Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Creio em Deus Pai

A nossa profissão de fé começa por Deus, porque Deus é «o Primeiro e o Último» (Is 44, 6), o Princípio e o Fim de tudo. O Credo começa por Deus Pai, porque o Pai é a Primeira Pessoa divina da Santíssima Trindade; o nosso Símbolo começa pela criação do céu e da terra, porque a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus.

(Catecismo da Igreja Católica § 198)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

A Parábola dos talentos…

Não desperdicemos as faculdades que Deus nos deu, cada um dentro das suas possibilidades e conhecimentos, mas com a ajuda do Espírito Santo, encontramo-nos apetrechados para O servir.
Ele certamente nos concedeu algum talento que podemos e devemos doar em prol do próximo, cada um com o seu, está ética e moralmente obrigado a fazê-lo e compartilhá-lo.
Essa partilha e doação, poderá ser em silêncio e em oração, cujo valor, na permanente poluição sonora em que vivemos, não deverá ser esquecido, mas antes enaltecido.

(JPR)
«Hoje em dia, nós no Ocidente andamos ocupados a enterrar o tesouro, seja por cobardia – ante a exigência de, ao pormo-lo a render na contenda da nossa história, podermos vim assim a perdê-lo (tal é a mais pura falta de fé) -, seja também por indolência; e enterramo-lo por, nós próprios, também não querermos ser por ele importunados, uma vez que gostaríamos de levar a nossa vida sem andarmos incomodados com o fardo da responsabilidade que tal tesouro acarreta».

(A Caminho de Jesus Cristo – Joseph Ratzinger)

S. José operário

«A expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré é o trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho, mediante o qual José procurava garantir a sustentação da Família: o trabalho de carpinteiro. Esta simples palavra envolve toda a extensão da vida de José. Para Jesus este período abrange os anos da vida oculta, de que fala o Evangelista, a seguir ao episódio que sucedeu no templo: «Depois, desceu com eles para Nazaré e era-lhes submisso» (Lc 2, 51). Esta ‘submissão’, ou seja, a obediência de Jesus na casa de Nazaré é entendida também como participação no trabalho de José. Aquele que era designado como o “filho do carpinteiro”, tinha aprendido o ofício de seu “pai” putativo.».

(Exortação Apostólica ‘Redemptoris Custos’ n. 22 – João Paulo II)

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Trabalho

Que dignidade, que segurança nos trás ao sentirmo-nos úteis ao próximo e à sociedade, e se o fizermos com e por amor além de dedicado ao próximo, à nossa auto-estima e a Deus sobretudo, asseguro-vos, que mesmo no mais árduo, se fica aliviado e a nossa consciência tranquila, ainda que o físico ou mente estejam cansados.

(JPR)

«Feito à imagem e semelhança de Deus (cfr Gen 1,26) (…) o homem está por isso, desde o princípio, chamado ao trabalho. (…) o trabalho leva em si um sinal particular do homem e da humanidade (…); este sinal determina a sua característica interior e constitui em certo sentido a sua própria natureza»

«(…) o trabalho humano é uma chave, talvez a chave essencial, de toda a questão social, se procurarmos vê-la verdadeiramente do ponto de vista do bem do homem.»

«(…) o trabalho é um bem do homem - é um bem da humanidade - , porque mediante o trabalho o homem não só transforma a natureza adaptando-a às próprias necessidades, mas se realiza a si mesmo como homem, mais ainda, num certo sentido ‘torna-se mais homem’»

(Laborem exercens, prólogo, nº’s 3 e 9 – João Paulo II)

«É a hora de nós, os cristãos, dizermos bem alto que o trabalho é um dom de Deus e que não tem nenhum sentido dividir os homens em diversas categorias segundo os tipos de trabalho, considerando umas tarefas mais nobres do que outras. O trabalho, todo o trabalho, é testemunho da dignidade do homem, do seu domínio sobre a criação. É um meio de desenvolvimento da personalidade. É um vínculo de união com os outros seres»

(Cristo que passa, 47 – S. Josemaría Escrivá de Balaguer)