Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Credo (8)
Durante o mês de novembro, a liturgia convida-nos a considerar de forma especial as verdades eternas. Com S. Josemaria, repito-vos: é preciso não perder nunca de vista esse fim sublime a que somos chamados. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma? Ou que pode o homem dar em troca da sua alma? (Mt 16, 26). Único é o nosso último fim, de natureza sobrenatural, que acolhe, aperfeiçoa e eleva o nosso fim natural, porque a graça pressupõe, acolhe, cura, levanta e engrandece a natureza [17].
Convençamo-nos de que viver o Credo, integrá-lo em toda a nossa existência nos fará entender melhor e amar mais a nossa maravilhosa dependência de Deus, saborear a incomparável alegria de ser e de nos sabermos Seus filhos. O Catecismo da Igreja Católica recorda-nos que a fé traz consequências imensas para a nossa vida. Leva-nos, em primeiro lugar, a reconhecer a grandeza e a majestade de Deus, adorando-O; a permanecer numa constante atitude de ação de graças pelos Seus benefícios; a valorizar a verdadeira dignidade de todos os homens e mulheres, criados à imagem e semelhança de Deus e, por isso, dignos de veneração e respeito; a usar retamente de todas as coisas criadas que o Senhor pôs ao nosso serviço; a confiar n’Ele em todas as circunstâncias, e especialmente nas adversas [18].
Convençamo-nos de que viver o Credo, integrá-lo em toda a nossa existência nos fará entender melhor e amar mais a nossa maravilhosa dependência de Deus, saborear a incomparável alegria de ser e de nos sabermos Seus filhos. O Catecismo da Igreja Católica recorda-nos que a fé traz consequências imensas para a nossa vida. Leva-nos, em primeiro lugar, a reconhecer a grandeza e a majestade de Deus, adorando-O; a permanecer numa constante atitude de ação de graças pelos Seus benefícios; a valorizar a verdadeira dignidade de todos os homens e mulheres, criados à imagem e semelhança de Deus e, por isso, dignos de veneração e respeito; a usar retamente de todas as coisas criadas que o Senhor pôs ao nosso serviço; a confiar n’Ele em todas as circunstâncias, e especialmente nas adversas [18].
[17] S. Josemaria, Carta 19-III-1967, n. 59.
[18] Cfr. Catecismo da Igreja Católica, nn. 222-227.
(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de novembro de 2012)
[18] Cfr. Catecismo da Igreja Católica, nn. 222-227.
Imitação de Cristo, 3, 28, 1 - Contra as línguas maldizentes
Filho, não te aflijas se alguém fizer de ti mau conceito ou disser coisas que não gostas de ouvir. Pior ainda deves julgar de ti mesmo, e avaliar-te o mais imperfeito de todos. Se praticares a vida interior, pouco te importarás de palavras que voam. É grande prudência calar-se nas horas da tribulação, volver-se interiormente a mim, e não se perturbar com os juízos humanos.
Queremos ver com olhos limpos
Que formosa é a santa pureza! Mas não é santa, nem agradável a Deus, se a separarmos da caridade. A caridade é a semente que crescerá e dará frutos saborosíssimos com a rega que é a pureza. Sem caridade, a pureza é infecunda, e as suas águas estéreis convertem as almas num lodaçal, num charco imundo, donde saem baforadas de soberba. (Caminho, 119)
É verdade que a caridade teologal é a virtude mais alta, mas a castidade é a exigência sine qua non, condição imprescindível para chegar ao diálogo íntimo com Deus. Quem não a guarda, se não luta, acaba por ficar cego. Não vê nada, porque o homem animal não pode perceber as coisas que são do Espírito de Deus .
Animados pela pregação do Mestre, nós queremos ver com olhos limpos: bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
A Igreja sempre apresentou estas palavras como um convite à castidade. Guardam um coração sadio, escreve S. João Crisóstomo, os que possuem uma consciência completamente limpa ou os que amam a castidade. Nenhuma virtude é tão necessária como esta para ver a Deus. (Amigos de Deus, 175)
São Josemaría Escrivá
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