Filhos de Deus. Portadores da única chama capaz de iluminar os caminhos terrenos das almas, do único fulgor, no qual nunca poderão dar-se escuridões, penumbras nem sombras. Nosso Senhor serve-se de nós como archotes, para que essa luz ilumine... De nós depende que muitos não permaneçam em trevas, mas que andem por sendas que levem até à vida eterna.
(São Josemaría Escrivá - Forja, 1)
Jesus Christus, Deus Homo, Jesus Cristo, Deus-Homem! Eis uma magnalia Dei, uma das maravilhas de Deus em que temos de meditar e que temos de agradecer a este Senhor que veio trazer a paz na terra aos homens de boa vontade, a todos os homens que querem unir a sua vontade à Vontade boa de Deus. Não só aos ricos, nem só aos pobres! A todos os homens, a todos os irmãos! Pois irmãos somos todos em Jesus; filhos de Deus, irmãos de Cristo. Sua Mãe é nossa Mãe.
Na terra há apenas uma raça: a raça dos filhos de Deus. Todos devemos falar a mesma língua: a que o nosso Pai que está nos Céus nos ensina; a língua dos diálogos de Jesus com seu Pai; a língua que se fala com o coração e com a cabeça; a que estais a usar agora na vossa oração. É a língua das almas contemplativas, dos homens espirituais por se terem dado conta da sua filiação divina; uma língua que se manifesta em mil moções da vontade, em luzes vivas do entendimento, em afectos do coração, em decisões de rectidão de vida, de bem-fazer, de alegria, de paz.
(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 13)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Curta crónica de um episódio passado em Cádiz
No passado Sábado no centro histórico desta pequena, mas linda cidade, junto à Igreja de S. Francisco que se encontrava encerrada, perguntei a um funcionário que atendia numa esplanada da pequena mas simpática Praça se me poderia indicar uma outra Igreja Católica, tendo-me este respondido com em semblante carregado e crispado “lamento señor pero no lo puedo ayudar”, agradeci-lhe e como costumo dizer ‘Deus Nosso Senhor é muito meu amigo’, perdoem-me esta apropriação de Quem nos ama muitíssimo a todos, e de imediato aparece-me um Sacerdote pela frente a quem fiz a pergunta e me informou com um carinhoso sorriso que dentro de 10 minutos a Igreja abriria e que passado uma hora seria celebrada a Santa Missa.
Este pequeno episódio deixou-me triste por ver num país com tão fortes e arreigadas tradições católicas, estar-se a criar um clima anti-igreja injustificável no meu modesto entender.
Obrigado!
JPR
Este pequeno episódio deixou-me triste por ver num país com tão fortes e arreigadas tradições católicas, estar-se a criar um clima anti-igreja injustificável no meu modesto entender.
Obrigado!
JPR
A hostilidade à religião
Em Santiago de Compostela o Papa lamentou o laicismo agressivo que hoje, por vezes, se manifesta em Espanha. No dia seguinte, em Barcelona, essa agressividade anti-religiosa fez-se sentir, encontrando eco em alguns órgãos de comunicação social.
Bento XVI tem-se empenhado em mostrar que razão e fé são complementares e não inimigas. E o Papa é um apologista e um praticante do diálogo entre crentes e descrentes. Por isso parece estranha aquela agressividade.
Olhando a perda de peso sociológico do cristianismo na Europa, muitos previram que os ódios à religião seriam substituídos pela indiferença. Acreditar em Deus seria então visto por muitos como uma mera mania pessoal e inofensiva.
Mas a recente multiplicação de livros violentos contra a fé em Deus desmente essa previsão. O ateísmo militante, frequente há um século, regressou nos dias de hoje. É um bom sinal para a religião, apesar dos aspectos negativos da atitude. A indiferença seria bem pior. Deus mexe com o mais fundo das pessoas. A fé não é um capricho, pode até mudar o mundo. Por isso suscita tanta hostilidade.
(Fonte: site Rádio Renascença)
Bento XVI tem-se empenhado em mostrar que razão e fé são complementares e não inimigas. E o Papa é um apologista e um praticante do diálogo entre crentes e descrentes. Por isso parece estranha aquela agressividade.
Olhando a perda de peso sociológico do cristianismo na Europa, muitos previram que os ódios à religião seriam substituídos pela indiferença. Acreditar em Deus seria então visto por muitos como uma mera mania pessoal e inofensiva.
Mas a recente multiplicação de livros violentos contra a fé em Deus desmente essa previsão. O ateísmo militante, frequente há um século, regressou nos dias de hoje. É um bom sinal para a religião, apesar dos aspectos negativos da atitude. A indiferença seria bem pior. Deus mexe com o mais fundo das pessoas. A fé não é um capricho, pode até mudar o mundo. Por isso suscita tanta hostilidade.
(Fonte: site Rádio Renascença)
Firma: Por los monjes del Valle de los Caídos y por la libertad religiosa en España
Clique em "Firma: ..." e acederá directamente ao site da HatzerOir.org e à petição, em Provincia escolha 'otro pais'. Obrigado!
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