Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 24 de abril de 2011

A Vigília Pascal, coração do Ano litúrgico, presidida pelo Papa na Basílica de São Pedro

Cidadã chinesa a ser baptizada pelo Santo Padre

Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas a vigílias e o coração do Ano litúrgico. 

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou “lucernário”; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia baptismal; 4) a liturgia eucarística.

Estes quatro momentos celebrativos têm como fio condutor a unidade do plano de salvação de Deus em favor dos homens, que se realiza plenamente na Páscoa de Cristo por nós. Por consequência, a Ressurreição de Cristo é o fundamento da fé e da esperança da Igreja.
Esta noite o Papa Bento XVI presidiu na Basílica de S. Pedro a celebração da Vigília Pascal.
Este o texto integral da homilia:

Ressurreição

«Estando elas perplexas com o caso, apareceram-lhes dois homens em trajes resplandecentes. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, eles disseram-lhes: «Porque buscais o Vivente entre os mortos? Não está aqui; RESSUSCITOU!»

(S. Lucas, 24, 4-5)

«Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes:

‘Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos, ao terceiro dia; que havia de ser anunciada, em seu nome, a conversão para o perdão dos pecados a todos os povos, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas.’»

(S. Lucas, 24, 45-48)

«Nos seus enviados, Cristo continua a sofrer, o seu lugar é sempre a cruz; e todavia é irrevogavelmente o Ressuscitado.»

(“Jesus de Nazaré” – Joseph Ratzinger / Bento XVI)

«Hoje reavivamos a grande esperança: Cristo crucificado ressuscitou e conquistou o mundo. Devemos, a partir dele, construir um mundo fundado sobre a paz, sobre a justiça e sobre o amor».

(Angelus – 19/III/2008 – Bento XVI)

Missa da Coroação de Bento XVI nesta data em 2005

«Neste momento a minha recordação volta ao dia 22 de Outubro de 1978, quando o Papa João Paulo II deu início ao seu ministério aqui na Praça de São Pedro. Ainda, e continuamente, ressoam aos meus ouvidos as suas palavras de então: "Não tenhais medo, abri de par em par as portas a Cristo!" O Papa dirigia-se aos fortes, aos poderosos do mundo, os quais tinham medo que Cristo pudesse tirar algo ao seu poder, se o tivessem deixado entrar e concedido a liberdade à fé. Sim, ele ter-lhes-ia certamente tirado algo: o domínio da corrupção, da perturbação do direito, do arbítrio. Mas não teria tirado nada do que pertence à liberdade do homem, à sua dignidade, à edificação de uma sociedade justa».

(Homilia da Missa Inaugural do Pontificado – 24/IV/2005 – Bento XVI)

«No início do meu serviço como Sucessor de Pedro, peço a S. Bento que me ajude a conservar firmemente Cristo como centro da nossa existência. Que Ele tenha sempre o primeiro lugar no nosso pensamento e em tudo o que fazemos!»

(Catequese da primeira audiência geral em 27/IV/2008)

Seis anos volvidos, somos testemunhas vivas da coerência total da citação precedente, Jesus Cristo está sempre presente nas intervenções de Bento XVI, assumindo o Santo Padre, com afincado empenho, o seu papel de Mestre Catequista, abalançar-me-ia mesmo a dizer “Doutor da Igreja”, não nos deixando jamais esquecer o Verbo que Se fez homem.

(JPR)

ALLELUIA

João Paulo II – A caminho da sua Beatificação no próximo dia 1 de Maio

«Ele ressuscitou! Eis o centro da nossa fé. A testemunha silenciosa de todos estes acontecimentos foi Maria. Peçamos-lhe que ajude também todos nós a receber totalmente este anúncio pascal.


"Regina caeli, laetare, alleluia Rainha do céu, rejubila, aleluia". Com esta oração, que substitui o Angelus, dirigir-nos-emos a ela durante todo o tempo pascal. A alegria da Virgem encerra em si tudo aquilo de que a Igreja se alegra: todos os bens da graça e da natureza. Portanto, invoquemo-la com fé e devoção: Regina caeli laetare, alleluia!» (24-IV-2000 antes do Regina Coeli)