Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mozart Missa Requiem em D Menor V - Recordare

João Paulo II, "Santo Já"!


A 2 de Abril de há quatro anos, morreu João Paulo II... seis dias depois, por ocasião de seu funeral, milhares de fiéis reunidos diante da Basílica de S. Pedro invocaram a sua canonização imediata, aos gritos de "Santo Já".

Passado um mês, Bento XVI, que acabava de ser eleito, decidiu autorizar a dispensa dos 5 anos necessários antes da abertura do processo canónico, enquanto o seu Vigário para a Diocese de Roma, Card. Camillo Ruini, anunciou o início da causa. Em 10 de Junho de 2005, durante o congresso diocesano sobre as famílias, em Roma, houve o anúncio acolhido com uma salva de palmas.

18 dias depois, a causa de beatificação e canonização de João Paulo II foi aberta oficialmente… Era o dia 28 de Junho, e celebravam-se as primeiras vésperas da solenidade dos Santos Pedro e Paulo na Basílica de São João de Latrão.

Começou assim a primeira etapa da beatificação… a fase diocesana...enquanto dois anos mais tarde, foi aberta a segunda etapa, a fase romana, para a redacção da Positio super virtutibus, um documento de cerca de 2.500 páginas, que reúne as provas da santidade de Karol Wojtyla.

O documento se encontra hoje nas mãos de uma comissão de oito teólogos que, junto ao promotor geral da fé, é chamada a examiná-lo.

Somente uma vez superadas com voto favorável todas essas fases, o Papa poderá expressar o próprio juízo e ordenar a promulgação do decreto sobre as virtudes heróicas de João Paulo II, proclamando-o “venerável”.

O que se sabe no momento, segundo o postulador, Mons. Slawomir Oder, é que a causa de beatificação e canonização de João Paulo II procede de modo rigoroso segundo o tradicional itinerário do processo canónico.

Todavia, para o então secretário pessoal de João Paulo II, o Cardeal Arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, não será necessário esperar muito tempo.


(Fonte: H2O News)

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Efrém (c. 306-373), diácono na Síria, Doutor da Igreja

«Abraão exultou pensando em ver o Meu dia»

Devido à idade, Abraão e a sua mulher tinham ficado incapazes de dar vida; nos corpos de ambos, a juventude tinha-se apagado, mas a sua esperança em Deus continuava bem viva; não enfraquecera, era indestrutível.

Foi por isso que Abraão, contra toda a esperança, gerou Isaac, que é uma figura do Senhor. Não era natural, com efeito, que o seio já morto de Sara pudesse conceber Isaac e que ela o alimentasse com o seu leite; como também não era natural que a Virgem Maria, sem conhecer homem, concebesse o Salvador do mundo, e O desse à luz sem perder a sua integridade. [...] Diante da tenda, o anjo disse ao patriarca: «Dentro de um ano, nesta mesma época, Sara terá já um filho» (Gn 18,14). O anjo também [...] disse a Maria: «Salve ó cheia de graça hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho» (Lc 1, 28; 31). Sara riu-se pensando na sua esterilidade, olhando a sua idade (v. 12); sem crer na palavra, exclamou: «Velha como estou, poderei ainda ter esta alegria, sendo também velho o meu senhor?» Maria, pensando na virgindade que queria guardar, hesitou, e disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» (Lc 1, 34) A promessa era, certamente, contra a natureza, mas Aquele que, contra toda esperança, deu Isaac a Sara, nasceu realmente, segundo a carne, da Virgem Maria.

Logo que Isaac viu o dia segundo a palavra de Deus, Sara e Abraão ficaram cheios de alegria. Quando Jesus veio ao mundo segundo o anúncio de Gabriel, Maria e José ficaram cheios de alegria. [...] «Quem teria dito a Abraão que Sara na sua velhice aleitaria um filho?» exclamou a estéril. «Quem teria dito ao mundo que o meu seio virginal alimentaria uma criança com o meu leite?» exclamou Maria. De facto, não foi por causa de Isaac que Sara se riu, mas sim por causa Daquele que nasceu de Maria; tal como João Baptista manifestou a sua alegria estremecendo no seio da sua mãe, Sara manifestou a sua rindo-se.


(Fonte: “Evangelho Quotidiano”)

O Evangelho do dia 2 de Abril de 2009

São João 8, 51-59

Naquele tempo,
disse Jesus aos judeus:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Se alguém guardar a minha palavra,
nunca verá a morte».
Responderam-Lhe os judeus:
«Agora sabemos que tens o demónio.
Abraão morreu, os profetas também, mas Tu dizes:
‘Se alguém guardar a minha palavra,
nunca sofrerá a morte’.
Serás Tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu?
E os profetas também morreram.
Quem pretendes ser?»
Disse-lhes Jesus:
«Se Eu Me glorificar a Mim próprio,
a minha glória não vale nada.
Quem Me glorifica é meu Pai,
Aquele de quem dizeis: ‘É o nosso Deus’.
Vós não O conheceis, mas Eu conheço-O;
e se dissesse que não O conhecia,
seria mentiroso como vós.
Mas Eu conheço-O e guardo a sua palavra.
Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia;
ele viu-o e exultou de alegria».
Disseram-Lhe então os judeus:
«Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão?!»
Jesus respondeu-lhes:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Antes de Abraão existir, ‘Eu sou’».
Então agarraram em pedras para apedrejarem Jesus,
mas Ele ocultou-Se e saiu do templo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Santo Padre escreve Primeiro-ministro Britânico na véspera da cimeira do G20

Bento XVI enviou uma mensagem ao Primeiro-ministro britânico Gordon Brown na véspera da cimeira do G20 em Londres, assegurando a sua oração e auspiciando o empenho dos líderes participantes no encontro para enfrentar as urgências mais graves da situação mundial.

O primeiro-ministro britânico respondeu solicitamente ao Papa manifestando a sua adesão ao apelo e indicando linhas concretas de empenho para lhe responder.

O Santo Padre convida os líderes do G20 a coordenar os esforços entre governos e organizações internacionais para sair da crise global evitando soluções marcadas pelo nacionalismo e proteccionismo; recorda que a cimeira de Londres reúne os países responsáveis por 90% do PIB e 80% do comércio mundial.

Bento XVI recorda ao anfitrião do encontro que a África, que acaba de visitar, é o continente que mais sofre os efeitos da crise; denuncia a realidade da pobreza extrema e da marginalização, e o facto de que no Grupo dos 20 a África sub-Sahariana seja representada apenas por um país (África do Sul) e algumas organizações regionais:

“Os participantes deverão reflectir sobre isso – alerta o pontífice – os mais pobres do cenário político são os que mais sofrem por uma crise pela qual não têm nenhuma responsabilidade”.Na mensagem, o Papa assegura as suas orações e pede o compromisso dos líderes mundiais para a obtenção de ‘linhas concretas’ que permitam estabilizar os mercados financeiros e sair da crise. “Ela foi gerada pela falta de ética, por um deficit de ética nas estruturas económicas” – escreve. A crise mostra que a ética não é alheia à economia e que esta não pode funcionar se não incluir o seu componente ético.

Outra advertência feita por Bento XVI diz respeito às ajudas a famílias e países pobres:

“Todas as medidas propostas para acabar com a crise devem procurar oferecer estabilidade às famílias e aos trabalhadores”. O Papa teme que a crise “desperte o fantasma do cancelamento ou da redução drástica dos programas de ajuda aos países menos desenvolvidos. Assim, pede a Gordon Brown que sejam respeitados os objectivos da Cimeira do Milénio para eliminar a pobreza até ao ano 2015.

O Vaticano divulgou a carta de resposta do primeiro-ministro, na qual Brown garante que redobrará os esforços para que a Cimeira do G20 não esqueça os pobres nem as mudanças climáticas, temas que também preocupam o Papa.


(Fonte: H2O News)