Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Boa noite!

Ser pequeno. As grandes audácias são sempre das crianças. – Quem pede... a Lua? – Quem não repara nos perigos, ao tratar de conseguir o seu desejo? "Ponde" numa criança "destas" muita graça de Deus, o desejo de fazer a sua Vontade (de Deus), muito amor a Jesus, toda a ciência humana que a sua capacidade lhe permita adquirir..., e tereis retratado o carácter dos apóstolos de hoje, tal como indubitavelmente Deus os quer.

(São Josemaría Escrivá - Caminho, 857)

A filiação divina é o fundamento do espírito do Opus Dei. Todos os homens são filhos de Deus, mas um filho pode reagir de muitos modos diante do seu pai. Temos de esforçar-nos por ser filhos que procuram lembrar-se de que o Senhor, querendo-nos como filhos, fez com que vivamos em sua casa no meio deste mundo; que sejamos da sua família; que o que é seu seja nosso e o nosso seu; que tenhamos com Ele a mesma familiaridade e confiança com que um menino é capaz de pedir a própria Lua!

Um filho de Deus trata o Senhor como Pai. Não servilmente, nem com uma reverência formal, de mera cortesia, mas cheio de sinceridade e de confiança. Deus não se escandaliza com os homens. Deus não Se cansa das nossas infidelidades. O nosso Pai do Céu perdoa qualquer ofensa quando o filho volta de novo até Ele, quando se arrepende e pede perdão. Nosso Senhor é tão verdadeiramente pai, que prevê os nossos desejos de sermos perdoados e se adianta com a sua graça, abrindo-nos amorosamente os braços.

Reparai que não estou a inventar nada. Recordai a parábola que o Filho de Deus nos contou para que entendêssemos o amor do Pai que está nos Céus: a parábola do filho pródigo.

Ainda estava longe – diz a Escritura – quando o pai o viu e, enchendo-se de compaixão, correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Estas são as palavras do livro sagrado: cobrindo-o de beijos! Pode-se falar mais humanamente? Pode-se descrever com mais viveza o amor paternal de Deus para com os homens?

(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 64)

Papa pede aos Bispos brasileiros que articulem bem a relação entre a Conferência Episcopal e a responsabilidade pessoal de cada Bispo


A importância, funções e limites das Conferências Episcopais foi o tema desenvolvido pelo Santo Padre ao receber, nesta segunda-feira, mais um grupo de Bispos Brasileiros, presentes em Roma para a sua visita “ad limina Apostolorum”: do Regional Centro Oeste, que inclui Brasília, a capital federal e dezasseis dioceses correspondentes a três Províncias eclesiásticas: Goiânia, Brasília e Palmas.

O Papa começou por observar que, “a actual sociedade secularizada exige dos cristãos um renovado testemunho de vida para que o anúncio do Evangelho seja acolhido como aquilo que é: a Boa Notícia da acção salvífica de Deus que vem ao encontro do homem”. Neste contexto se situa a razão de ser da CNBB, criada nos primeiros anos 50, uma década antes do Concílio Vaticano II:

“há quase 60 anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um ponto de referência da sociedade brasileira, propondo-se sempre mais e acima de tudo como um lugar onde se vive a caridade. Com efeito, o primeiro testemunho que se espera dos anunciadores da Palavra de Deus é o da caridade recíproca: «Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 32). A vossa, como aliás as demais Conferências Episcopais, nasceu como concreta aplicação do afecto colegial dos Bispos em comunhão hierárquica com o Sucessor de Pedro, para ser um instrumento de comunhão afectiva e efectiva entre todos os membros, e de eficaz colaboração com o Pastor de cada Igreja particular na tríplice função de ensinar, santificar e governar as ovelhas do próprio rebanho.”

Evocando o que o Concílio Vaticano II e o próprio Direito Canónico dizem sobre a coordenação e colaboração dos Bispos no exercício de algumas das funções episcopais, para o bem dos fiéis e de todos os cidadãos, Bento XVI advertiu, porém, que a Conferência Episcopal não pode substituir a relação de cada Bispo com a respectiva Igreja particular:

“a Conferência Episcopal promove a união de esforços e de intenções dos Bispos, tornando-se um instrumento para que possam compartilhar as suas fatigas; deve, porém, evitar de colocar-se como uma realidade paralela ou substitutiva do ministério de cada um dos Bispos, ou seja, não mudando a sua relação com a respectiva Igreja particular e com o Colégio Episcopal, nem constituindo um intermediário entre o Bispo e a Sé de Pedro”.

Recordando também um documento de João Paulo II sobre o correcto lugar e função das Conferências Episcopais (o Motu proprio “Apostolos suos”), acrescentou ainda Bento XVI:

“alguns temas recomendam hoje uma acção conjunta dos Bispos: a promoção e a tutela da fé e da moral, a tradução dos livros litúrgicos, a promoção e formação das vocações de especial consagração, elaboração de subsídios para a catequese, o compromisso ecuménico, as relações com as autoridades civis, a defesa da vida humana, desde a concepção até a morte natural, a santidade da família e do matrimónio entre homem e mulher, o direito dos pais a educar seus filhos, a liberdade religiosa, os outros direitos humanos, a paz e a justiça social.

Ao mesmo tempo, é necessário lembrar que os assessores e as estruturas da Conferência Episcopal existem para o serviço aos Bispos, não para substituí-los. Trata-se, em definitiva, de buscar que a Conferência Episcopal, com seus organismos, funcione sempre mais como órgão propulsor da solicitude pastoral dos Bispos, cuja preocupação primária deve ser a salvação das almas, que é, aliás, a missão fundamental da Igreja.”

(Fonte: site Rádio Vaticano)

Papa fala do desporto, recebendo um grupo de instrutores de esqui

“A actividade desportiva faz parte dos meios que concorrem para o desenvolvimento harmónico da pessoa e para o seu aperfeiçoamento moral” – sublinhou o Papa, recebendo em audiência um grupo de instrutores de ski. A vossa actividade – observou – “contribui para estimular algumas capacidades, como por exemplo a constância em perseguir os objectivos, o respeito das regras, a tenacidade em enfrentar e superar as dificuldades”.

“Praticado com paixão e sentido ético, o desporto, para além de exercitar num são agnosticismo, torna-se numa escola para aprender e aprofundar os valores humanos e cristãos. O desporto ensina a harmonizar dimensões importantes da pessoa humana, favorecendo o seu desenvolvimento integral.

Mediante a actividade desportiva, uma pessoa compreende melhor que o seu corpo não pode ser considerado um objecto, mas que, através da corporeidade, se exprime a si mesma e entra em relação com os outros. Desse modo, o equilíbrio entre a dimensão física e espiritual leva a não idolatrar o corpo, mas sim a respeitá-lo, não fazendo dele um instrumento a potenciar a todo o custo, porventura utilizando mesmo meios ilícitos”.

Bento XVI reflectiu depois sobre o facto de a prática do ski levar a um contacto directo com a natureza, com as montanhas, um ambiente que (disse) “nos faz sentir pequenos, nos restitui a justa dimensão do nosso ser criaturas, nos torna capazes de nos interrogarmos sobre o sentido da criação, olhando para o alto, abrindo-nos ao Criador”. O respeito pelo meio ambiente, pela natureza, vem assim ao espírito, como uma responsabilidade de cada um:

“a relação com a criação constitui um elemento importante para o desenvolvimento da identidade humana e nem sequer o pecado do homem eliminou a sua tarefa de ser custódio (protector) do mundo. A própria actividade desportiva pode ser concebida e vivida como parte desta responsabilidade”.

Os progressos científicos e tecnológicos – reconheceu o Papa – dão ao homem a possibilidade de intervir e manipular a natureza, mas existe sempre o risco de pretender substituir-se ao Criador reduzindo a natureza criada a um produto para uso e consumo. A atitude justa a assumir é, pelo contrário, a de um profundo sentimento de gratidão e reconhecimento, assim como de responsabilidade em conservar e cultivar a obra de Deus. Há todo um estilo de vida a adoptar, ligado a um sentido de equilíbrio, de autodisciplina e de respeito, expressão de um profundo amor para com a criação de Deus – concluiu Bento XVI.

Presente nesta audiência, o ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Franco Fratini, ele próprio praticante e iniciador nesta prática desportiva. Em resposta à saudação que este lhe tinha dirigido em nome de todo o grupo, o Papa exprimiu a sua “viva gratidão” pelo empenho por ele desenvolvido para que numerosos católicos, feridos num recente e grave ataque, em Bagdad, pudessem ser prontamente acolhidos em Itália, para o tratamento de que tinham urgente necessidade.

(Fonte: site Rádio Vaticano)

Bom dia! 48



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S. Josemaría nesta data em 1955



Chega a Milão, Itália, primeira etapa de uma viagem que o levará a França, Suíça, Bélgica, Holanda, Alemanha e Áustria. “Enchemos de Ave Marias e de canções as estradas da Europa”, dirá com frequência.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)