Que o Domingo seja vivido como um dia em que os cristãos se reúnem para celebrar o Senhor ressuscitado, participando na Eucaristia
1. Praticar o Domingo
Não desconsiderando o possível valor subjectivo das razões que levam muitos baptizados a abandonar a participação habitual na Eucaristia de Domingo, importa manter o essencial: o domingo é, por excelência, o dia do cristão, porque é o dia da ressurreição do seu Senhor, Jesus Cristo; pela mesma razão, o Domingo é também o dia da Igreja; e é, por excelência, o dia da Eucaristia, na qual se faz memória e se actualiza o mistério pascal de Cristo – é a Páscoa semanal dos cristãos. Objectivamente, nenhum cristão abandona esta dimensão do Domingo (celebrar o seu Senhor ressuscitado, unido à comunidade cristã, pela participação activa e comprometida na Eucaristia) sem renunciar à sua identidade e à sua fé. Por isso, praticar o Domingo foi sempre, desde os primórdios do Cristianismo, a marca distintiva dos fiéis – ao ponto de muitos terem dado a vida pelo direito a fazê-lo, celebrando a Eucaristia, pois, diziam, «sem o Domingo – e a Eucaristia – não podemos viver».
2. Praticar o Domingo em tempo de mudança
Hoje, a vida social e profissional organiza-se segundo ritmos próprios, não raro, pouco propícios à tradicional vivência do Domingo. Este pode ser dia de trabalho, de actividades desportivas, de viagens ou encontros sociais, de descanso para quem passou a noite em discotecas ou bares... Quanto aos cristãos, cabe-lhes continuar a testemunhar, em comunidade, a dimensão originária do Domingo: dia para celebrar o Senhor Jesus ressuscitado, fazendo do Domingo um dia de festa, respirável e diferente, um dia santo. Este será um testemunho cada vez mais necessário, embora mais difícil, à medida que a laicização das nossas sociedades se for aprofundando e as suas raízes cristãs forem sendo esquecidas, quando não combatidas. Haverá, certamente, adaptações a fazer, como aconteceu com o alargamento do tempo celebrativo do Domingo, iniciado ao cair da tarde de sábado. Não se pode é abandonar o essencial: celebrar o Domingo, em Igreja, celebrando a Eucaristia.
3. Praticar o Domingo com menos padres e menos celebrações
A diminuição de cristãos que praticam o Domingo – a diminuição de cristãos, simplesmente – vem-se acentuando nas últimas décadas. O mesmo acontece com o número de padres. Em geral, porém, não se verifica uma equivalente redução no número de celebrações de Eucaristias dominicais – o resultado é que muitos padres, com várias paróquias a seu cargo, formadas por comunidades cada vez mais pequenas, correm de umas para outras, presidindo a celebrações apressadas, sem a necessária preparação e com ainda menos disposição. Quando mesmo esta «solução» já é de todo impraticável, começa a recorrer-se às «celebrações da Palavra», orientadas por religiosas ou leigos, nos domingos em que não é possível a celebração local da Eucaristia.
Seria bom pensar outras possibilidades. Por exemplo, convocar várias comunidades locais para, em conjunto, celebrarem a Eucaristia. Dada a abundância de meios de transporte particulares, não se afigura nada de extraordinário. De caminho, podia incentivar-se a vivência da fraternidade cristã, pela partilha do automóvel com quem não tem, combatendo-se uma das pragas maiores da sociedade actual, o individualismo egoísta, ao qual os cristãos não ficam imunes. Este acto de se deslocar e fazer comunidade com outras comunidades, celebrando o Senhor Jesus ressuscitado, fortaleceria os laços entre pessoas e comunidades e seria profundamente educativo. Obrigaria também a mudar hábitos, dos padres e dos leigos? Sem dúvida. Mas seria preço pequeno a pagar para termos Eucaristias dominicais melhor preparadas e mais intensamente vividas. E isso não é assunto de pequena importância, antes deve mobilizar todas as nossas energias, pois, «sem o Domingo, não podemos viver» como cristãos.
Elias Couto
Nacional Elias Couto 2009-09-29 17:58:24 5150 Caracteres Bento XVI
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Intenção de Bento XVI para o mês de Outubro - PRATICAR O DOMINGO
Bom Domingo
Os italianos não utilizam a expressão ‘bom fim-de-semana’, mas sim ‘bom Domingo’, mesmo quando se despedem à sexta-feira nos empregos fazem-no com um ‘buona domenica’.
Não me abalanço a sugerir que eliminemos o ‘bom fim-de-semana’, mas aos Sábados ao final do dia e aos Domingos, em honra do Senhor, sempre que saudarmos alguém poderemos dizer ‘bom Domingo’, creio que a marca Dele ficará, mesmo naqueles que não são católicos, aliás, sobretudo nesses, que começarão por se interrogar do porquê do ‘bom Domingo’ e depois lá chegarão. A nós, e de cada vez que o dissermos, ajudar-nos-á a lembramo-nos Dele.
(JPR)
Texto publicado no blogue em 9 de Abril de 2008 e recuperado agora em consideração à intenção geral do Santo Padre para o mês de Outubro
Não me abalanço a sugerir que eliminemos o ‘bom fim-de-semana’, mas aos Sábados ao final do dia e aos Domingos, em honra do Senhor, sempre que saudarmos alguém poderemos dizer ‘bom Domingo’, creio que a marca Dele ficará, mesmo naqueles que não são católicos, aliás, sobretudo nesses, que começarão por se interrogar do porquê do ‘bom Domingo’ e depois lá chegarão. A nós, e de cada vez que o dissermos, ajudar-nos-á a lembramo-nos Dele.
(JPR)
Texto publicado no blogue em 9 de Abril de 2008 e recuperado agora em consideração à intenção geral do Santo Padre para o mês de Outubro
S. Josemaría Escrivá nesta data:
Visita ao Colégio Tajamar em Madrid. Ao chegar, na sala dos professores, explica que as iniciativas de carácter social – escolas, dispensários, centros de formação... – que os fiéis da Prelatura promovem em todo o mundo nascem “onde há pobreza, onde há falta de trabalho, onde há tristeza, onde há dor, para que se leve com alegria a dor, para que a pobreza seja eliminada, para que não falte trabalho – porque formamos as pessoas para que o possam arranjar -, para metermos Cristo na vida de cada um, na medida em que o quiser, porque somos muito amigos da liberdade”
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/1-10-2009)
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/1-10-2009)
Hospedagem Nossa Senhora de Lourdes celebra seus 125 anos
Cento e vinte e cinco anos de serviço aos enfermos, cento e vinte cinco anos de hospedagem e acolhida no Santuário de Lourdes. Seu nome?: Hospedagem de Nossa Senhora de Lourdes, criada 25 anos depois das aparições da Virgem a Bernadette, cujo santuário celebrou seus 150 anos em 2008 acolhendo mais de 9 milhões de peregrinos.
A Hospedagem de Nossa Senhora de Lourdes é uma associação internacional, cujos membros são voluntários provenientes de 60 países. Antoine Tierny, actual presidente da associação, hospitaleiro há 37 anos, é um grande apaixonado por Lourdes e prepara cuidadosamente o Jubileu.
O Santuário de Lourdes é um dos maiores centros de peregrinação do mundo. Há 125 anos existiam somente três hospedagens, actualmente são mais de 20 mil. Antoine Tierny, explica este aumento: Todos esses voluntários não são pagos, e não que é que circula tanto dinheiro. Todavia, todos recebem algo. Eles dizem, que “Lourdes e os enfermos realçam o esplendor da Virgem”.
“A Hospedagem de Nossa Senhora de Lourdes realiza una hospedagem muito particular, já que não acompanha os enfermos, mas sim os acolhe em Lourdes. O lugar abriga todos os peregrinos e especialmente os enfermos e deficientes. A hospedagem é formada somente por voluntários, que cobrem eles mesmos seus gastos para servir os enfermos e através deles a Virgem”.
“O segredo do crescimento da Hospedagem de Nossa Senhora de Lourdes se deve ao crescimento do número de peregrinos e enfermos. O mundo hospitaleiro de Lourdes compreende mais de 20 mil pessoas".
“A hospedagem de Nossa Senhora de Lourdes foi criada em 1885 a pedido dos capelães de Lourdes, que se deram conta que faltava pessoal para acolher as pessoas. Os enfermos chegavam na estação e não tinham meios para visitar os santuários”.
“Eles vêm aqui por diferentes motivos. Porém quando vão embora, vão com as graças que acumularam durante sua peregrinação e isso lhes dá força para todo o ano”.
(Fonte: H2O News)
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