Morre o P.e José Miguel. No Inverno de 1917-1918, em Logronho, São Josemaría tinha sentido a chamada de Deus enquanto contemplava as pegadas na neve dos pés descalços deste religioso carmelita. Recordando aquele momento comentaria anos mais tarde: “Comecei a pressentir o Amor, a aperceber-me de que o coração me pedia alguma coisa de grande e que fosse amor”.
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/23-9-5)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A Igreja de Santa Maria da Vitória de Praga
Depois da cerimónia de boas-vindas de Bento XVI no aeroporto de Praga, a primeira etapa do Santo Padre será a Igreja de Santa Maria da Vitória, onde pronunciará um discurso diante dos fiéis.
Esta Igreja, erigida entre 1611 e 1613 pelos luteranos alemães, foi reconstruída depois da Vitória do exército da Liga Católica sobre os rebeldes protestantes, durante a Guerra dos 30 anos. O triunfo imperial na sangrenta “Batalha da Montanha Branca” foi de facto atribuída à intercessão de Santa Maria da Vitória, de modo que se decidiu consagrar novamente uma igreja em sua homenagem.
O edifício tem forma de cruz e abriga uma grande colecção de pinturas da Montanha Branca que representam a Igreja triunfante, obra do famoso artista Cosmas Damian Asam.
A Igreja de Santa Maria da Vitória de Praga, situada no bairro de Mála Strana, é famosa em todo o mundo porque custodia a imagem do Menino Jesus, trazida da Espanha pela princesa Polyxena Lobkowicz, que a havia recebido como presente de casamento para, depois, confiá-la em 1628 à ordem dos padres Carmelitas Descalços, no convento de Santa Maria da Vitória.
A imagem foi logo acolhida com grandes honras e a sua presença permitiu ao convento sobreviver às repetidas invasões. Além disso, foram-lhe atribuídos inúmeros fenómenos milagrosos, entre os quais a salvação da cidade por ocasião de um assédio dos suecos. A sua fama percorreu o mundo, a ponto de ser possível admirar reproduções da imagem em muitos países.
Na origem da história da imagem está a aparição do Menino Jesus a um carmelita que queria ardentemente criar uma imagem que encarnasse a beleza de Cristo. A seguir, quando o carmelita estava prestes a morrer e preocupado por não conseguir ultimar a imagem, o Menino Jesus apareceu-lhe novamente, encorajando-o a completar a sua obra.
A imagem, de 47 centímetros de altura, è feita de madeira e revestida de cera. Está coberta com roupas feitas à mão, trocadas periodicamente durante o ano litúrgico.
O Papa visitará esta igreja no início da sua viagem apostólica na República Checa. Enquanto isso, os Bispos do país preparam um teço de ouro puro com cristais da Boémia que será oferecido ao Santo Padre no final de sua visita.
(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)
Comentário ao Evangelho do dia feito por:
Santo Hilário (c. 315-367), Bispo de Poitiers e Doutor da Igreja
Comentário ao salmo 65, §§ 19-29
«Iam de aldeia em aldeia, anunciando a Boa Nova»
Qual é «a palavra de louvor» (Sl 65, 8) que é preciso proclamar? Seguramente aquela: «Ele deu a vida à alma» dos crentes (v. 9); porque Deus atribuiu a constância e a perseverança na profissão da fé à pregação dos apóstolos e à confissão dos mártires, e o anúncio do Reino dos céus percorreu a terra em todos os sentidos como que por passos. Com efeito, «a sua mensagem espalhou-se por toda a terra» (Sl 18, 5). E o Espírito Santo proclama a glória desta corrida espiritual: «Como são belos os pés dos que anunciam a boa nova, dos que anunciam a paz» (Is 52, 7). É pois esta palavra de louvor a Deus que é necessário proclamar, segundo o testemunho do salmista: «Deu a vida à minha alma e não deixou que os meus passos vacilassem». Com efeito, os apóstolos não se deixaram desviar do curso espiritual da sua pregação pelo terror das ameaças humanas, e a firmeza dos seus passos solidamente colocados não os deixou afastarem-se do caminho da fé. [...]
Contudo, depois de ter dito: «Ele não deixou que meus passos vacilassem», o salmista acrescenta: «Ó Deus, tu provaste-nos, purificaste-nos pelo fogo como se purifica a prata» (v. 10). Esta palavra, começada no singular, refere-se portanto a muitos. Pois único é o Espírito e uma a fé dos crentes, segundo o que está dito nos Actos dos Apóstolos: «Os crentes tinham uma só alma e um só coração» (Act 4, 32). [...]
Mas o que significa esta comparação: «Foram purificados pelo fogo, como se purifica a prata»? Para mim, purifica-se a prata, apenas para dela separar o lixo que adere à matéria ainda em bruto. [...] É por isso que, quando Deus põe à prova os que crêem Nele, não é porque ignore a sua fé, mas porque «a perseverança produz a virtude» como diz o apóstolo Paulo (Rom 5, 4). Deus submete-os à prova, não para os conhecer, mas para os levar à consumação da virtude. Assim, purificados pelo fogo e separados de qualquer ligação aos vícios da carne, poderão resplandecer no brilho de uma inocência que estas provas lhes proporcionaram.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Comentário ao salmo 65, §§ 19-29
«Iam de aldeia em aldeia, anunciando a Boa Nova»
Qual é «a palavra de louvor» (Sl 65, 8) que é preciso proclamar? Seguramente aquela: «Ele deu a vida à alma» dos crentes (v. 9); porque Deus atribuiu a constância e a perseverança na profissão da fé à pregação dos apóstolos e à confissão dos mártires, e o anúncio do Reino dos céus percorreu a terra em todos os sentidos como que por passos. Com efeito, «a sua mensagem espalhou-se por toda a terra» (Sl 18, 5). E o Espírito Santo proclama a glória desta corrida espiritual: «Como são belos os pés dos que anunciam a boa nova, dos que anunciam a paz» (Is 52, 7). É pois esta palavra de louvor a Deus que é necessário proclamar, segundo o testemunho do salmista: «Deu a vida à minha alma e não deixou que os meus passos vacilassem». Com efeito, os apóstolos não se deixaram desviar do curso espiritual da sua pregação pelo terror das ameaças humanas, e a firmeza dos seus passos solidamente colocados não os deixou afastarem-se do caminho da fé. [...]
Contudo, depois de ter dito: «Ele não deixou que meus passos vacilassem», o salmista acrescenta: «Ó Deus, tu provaste-nos, purificaste-nos pelo fogo como se purifica a prata» (v. 10). Esta palavra, começada no singular, refere-se portanto a muitos. Pois único é o Espírito e uma a fé dos crentes, segundo o que está dito nos Actos dos Apóstolos: «Os crentes tinham uma só alma e um só coração» (Act 4, 32). [...]
Mas o que significa esta comparação: «Foram purificados pelo fogo, como se purifica a prata»? Para mim, purifica-se a prata, apenas para dela separar o lixo que adere à matéria ainda em bruto. [...] É por isso que, quando Deus põe à prova os que crêem Nele, não é porque ignore a sua fé, mas porque «a perseverança produz a virtude» como diz o apóstolo Paulo (Rom 5, 4). Deus submete-os à prova, não para os conhecer, mas para os levar à consumação da virtude. Assim, purificados pelo fogo e separados de qualquer ligação aos vícios da carne, poderão resplandecer no brilho de uma inocência que estas provas lhes proporcionaram.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
O Evangelho do dia 23 de Setembro de 2009
São Lucas 9,1-6
Tendo convocado os Doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem doenças.
Depois, enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os doentes, e disse-lhes: «Nada leveis para o caminho: nem cajado, nem alforge, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas.
Em qualquer casa em que entrardes, ficai lá até ao vosso regresso.
Quanto aos que vos não receberem, saí dessa cidade e sacudi o pó dos vossos pés, para servir de testemunho contra eles.»
Eles puseram-se a caminho e foram de aldeia em aldeia, anunciando a Boa-Nova e realizando curas por toda a parte.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Tendo convocado os Doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem doenças.
Depois, enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os doentes, e disse-lhes: «Nada leveis para o caminho: nem cajado, nem alforge, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas.
Em qualquer casa em que entrardes, ficai lá até ao vosso regresso.
Quanto aos que vos não receberem, saí dessa cidade e sacudi o pó dos vossos pés, para servir de testemunho contra eles.»
Eles puseram-se a caminho e foram de aldeia em aldeia, anunciando a Boa-Nova e realizando curas por toda a parte.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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