Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
domingo, 27 de maio de 2012
Hildegarda e João d'Ávila serão Doutores da Igreja
O Papa Bento XVI anunciou na manhã deste domingo que no próximo dia 7 de outubro proclamará doutores da Igreja o espanhol São João d’Ávila e (1499-1569) e a alemã Santa Hildegarda de Bingen (1098-1179).
Durante a oração do Regina Coeli na Praça São Pedro, diante de 40 mil pessoas, o Pontífice definiu estes dois religiosos como “duas grandes testemunhas” da fé, que viveram períodos históricos e ambientes culturais bastante diferentes:
“João, sacerdote diocesano nos anos do Renascimento espanhol, participou da árdua tarefa de renovação cultural e religiosa da Igreja e da unidade social nos os albores da modernidade” – disse, explicando que “Hildegarda foi uma monja beneditina vivida no coração da Idade Média, autêntica mestre de Teologia e profunda estudiosa de ciências naturais e música”.
Para Bento XVI, “a santidade da vida e a profundidade da doutrina destes dois santos fazem-nos perenemente atuais”, principalmente à luz do projeto de nova evangelização, ao qual será dedicada a próxima Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se inaugura precisamente em 7 de outubro.
Ainda durante o Regina Coeli, Bento XVI recordou que viajará na próxima sexta-feira para Milão (norte da Itália), por ocasião do VII Encontro Mundial das Famílias, e convidou os fiéis que participaram da oração dominical na Praça São Pedro ou através dos meios de comunicação, a acompanharem o evento e a rezarem por seu êxito.
Após a oração, o Papa rezou o Pai Nosso, fez saudações em várias línguas, e concedeu a bênção apostólica a todos os fiéis.
Rádio Vaticano na sua edição para o Brasil
Vídeos em espanhol e inglês
Durante a oração do Regina Coeli na Praça São Pedro, diante de 40 mil pessoas, o Pontífice definiu estes dois religiosos como “duas grandes testemunhas” da fé, que viveram períodos históricos e ambientes culturais bastante diferentes:
“João, sacerdote diocesano nos anos do Renascimento espanhol, participou da árdua tarefa de renovação cultural e religiosa da Igreja e da unidade social nos os albores da modernidade” – disse, explicando que “Hildegarda foi uma monja beneditina vivida no coração da Idade Média, autêntica mestre de Teologia e profunda estudiosa de ciências naturais e música”.
Para Bento XVI, “a santidade da vida e a profundidade da doutrina destes dois santos fazem-nos perenemente atuais”, principalmente à luz do projeto de nova evangelização, ao qual será dedicada a próxima Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se inaugura precisamente em 7 de outubro.
Ainda durante o Regina Coeli, Bento XVI recordou que viajará na próxima sexta-feira para Milão (norte da Itália), por ocasião do VII Encontro Mundial das Famílias, e convidou os fiéis que participaram da oração dominical na Praça São Pedro ou através dos meios de comunicação, a acompanharem o evento e a rezarem por seu êxito.
Após a oração, o Papa rezou o Pai Nosso, fez saudações em várias línguas, e concedeu a bênção apostólica a todos os fiéis.
Rádio Vaticano na sua edição para o Brasil
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"Que a unidade de Pentecostes vença a Babel das divisões e inimizades"
O Papa fez hoje um apelo à unidade e à compreensão entre as pessoas, que a seu ver, são muitas vezes “superficiais e difíceis”, não obstante o progresso tecnológico que melhorou as comunicações e reduziu as distâncias geográficas.
Na missa de Pentecostes celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o Pontífice disse que a Igreja tem que ser um “lugar de unidade e de comunhão na verdade, neste momento em que o mundo parece reviver a passagem bíblica da Torre de Babel”:
“Perduram desequilíbrios que muitas vezes geram outros conflitos; o diálogo entre as gerações faz-se arduamente e muitas vezes, prevalece a contraposição; assistimos a factos quotidianos que apresentam o homem sempre mais agressivo e irritado; compreender-se parece demasiadamente penoso e cada um prefere permanecer dentro de si, concentrado em seus interesses”.
Em seguida, o Papa advertiu que a sociedade atual está vivendo novamente a experiência de Babel, o trecho bíblico que ilustra um reino em que os homens pensam ter tanto poder para chegar ao céu, abrir suas portas e colocar-se no lugar de Deus, que não se dão conta de construírem a torre, uns contra os outros.
“Com o progresso da ciência e da técnica, obtivemos o poder de dominar as forças na natureza, de manipular os elementos, de fabricar seres animados, de chegar quase até o próprio ser humano. Nesta situação, rezar a Deus parece algo superado, inútil, porque nós mesmos podemos construir e realizar tudo o que quisermos” – indicou Bento XVI.
“Multiplicamos as possibilidades de comunicar, de trocar informações, de transmitir notícias, mas podemos dizer que aumentou a capacidade de nos entendermos, ou, paradoxalmente, nos entendemos cada vez menos? Não existe entre as pessoas uma sensação de desconfiança, de suspeito, de temor recíproco, ao ponto de parecermos perigosos uns para os outros?” – questionou o Papa.
À multidão de fiéis, 40 cardeais e 50 bispos presentes, o Pontífice afirmou que a Igreja deve ser um “lugar de unidade e de comunhão na verdade”, que propicie o encontro e a comunicação das pessoas, na qual os cristãos não se fechem em si mesmos, mas que se “orientem para o todo”.
Bento XVI instou a viver segundo o espírito da unidade e da verdade, e recordou palavras de São Paulo, afirmando que a vida das pessoas está marcada por um conflito interior entre “os impulsos que provêm da carne e os que provêm do espírito, e não podemos segui-los, todos”.
“Com efeito, não podemos se ao mesmo tempo egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e sentir a alegria do serviço desinteressado. Temos sempre que escolher que impulso seguir” – disse o Papa, explicando que “as obras da carne são os pecados de egoísmo e de violência, como a inimizade, a discórdia, as invejas e os desacordos: são pensamentos e ações que não fazem viver realmente como humanos e cristãos, no amor. Ao contrário, o Espírito Santo guia-nos às alturas de Deus”.
Rádio Vaticano na sua edição para o Brasil com adaptação de JPR
Vídeo em espanhol
Na missa de Pentecostes celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o Pontífice disse que a Igreja tem que ser um “lugar de unidade e de comunhão na verdade, neste momento em que o mundo parece reviver a passagem bíblica da Torre de Babel”:
“Perduram desequilíbrios que muitas vezes geram outros conflitos; o diálogo entre as gerações faz-se arduamente e muitas vezes, prevalece a contraposição; assistimos a factos quotidianos que apresentam o homem sempre mais agressivo e irritado; compreender-se parece demasiadamente penoso e cada um prefere permanecer dentro de si, concentrado em seus interesses”.
Em seguida, o Papa advertiu que a sociedade atual está vivendo novamente a experiência de Babel, o trecho bíblico que ilustra um reino em que os homens pensam ter tanto poder para chegar ao céu, abrir suas portas e colocar-se no lugar de Deus, que não se dão conta de construírem a torre, uns contra os outros.
“Com o progresso da ciência e da técnica, obtivemos o poder de dominar as forças na natureza, de manipular os elementos, de fabricar seres animados, de chegar quase até o próprio ser humano. Nesta situação, rezar a Deus parece algo superado, inútil, porque nós mesmos podemos construir e realizar tudo o que quisermos” – indicou Bento XVI.
“Multiplicamos as possibilidades de comunicar, de trocar informações, de transmitir notícias, mas podemos dizer que aumentou a capacidade de nos entendermos, ou, paradoxalmente, nos entendemos cada vez menos? Não existe entre as pessoas uma sensação de desconfiança, de suspeito, de temor recíproco, ao ponto de parecermos perigosos uns para os outros?” – questionou o Papa.
À multidão de fiéis, 40 cardeais e 50 bispos presentes, o Pontífice afirmou que a Igreja deve ser um “lugar de unidade e de comunhão na verdade”, que propicie o encontro e a comunicação das pessoas, na qual os cristãos não se fechem em si mesmos, mas que se “orientem para o todo”.
Bento XVI instou a viver segundo o espírito da unidade e da verdade, e recordou palavras de São Paulo, afirmando que a vida das pessoas está marcada por um conflito interior entre “os impulsos que provêm da carne e os que provêm do espírito, e não podemos segui-los, todos”.
“Com efeito, não podemos se ao mesmo tempo egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e sentir a alegria do serviço desinteressado. Temos sempre que escolher que impulso seguir” – disse o Papa, explicando que “as obras da carne são os pecados de egoísmo e de violência, como a inimizade, a discórdia, as invejas e os desacordos: são pensamentos e ações que não fazem viver realmente como humanos e cristãos, no amor. Ao contrário, o Espírito Santo guia-nos às alturas de Deus”.
Rádio Vaticano na sua edição para o Brasil com adaptação de JPR
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‘consummati in unum’
A efusão do Espírito Santo, na medida em que nos cristifica, leva-nos a reconhecer como filhos de Deus. O Paráclito, que é caridade, ensina-nos a fundir com essa virtude toda a vida. Por isso, feitos uma só coisa com Cristo, consummati in unum, podemos ser entre os homens o que Santo Agostinho afirma da Eucaristia: sinal de unidade, vínculo de Amor.
Imitação de Cristo, 2, 1, 6-I - Da vida interior
Aquele que avalia as coisas pelo que são, e não pelo juízo e estimação dos outros, este é o verdadeiro sábio, ensinado mais por Deus que pelos homens. Quem sabe andar recolhido dentro de si, e ter em pequena conta as coisas exteriores, não precisa escolher lugar nem aguardar horas para se dar a exercícios de piedade. O homem interior facilmente se recolhe, pois nunca se entrega de todo às coisas exteriores. Não o estorvam trabalhos externos nem ocupações, às vezes necessárias, mas ele se acomoda às circunstâncias, conforme sucedem. Quem tem o interior bem disposto e ordenado não se importa com as façanhas e crimes dos homens. Tanto o homem se embaraça e distrai, quanto se mete nas coisas exteriores.
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