Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 6 de junho de 2009

S. Josemaría Escrivá nesta data em 1938

Anota: “Dia 6 de Junho. A minha oração da manhã a caminho das Huelgas: guiado por S. José, meti-me, com uma luz do Espírito Santo, na Chaga da mão direita do meu Senhor”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=3099 )

Dia de reflexão, boa altura para nos deliciarmos com boa música

Para além de Mozart, Bach, Beethoven, Chopin, Puccini e outros, o Trio de Keith Jarrett (piano), Gary Peaccok (baixo) e Jack De Johnette (bateria) está entre as minhas grande paixões musicais, ouço horas a fio concertos gravados há mais de 20 anos e não me canso. É tal o meu prazer, que durante a Quaresma e noutros momentos da minha vida, tenho oferecido ao Senhor como abstinência não ouvi-lo.

Keith Jarrett, é dos três o que mais sobressai pela pelas suas excepcionais qualidades como pianista, pelo que aqui vos deixo dois vídeos, “just hope you may enjoy it as much as I do”.

(JPR)


P.S. – não estranhem o trautear de Keith Jarrett faz parte da sua genialidade e temos que lhe admitir o que inicialmente nos poderá parecer estranho, mas é tão-somente revelador do seu total envolvimento na peça que está a tocar.


Haydn - Orfeo ed eurydice - Cecilia Bartoli

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santa Teresa de Ávila (1515-1582), carmelita, Doutora da Igreja

«Ela, da sua penúria, deitou tudo»

Vivo sem viver em mim;
e minha esperança é tal,
que morro de não morrer.

Vivo já fora de mim
desde que morro de amor;
pois vivo no Senhor
que me quis para Si.
Quando Lhe dei o coração,
nele inscreveu estas palavras:
morro de não morrer. [...]

Ah! que triste é a vida
que não se alegra no Senhor!
E, se o amor é doce,
não o é a longa espera;
livra-me, meu Deus, desta carga,
mais pesada que o aço,
pois morro de não morrer.

Vivo só da confiança
de que um dia hei-de morrer,
pois pela morte é a vida
que a esperança me promete.
Morte em que se ganha a vida,
não tardes, que te espero,
pois morro de não morrer.

Vede como é forte o amor (Cant 8,6);
ó vida, não me sobrecarregues!
Vê o que apenas resta:
para te ganhar, perder-te! (Lc 9,24)
Venha ela, a doce morte!
Que minha morte venha bem cedo,
pois morro de não morrer.

Esta vida lá do alto,
que é vida verdadeira,
até que morra a vida cá de baixo
enquanto se viver não se a tem.
Ó morte, não te escondas!
Que viva porque morro já,
pois morro de não morrer.

Ó vida, que posso eu dar
a meu Deus, que vive em mim,
senão perder-te, a ti,
para merecer prová-Lo!
Desejo, morrendo, obtê-Lo,
pois tenho tal desejo do meu Amado
que morro de não morrer.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 6 de Junho de 2009

São Marcos 12, 38-44

Naquele tempo,
Jesus ensinava a multidão, dizendo:
«Acautelai-vos dos escribas,
que gostam de exibir longas vestes,
de receber cumprimentos nas praças,
de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas
e os primeiros lugares nos banquetes.
Devoram as casas das viúvas
com pretexto de fazerem longas rezas.
Estes receberão uma sentença mais severa».
Jesus sentou-Se em frente da arca do tesouro
a observar como a multidão deitava o dinheiro na caixa.
Muitos ricos deitavam quantias avultadas.
Veio uma pobre viúva
e deitou duas pequenas moedas, isto é, um quadrante.
Jesus chamou os discípulos e disse-lhes:
«Em verdade vos digo:
Esta pobre viúva deitou na caixa mais do que todos os outros.
Eles deitaram do que lhes sobrava,
mas ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha,
tudo o que possuía para viver».