Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Comentário ao Evangelho do dia feito por:
São Fulgêncio de Ruspe (467-532), bispo na África do Norte
Sermão 1; CCL 91A, 889 (a partir da trad. de Orval)
«Servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus» (1Cor 4, 1)
Para bem precisar o papel dos servos que colocou à frente do Seu povo, o Senhor diz estas palavras que o Evangelho narra: «Quem será, pois, o administrador fiel e prudente a quem o senhor pôs à frente do seu pessoal para lhe dar, a seu tempo, a ração de trigo? Feliz o servo a quem o senhor, quando vier, encontrar procedendo assim». Quem é este mestre, irmãos? Sem dúvida alguma é Cristo, que disse aos discípulos: «Vós chamais-me 'o Mestre' e 'o Senhor', e dizeis bem, porque o sou» (Jo 13, 13). E quem é o pessoal da casa de tal mestre? É evidentemente esse que o próprio Senhor resgatou das mãos do inimigo, e tornou Seu. Esse pessoal é a Igreja santa e universal que com maravilhosa fecundidade se propaga por todo o mundo e se glorifica por ter sido resgatada pelo preço do sangue do Senhor [...].
Mas quem é o administrador fiel e prudente? O apóstolo Paulo no-lo mostra, ao falar de si próprio e dos seus companheiros nestes termos: «Considerem-nos, pois, servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus. Ora, o que se requer dos administradores é que se sejam fiéis» (1Cor 4, 1-2). E para que ninguém de entre nós pense que apenas os apóstolos se tornaram administradores, e para que nenhum servo, preguiçoso e infiel, abandone o combate espiritual ou se ponha a dormir, o santo apóstolo refere-se claramente aos próprios bispos como administradores: «É preciso que o bispo, como administrador de Deus, seja irrepreensível», diz-nos (Tit 1, 7). Somos, pois, os servos do Pai de família, os administradores do Senhor, e d'Ele recebemos a ração de trigo que distribuiremos por vós.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Sermão 1; CCL 91A, 889 (a partir da trad. de Orval)
«Servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus» (1Cor 4, 1)
Para bem precisar o papel dos servos que colocou à frente do Seu povo, o Senhor diz estas palavras que o Evangelho narra: «Quem será, pois, o administrador fiel e prudente a quem o senhor pôs à frente do seu pessoal para lhe dar, a seu tempo, a ração de trigo? Feliz o servo a quem o senhor, quando vier, encontrar procedendo assim». Quem é este mestre, irmãos? Sem dúvida alguma é Cristo, que disse aos discípulos: «Vós chamais-me 'o Mestre' e 'o Senhor', e dizeis bem, porque o sou» (Jo 13, 13). E quem é o pessoal da casa de tal mestre? É evidentemente esse que o próprio Senhor resgatou das mãos do inimigo, e tornou Seu. Esse pessoal é a Igreja santa e universal que com maravilhosa fecundidade se propaga por todo o mundo e se glorifica por ter sido resgatada pelo preço do sangue do Senhor [...].
Mas quem é o administrador fiel e prudente? O apóstolo Paulo no-lo mostra, ao falar de si próprio e dos seus companheiros nestes termos: «Considerem-nos, pois, servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus. Ora, o que se requer dos administradores é que se sejam fiéis» (1Cor 4, 1-2). E para que ninguém de entre nós pense que apenas os apóstolos se tornaram administradores, e para que nenhum servo, preguiçoso e infiel, abandone o combate espiritual ou se ponha a dormir, o santo apóstolo refere-se claramente aos próprios bispos como administradores: «É preciso que o bispo, como administrador de Deus, seja irrepreensível», diz-nos (Tit 1, 7). Somos, pois, os servos do Pai de família, os administradores do Senhor, e d'Ele recebemos a ração de trigo que distribuiremos por vós.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
O Evangelho do dia 21 de Outubro de 2009
São Lucas 12,39-48Ficai a sabê-lo bem: se o dono da casa soubesse a que hora viria o ladrão, não teria deixado arrombar a sua casa.
Estai preparados, vós também, porque o Filho do Homem chegará na hora em que menos pensais.»
Pedro disse-lhe: «Senhor, é para nós que dizes essa parábola, ou é para todos igualmente?»
O Senhor respondeu: «Quem será, pois, o administrador fiel e prudente a quem o senhor pôs à frente do seu pessoal para lhe dar, a seu tempo, a ração de trigo?
Feliz o servo a quem o senhor, quando vier, encontrar procedendo assim.
Em verdade vos digo que o porá à frente de todos os seus bens.
Mas, se aquele administrador disser consigo mesmo: 'O meu senhor tarda em vir' e começar a espancar servos e servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo chegará no dia em que ele menos espera e a uma hora que ele não sabe; então, pô-lo-á de parte, fazendo o partilhar da sorte dos infiéis.
O servo que, conhecendo a vontade do seu senhor, não se preparou e não agiu conforme os seus desejos, será castigado com muitos açoites.
Aquele, porém, que, sem a conhecer, fez coisas dignas de açoites, apenas receberá alguns. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito será pedido.»
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Para breve a publicação de uma Constituição Apostólica de Bento XVI para o acolhimento de grupos de fiéis e pastores anglicanos
A Santa Sé prepara-se, com uma legislação apropriada, para acolher na Igreja Católica fiéis, padres e bispos Anglicanos que o vinham solicitando desde há tempos. A informação foi fornecida e esclarecida esta manhã, no Vaticano, numa conferência de imprensa presidida pelo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal William Levada. Será proximamente publicada uma Constituição Apostólica que clarificará todos os aspectos doutrinais e canónicos. Naturalmente que estes anglicanos aceitam o Catecismo da Igreja Católica e o ministério petrino.
Segundo o cardeal Levada, as medidas agora adoptadas pretendem dar resposta a “numerosas solicitações” de fiéis e pastores anglicanos de diversas partes do mundo “que desejam entrar na comunhão plena e visível” com a Igreja Católica. Desta iniciativa foi posta ao corrente a Comunhão Anglicana, na pessoa do seu presidente, o arcebispo de Cantuária, que exprimiu parecer positivo. Serão instituídos Ordianriatos pessoais, nos diferentes países onde se tornar necessário, do qual dependerão directamente estes grupos à maneira do que se passa com os Ordianriatos castrenses (dos capelães militares) e como o próprio Opus Dei. Estas comunidades anglicanas integradas na Igreja Católica conservarão o seu património espiritual e litúrgico anglicano e o seu prelado pessoal poderá ser escolhido de entre o clero anglicano entretanto ordenado na Igreja Católica. A Constituição Apostólica contempla a possibilidade de ordenação como padres católicos de clérigos anglicanos mesmo casados (como vinha já acontecendo, desde 1982, em variados casos, por disposição de João Paulo II). Tal não sucederá porém, para o exercício do episcopado, no caso dos bispos anglicanos casados, e isso – explicou o cardeal Levada – por razões históricas e teológicas, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa.
Este passo pode e deve ser visto como um progredir no caminho da concretização daquela plena e visível comunhão na única Igreja de Cristo, que é um dos principais objectivos do movimento ecuménico. A Igreja Católica permanece plenamente empenhada no seu diálogo ecuménico com a Comunhão Anglicana, nomeadamente através da actividade do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos – assegura o Cardeal Levada.
(Fonte: site Radio Vaticana)
Um gigantesco "SIM" à vida
Mais de dois milhões de pessoas reuniram-se em Madrid, sábado passado, 17 de Outubro, na maior manifestação a favor da vida, da mulher e da maternidade jamais realizada na Espanha.
Sob o lema “Toda vida tem valor”, as 40 associações civis que, unidas, convocaram a manifestação, expressaram desacordo diante da aprovação do projecto da nova "lei do aborto" espanhola que, se aprovada, seria uma das mais agressivas leis abortistas da Europa.
A partir do cenário montado na Porta de Alcalá, em Madrid, sucederam-se testemunhos e discursos a favor da vida, entre os quais se destacaram as palavras de Eduardo Verástegui, o famoso protagonista do filme “Bella”:
O ponto alto da tarde foi a leitura de um Manifesto em defesa da vida, da mulher e da maternidade.
O acto foi encerrado com as palavras de Benigno Blanco, presidente do Foro Espanhol da Família, com uma mensagem de alento e de esperança.
“Toda vida tem valor”, a vida do bebé não nascido, a vida da mãe grávida e a vida do pai responsável pela gravidez. “Toda vida tem valor” é a mensagem deste alegre dia em Madrid.
“Estamos aqui para celebrar a cultura à vida. Hoje, aqui em Madrid 2009 no dia da vida vamos vencer o aborto, porque o aborto já está vencido. Esta lei já está falida. Viemos aqui para festejar. Porque a sociedade está contra o aborto. A sociedade vota a favor da vida”.
“Estamos aqui para gritar um SIM gigante à vida. Para gritar um SIM gigante à maternidade, às mulheres, porque queremos dizer ao governo e à sociedade espanhola que não queremos o aborto”.
“Tem que gritar mais alto do que nunca para que todo o mundo escute o que hoje está pendente em Madrid, que os pais querem defender nossos futuros filhos e que à surpresa de uma gravidez inesperada não queremos acrescentar o trauma de um aborto”.
“Em matéria de aborto, proteger o não nascido como a qualquer outro ser humano e proteger sempre a mulher para que nunca se veja obrigada a abortar".
“Todos os aqui presentes expressamos um compromisso público com a defensa da vida e da que vai nascer e com o apoio solidário da mulher grávida. Compromisso que vamos levar em forma de vida a todos os rincões da Espanha”.
“Muito obrigada a todos e um gigantesco SIM à vida”.
(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)
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