Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Arcebispo português nomeado secretário do colégio dos Cardeais

D. Manuel Monteiro de Castro assume nova função, um mês após a chegada ao Vaticano

O Arcebispo português Manuel Monteiro de Castro, actual secretário da Congregação para os Bispos, foi nomeado por Bento XVI como secretário do colégio cardinalício, que reúne todos os Cardeais da Igreja Católica.

A nomeação chega apenas um mês depois da chegada de D. Monteiro de Castro ao Vaticano, depois de nove anos enquanto Núncio de Espanha e Andorra. Na altura, em declarações à Agência ECCLESIA, o novo secretário da Congregação dos Bispos, garantia ter procurado “sempre fazer aquilo que devia fazer” e que a nomeação de Bento XVI significava que o mesmo “valorizou ao máximo” o seu trabalho.

D. Manuel Monteiro de Castro sucede, no seu novo cargo, a D. Francesco Monterisi, nomeado como arcipreste da Basílica papal de São Paulo fora de muros, em Roma.

O colégio cardinalício é uma espécie de “Senado” que colabora com o Papa nas questões mais importantes para a Igreja Católica. Na sua constituição estão representados os cinco Continentes e dezenas de países, incluindo dois Cardeais portugueses.

A sua sede situa-se no Palácio Apostólico do Vaticano, desde 2008, onde foram reordenados o Arquivo e a Biblioteca do colégio cardinalício.

Como secretário, o Arcebispo português será um dos primeiros a ser chamado após a eleição do Papa, num eventual conclave, e testemunhará o momento em que este aceitar a eleição e escolher o nome pelo qual quer ser chamado.

Para o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Pe. Manuel Morujão, esta é “uma notícia feliz, pois mostra a grande confiança que a Santa Sé tem em D. Manuel Monteiro de Castro, a ponto de o nomear para tão alto cargo, acumulando com outra importante responsabilidade, como Secretário para a Congregação dos Bispos”.

“É uma nomeação que o honra, mas também nos honra a todos nós, membros da Igreja em Portugal, onde D. Manuel tem as suas raízes, que preza e estima com frequentes visitas”, refere à Agência ECCLESIA.

O Pe. Manuel Morujão lembra que “nas variadas vezes que passei em Espanha nos últimos anos, como Assistente do Padre Geral dos jesuítas para a Europa Meridional, ouvi comentários muito positivos sobre o modo como estava a desempenhar o seu cargo de Núncio do Papa em Espanha, sendo elo de ligação entre posições divergentes, entre a Igreja e o Governo e entre as diversas sensibilidades eclesiais”.

Vida ao serviço da Santa Sé

D. Manuel Monteiro de Castro, de 71 anos, tem uma longa experiência diplomática ao serviço da Santa Sé, que o fez passar por países como Panamá, a Guatemala, o Vietname, a Austrália, o México, a Bélgica, Trinidad e Tobago, África do Sul ou, como referido, Espanha. Foi ainda observador permanente do Vaticano para a Organização Mundial do Turismo.

Arcebispo titular de Benavento desde 1985, é doutorado em Direito Canónico e ocupava desde esse ano funções como "embaixador" do Papa em diversas nações, até chegar ao Vaticano no passado mês de Setembro. Deixou Portugal em 1961 e nunca trabalhou no nosso país, embora mantenha uma relação próxima com a sua terra natal, Guimarães.


(Fonte: site Agência Ecclesia)

A Igreja no norte de África testemunha a fraternidade


A Igreja Católica em África constitui também a presença cristã no norte do continente. Pastor de uma comunidade de cerca de 25 mil almas, o Arcebispo de Rabat, no Marrocos, destaca a importância da Igreja em um país cuja população é formada por 98% de muçulmanos.
Esta vontade de testemunho, num país onde o proselitismo é proibido, é compartilhada pelas comunidades cristãs tradicionais, mas provoca dificuldades nos relacionamentos com as comunidades evangélicas.

Apesar disso, a Igreja Católica goza em Marrocos de um estatuto particularmente favorável: as suas instituições caritativas têm, de facto, plena liberdade de movimento. E é isso que permite a D. Vincent Landel ocupar-se dos migrantes da sua Diocese, em colaboração com a Caritas local. Todavia, o presidente da Conferência Episcopal Regional do norte da África intervém igualmente na Europa e na região para tentar encontrar uma solução ao problema dos migrantes.
D. Vincent Landel, arcebispo de Rabat (Marrocos) afirmou, “edificar a Igreja significa testemunhar alguém que se quer seguir. Significa testemunhar o amor que foi doado a todos os homens e que acolhe todas as vidas, de todas as culturas e religiões”.

“O nosso papel aqui é fundamental e consiste em manifestar com a nossa vida que existe um Deus que ama todos os homens”.

“Não conseguimos encontrar-nos porque não temos absolutamente as mesmas perspectivas. Para resolver isso, seria necessário o baptismo, enquanto o que tentamos fazer é viver. E então, as dificuldades que encontramos estão no facto, por exemplo, que para um muçulmano lambda é completamente indiferente que um cristão seja protestante, ortodoxo, baptista, evangélico ou católico”.

“O raciocínio que fazemos é este: 'que razões podemos oferecer a todas essas pessoas que fogem para que permaneçam?'. E, além disso, o que podemos fazer para ajudá-las a se consciencializarem deste facto e permitir-lhes que prossigam e cresçam sem cair no desespero”.


(Fonte: H2O News)

Meditação do dia de Francisco Fernández Carvajal

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Ambrósio (c. 340-397), Bispo de Milão e Doutor da Igreja
Comentário ao evangelho de Lucas, 7, 134 (a partir da trad. cf. SC 52, pp. 55ss.)

«Todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos ou terras por causa do Meu nome, receberá cem vezes mais» (Mt 19, 29)

«Julgais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Não, Eu vo-lo digo, mas antes a divisão. Porque, daqui por diante, estarão cinco divididos numa só casa: três contra dois, e dois contra três». Em quase todas as passagens do Evangelho o sentido espiritual joga um papel importante; mas nesta passagem sobretudo, para não ser rejeitada pela dureza de uma interpretação simplista, é preciso procurar na trama do sentido a profundidade espiritual. [...] Como é que Ele próprio disse: «Dou-vos a Minha paz, deixo-vos a Minha paz» (Jo 14, 27), se veio separar os pais dos filhos, os filhos dos pais, rompendo os laços que os unem? Como pode ser chamado «maldito o que trata com desprezo seu pai ou sua mãe» (Dt 27, 16), e fervoroso o que o abandona?

Se compreendermos que a religião vem em primeiro lugar e a piedade filial em segundo, compreenderemos que esta questão se esclarece; com efeito, é preciso fazer passar o humano depois do divino. Porque, se temos deveres para com os pais, quanto mais para com o Pai dos pais, a quem devemos estar reconhecidos pelos nossos pais? [...] Ele não diz, portanto, que é preciso renunciar aos que amamos, mas que há que preferir Deus a todos. Aliás, encontramos noutro livro: «Quem amar pai ou mãe mais do que a Mim não é digno de Mim» (Mt 10, 37). Não te é interdito amares os teus pais, mas preferi-los a Deus. Porque as relações naturais são benefícios do Senhor, e ninguém deve amar os benefícios recebidos mais do que a Deus, que preserva os benefícios que dá.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 22 de Outubro de 2009

São S. Lucas 12,49-53

«Eu vim lançar fogo sobre a terra; e como gostaria que ele já se tivesse ateado!
Tenho de receber um baptismo, e que angústias as minhas até que ele se realize!
Julgais que Eu vim estabelecer a paz na Terra? Não, Eu vo-lo digo, mas antes a divisão.
Porque, daqui por diante, estarão cinco divididos numa só casa: três contra dois e dois contra três;
vão dividir-se: o pai contra o filho e o filho contra o pai, a mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a sogra contra a nora e a nora contra a sogra.»


(Fonte: Evangelho Quotidiano)