Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 17 de agosto de 2008

Deus e a dignidade humana

«O reconhecimento de Deus não se opõe de modo algum à dignidade humana, já que esta dignidade tem no próprio Deus o seu fundamento e perfeição. É Deus criador que constitui o homem inteligente e livre na sociedade. E, sobretudo, o homem é chamado como filho à união com Deus e à participação na sua felicidade»

(Gaudium et spes, nº 21)

Missa Requiem “dias irae” – Giuseppe Verdi (1ª parte)

sábado, 16 de agosto de 2008

Fátima – Via Gloriosa* – VII Estação – O Senhor e o poder de perdoar

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.» Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.»

(João 20, 19-23)

*vide explicação nome adoptado em: http://spedeus.blogspot.com/2008/08/ftima-via-lucis-via-gloriosa-vide.html

Fé, esperança e amor

«Jesus trouxe Deus e, com Ele, a verdade sobre o nosso destino e a nossa origem; a fé, a esperança e o amor. Só a dureza do nosso coração nos leva a pensar que isto seja pouco».

(“Jesus de Nazaré” – Joseph Ratzinger / Bento XVI)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Bento XVI - "O céu é Deus”

“Perante o triste espectáculo de tantas falsas alegrias e ao mesmo tempo de tantas angústias e sofrimentos”, Bento XVI convida os crentes a aprenderem com Maria a “ser sinais de esperança e de consolação”, anunciando com a vida a ressurreição de Cristo.

Na Missa celebrada neste dia 15 de manhã, na Igreja paroquial de Castelgandolfo, o Papa observou que a solenidade da Assunção de Maria é uma ocasião para com ela “ascender às alturas do espírito, onde se respira o ar puro da vida sobrenatural e se contempla a beleza mais autêntica, que é a santidade”.

Sublinhando que “o clima” desta celebração se encontra todo “impregnado de alegria pascal”, afirmou Bento XVI: “A festa de hoje leva-nos a elevar o olhar para o céu. Não um céu feito de ideias abstractas, nem sequer um céu imaginário criado pela arte, mas o céu da verdadeira realidade, que é o próprio Deus: Deus é o céu. É Ele a nossa meta, a meta e a morada eterna de onde provimos e para a qual tendemos”.Quando Maria adormeceu para este mundo para despertar no céu (observou o Papa), na verdade “seguiu simplesmente, pela última vez, o Filho Jesus na viagem mais longa e decisiva – a sua passagem deste mundo ao Pai”.

“Como Ele, juntamente com Ele, partiu deste mundo para tornar à casa do Pai. Nada disto está longe de nós, como poderia parecer num primeiro momento, porque todos nós somos filhos de Deus Pai, todos nós somos irmãos de Jesus e todos nós somos filhos de Maria, nossa Mãe. E todos estamos voltados para a felicidade. E a felicidade a que tendemos é Deus, e assim todos nós nos encontramos a caminho desta felicidade que chamamos céu, que é Deus”.

Na homilia da Missa desta solenidade da Assunção, na Igreja paroquial de Castelgandolfo, Bento XVI fez votos de “que Maria nos ajude a fazer com que cada momento da nossa existência seja um passo neste caminho para Deus”, de tal modo “que se torne presente também a realidade do céu, a grandeza de Deus, na vida do nosso mundo”. É este “o dinamismo pascal do homem, de cada homem, que se quer tornar celeste, felicíssimo, por força da Ressurreição de Cristo”.

“Aquela da qual Deus tinha tomado a sua carne e cuja alma tinha sida trespassada por uma espada no Calvário foi a primeira a encontrar-se associada, e de modo singular, no mistério desta transformação para a qual todos nós tendemos, também nós muitas vezes trespassados pelas espadas dos sofrimentos deste mundo”.

Estas “realidades tão sublimes” – reconheceu o Papa – não são de certo os raciocínios que as fazem compreender, mas sim “a fé simples, franca, directa” e “o silêncio da oração”…

“Contemplando no céu nossa Senhora da Assunção compreendemos melhor que a nossa vida de cada dia, embora marcada por provas e dificuldades, desliza como um rio em direcção ao oceano divino, em direcção à plenitude da alegria e da paz. Compreendamos que o nosso morrer não é um fim, mas o ingresso na vida que não conhece a morte. O nosso entardecer no horizonte deste mundo é um ressurgir na aurora do mundo novo, do dia eterno”.

A concluir a sua homilia, nesta Missa da Assunção, Bento XVI dirigiu-se em oração a Maria, pedindo-lhe que nos mantenha constantemente orientados para a verdadeira pátria da bem-aventurança. “Perante o triste espectáculo de tantas falsas alegrias e ao mesmo tempo de tantas angústias e sofrimentos tão difusos no mundo, precisamos de aprender com Maria a tornarmo-nos sinais de esperança e de consolação. Temos que anunciar com a nossa vida a ressurreição de Cristo”.

(Fonte: Radio Vaticana - destaque da responsabilidade do autor do blogue)