálogo continuo con el Señor a una gran humanidad: se descubría en seguida que era un hombre de Dios, se trato estaba lleno de delicadeza, cariño y buen humor. Conozco desde hace muchos años la labor del Opus Dei aquí en El Salvador y puedo dar fe del sentido sobrenatural que lo anima y la fidelidad a la doctrina del Magisterio que lo caracteriza. Personalmente, debo gratitud profunda a los sacerdotes de la Obra a quienes he confiado con mucha satisfacción la dirección espiritual de mi vida y de otros sacerdotes. Personas de todas clases sociales encuentran en el Opus Dei orientación segura para vivir como hijos de Dios en medio de sus obligaciones familiares y sociales. Y esto se debe sin duda a la vida y doctrina de su fundador”.

En el diario, con fecha 6 de setiembre de 1979, Romero confirmaba la opinión positiva que tenía sobre la Obra: “Almuerzo con los padres del Opus Dei. Me contaron de su trabajo con profesionales, con estudiantes y también con obreros y personal del servicio. Es una obra silenciosa, de mucha espiritualidad… Es una mina de riqueza para toda la Iglesia, la santidad del laico en su propia profesión». La amistad que unía a Romero con el Opus Dei continuó en el tiempo, literalmente hasta el día de su muerte. Se sabe que el mismo día que fue asesinado, Romero había transcurrido la mañana en una convivencia para sacerdotes organizada por la Obra.

Vatican Iinsider