Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Catequeses do Santo Padre Bento XVI no Ano da Fé (clique neste título e aceda aos textos. Obrigado!)


Imitação de Cristo, 3, 54, 2 - Dos diversos movimentos da natureza e da graça

A natureza tem horror à mortificação, não quer ser oprimida, nem vencida, nem sujeita, nem submeter-se voluntariamente a outrem. A graça, porém, aplica-se à mortificação própria, resiste à sensualidade, quer estar sujeita, deseja ser vencida e não quer usar da própria liberdade: gosta de estar sob a disciplina, não cobiça dominar sobre outrem, mas quer viver, ficar e permanecer sempre debaixo da mão de Deus, sempre pronta, por amor de Deus, a se curvar humildemente a toda criatura humana. A natureza trabalha por seu próprio interesse e só atenta no lucro que de outrem lhe pode advir. A graça, porém, pondera não o que lhe seja útil ou cómodo  mas o que a muitos seja proveitoso. A natureza gosta de receber honras e homenagens; a graça, porém, refere fielmente a Deus toda honra e glória.

Entrevista com o sociólogo Adriano Moreira sobre a resignação do Papa Bento XVI

«Senhor, ensina-nos a orar» (Lc 11,1)

São Francisco de Assis (1182-1226), fundador da Ordem dos Frades Menores 
Paráfrase ao Pai Nosso


Santíssimo «Pai Nosso», 
nosso Criador, nosso Redentor, nosso Salvador e Consolador. 
«Que estais nos céus», 
nos anjos e nos santos, iluminando-os para que Vos conheçam, 
porque Vós, Senhor, sois a luz;  
inflamando-os para que Vos amem, porque Vós, Senhor, sois o amor;  
habitando neles e enchendo-os com a Vossa divindade 
para que adquiram a felicidade, porque Vós, Senhor, sois o maior bem,  
o bem eterno, donde procede todo o bem, sem o qual não há bem algum.

«Santificado seja o Vosso nome»: 

Que o conhecimento que temos de Vós 

se torne, em nós, cada vez mais luminoso, 

para que possamos avaliar o comprimento dos Vossos dons, 
a largura das Vossas promessas, a altura da Vossa majestade 
e a profundidade dos Vossos julgamentos (Ef 3, 18).

«Venha a nós o Vosso Reino»: 

Reinai em nós pela graça;  

fazei-nos entrar no Vosso Reino 

onde enfim Vos veremos sem sombra, 
onde o nosso amor por Vós se tornará perfeito, 
bem-aventurada a Vossa companhia, eterno o prazer de Vos termos connosco.

«Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como nos céus»: 

Que Vos amemos sempre de coração pleno, 

pensando sempre em Vós, 

desejando-Vos sempre, com todo o nosso espírito; 
continuamente dirigindo a Vós todas as nossas intenções, 
perseguindo apenas a Vossa glória,  
com todas as forças, com todo o coração, 
com toda a alma, com todo o entendimento, ao serviço do Vosso amor 
e de nada mais (Mc 12, 30).


Amemos o nosso próximo como a nós mesmos (Mt 22,39) 

atraindo todos ao Vosso amor, como nos for possível, 

alegrando-nos com o seu bem como se nosso fosse, 

compadecendo-nos com as suas tribulações, 
e não fazendo a ninguém ofensa alguma.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 19 de fevereiro de 2013

Nas vossas orações não useis muitas palavras como os gentios, os quais julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós Lho peçais. «Vós, pois, orai assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. «Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso supersubstancial nos dá hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. «Porque, se vós perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará. Mas, se não perdoardes aos homens, também o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas.

Mt 6, 7-15