Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Acto de Fé
«O acto de fé é abertura à vastidão, quebra da barreira da minha subjectividade, aquilo que Paulo descreve com as palavras: ‘vivo, mas já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim’» (Gálatas 2,20)
(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
Andar para trás
Os dados revelados segunda-feira sobre a forma como os jovens portugueses vivem as suas “relações de intimidade” são aterradores.
Um terço dos inquiridos admite já ter agredido o respectivo namorado ou namorada. E, embora sejam sobretudo os rapazes o agressor mais violento (murros/ e pontapés), na chamada pequena violência (insultos/ bofetadas/ empurrões) não há distinção de géneros.
Um em cada quatro jovens assume que não se limitou a ameaças ou insultos (o que já seria suficientemente grave!) mas acabou por chegar à “agressão física”, o que consegue ser ainda pior…
Este grau de violência não se distingue do padrão de violência doméstica praticada entre adultos e assusta a sua precocidade: está presente logo nos namoros do “secundário”.
Mas há mais. Este padrão é aceite como “natural” por muitos dos envolvidos, mesmo no que se refere ao “sexo forçado”. No namoro, as relações sexuais forçadas são desculpabilizadas, o que impede que sejam entendidas como efectiva “violação”. Na amostra mais de meia centena de jovens assumiram-se como agressores sexuais.
A sociedade tem de se interrogar sobre o porquê destes comportamentos. Quando o desrespeito pelo outro, mesmo visto como ser amado, cresce desta forma, perante a passividade de todos, é toda uma Sociedade que falha. É toda uma Comunidade a andar para trás.
Graça Franco
(Fonte: site RR)
Um terço dos inquiridos admite já ter agredido o respectivo namorado ou namorada. E, embora sejam sobretudo os rapazes o agressor mais violento (murros/ e pontapés), na chamada pequena violência (insultos/ bofetadas/ empurrões) não há distinção de géneros.
Um em cada quatro jovens assume que não se limitou a ameaças ou insultos (o que já seria suficientemente grave!) mas acabou por chegar à “agressão física”, o que consegue ser ainda pior…
Este grau de violência não se distingue do padrão de violência doméstica praticada entre adultos e assusta a sua precocidade: está presente logo nos namoros do “secundário”.
Mas há mais. Este padrão é aceite como “natural” por muitos dos envolvidos, mesmo no que se refere ao “sexo forçado”. No namoro, as relações sexuais forçadas são desculpabilizadas, o que impede que sejam entendidas como efectiva “violação”. Na amostra mais de meia centena de jovens assumiram-se como agressores sexuais.
A sociedade tem de se interrogar sobre o porquê destes comportamentos. Quando o desrespeito pelo outro, mesmo visto como ser amado, cresce desta forma, perante a passividade de todos, é toda uma Sociedade que falha. É toda uma Comunidade a andar para trás.
Graça Franco
(Fonte: site RR)
quarta-feira, 9 de julho de 2008
A fé enquanto comunicação
«O acto de fé é um acto profundamente pessoal, ancorado na mais íntima profundeza do ser humano. Mas, precisamente porque é inteiramente pessoal, é também um acto de comunicação. Na sua essência mais profunda, o eu relaciona-se com o tu e vice-versa, a relação real, que se torna “comunhão”, só pode nascer na profundeza da pessoa.»
(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
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